sábado, 25 de outubro de 2014

ULTIMA PESQUISA/PRESIDENTE



Eleições 2014
Aécio volta a subir em pesquisas e disputa com Dilma está indefinida
Ibope aponta vantagem de seis pontos para Dilma, e Datafolha mostra empate técnico no limite da margem de erro

RIO - As pesquisas divulgadas neste sábado pelo Ibope e pelo Datafolha mostram que a presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), segue à frente do adversário, Aécio Neves (PSDB), nas intenções de voto. Para o Ibope, a diferença entre os dois candidatos está fora da margem de erro de dois pontos para mais ou para menos; o Datafolha aponta empate técnico.

Segundo o Ibope, Dilma tem 49% das intenções de voto, contra 43% de Aécio. A diferença, que era de oito pontos percentuais (49% a 41%) no levantamento anterior, caiu para seis pontos. Já o Datafolha mostra a presidente com 47%, e seu adversário, com 43% – a diferença, que era de seis pontos (48% a 42%) passou para quatro pontos percentuais.

Considerando apenas os votos válidos – ou seja, excluindo os votos em branco e nulos, como é feito pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para divulgar os resultados oficiais das eleições – a petista tem 53% e o tucano, 47%, segundo o Ibope. O Datafolha mostra Dilma com 52%, novamente empatada no limite da margem de erro com Aécio, que tem 48%.

O Ibope ouviu eleitores em municípios, e o Datafolha, eleitores em municípios. Em ambos os casos, o nível de confiança – a probabilidade de que o resultado, considerando a margem de erro, reflita a realidade – é de 95%.

A pesquisa do Ibope foi registrada no TSE sob o protocolo BR-01221/2014; a do Datafolha, sob o protocolo BR- 01210/2014.

Foto e Fonte: O GLOBO. Postador: Manancial de Carajás

ATAQUE

Associações de imprensa repudiam ataque a prédio da Editora Abril em São Paulo
Sede da empresa, que publica "Veja", foi pichada na noite de sexta-feira, em SP em retaliação à revista 'Veja'

Sede da editora abril é pichada e tem lixeiras derrubadas nesta sexta-feira - Folhapress / Ernesto Rodrigues
SÃO PAULO — O ataque à sede da editora Abril, que publica a revista "Veja", na noite desta sexta-feira, foi duramente criticado por jornalistas e associações de imprensa. A fachada do prédio, na Marginal Pinheiros, em São Paulo, foi pichada. A depredação seria uma resposta à reportagem de capa da revista, publicada na última quinta-feira, que afirma que o ex-presidente Lula e a presidente Dilma estariam cientes de atos de corrupção praticados na Petrobras, segundo depoimento do doleiro Alberto Youssef à Justiça do Paraná.

Em sua conta pessoal na rede social Facebook, o atual presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) afirmou que "o punhado de irresponsáveis que jogou lixo e pichou a fachada da Abril parece ser jovem demais para entender o dano potencial de sua imbecilidade".

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) afirmou em nota que “repudia veementemente os ataques”. “A Abert acompanha com preocupação episódios como o de sexta-feira, pois a entidade considera grave qualquer “ato de intimidação à liberdade de imprensa”. A Abert lembra que a Declaração de Chapultepec, da qual o Brasil é signatário, aponta uma imprensa livre “como uma condição fundamental para que as sociedades resolvam os seus conflitos, promovam o bem-estar e protejam sua liberdade”, disse a associação em nota.

Em nota, o diretor executivo da ANJ, Ricardo Pedreira, qualificou a ação como "uma lamentável tentativa de intimidação própria de quem não sabe conviver na democracia e num país com liberdade de imprensa"

Segundo um representante da editora que registrou boletim de ocorrência no 14º DP, cerca de 200 pessoas participaram do protesto,na sexta-feira. Um caminhão de som União da Juventude Socalista, ligada ao PCdoB, também estaria no local. Três pessoas foram detidas pela Polícia Militar, levadas para a delegacia e liberadas em seguida. Além de picharem os muros do prédio com dizeres como “Veja mente”, também rasgaram revistas e jogaram lixo na porta da editora.


Neste sábado, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atendeu pedido de liminar da coligação da candidata Dilma Rousseff e proibiu a revista “Veja” de fazer publicidade da edição deste fim de semana. De acordo com a decisão do ministro do TSE, Admar Gonzaga, a revista Veja está proibida de utilizar rádio, televisão, outdoors e link patrocinado para divulgar a capa.

Foto e Fonte: O GLOBO. Postador: Manancial de Carajás

CENSURA?

Juristas divergem se suspensão da propaganda de revista pode ser considerada censura
Especialistas analisaram decisão de ministro TSE que proibiu a publicidade da edição do final de semana das eleições

SÃO PAULO — Especialistas em direito colocam restrições à decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de proibir a revista “Veja” de fazer propaganda da edição desta semana. O TSE atendeu o pedido de liminar da coligação da candidata à reeleição Dilma Roussef (PT). A edição traz reportagem afirmando que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula sabiam das irregularidades ocorridas dentro da Petrobras.

Associações de imprensa repudiam ataque a prédio da Editora Abril em São Paulo
Aécio diz que ataque a prédio da revista Veja foi ‘atentado contra a democracia”
— É uma propaganda da revista, não contra um candidato. Não vejo problema. Essa decisão é uma forma indireta de censura — afirmou Dircêo Torrecillas, professor aposentado de direito constitucional da Fundação Getúlio Vargas.

Torrecillas avalia que a decisão afronta alguns direitos assegurados na constituição.

— Vai contra o direito de divulgação e, de uma certa forma, até contra a liberdade de expressão — complementou.

Para o professor de direito eleitoral do Mackenzie, Alberto Luís Mendonça Rollo, se é rotina da revista fazer publicidade de sua capa, não é possível dizer que a ação é proposital para prejudicar um candidato.

— Se é rotina, como me parece que é, fazer publicidade da capa da revista, então em tese seria uma decisão abusiva porque não dá para afirmar que é proposital para prejudicar candidato A ou B. Se não fosse comum essa divulgação de conteúdo por parte da revista, aí caberia essa decisão.

Rollo também diz que a liminar é questionável porque foi de apenas um ministro. Porém, não deve haver tempo para recurso.

— É uma decisão de um ministro só, me parece uma liminar questionável e pode ser submetida a plenário, mas não dá tempo de hoje para amanhã.

O professor diz ainda que não se pode falar em censura.

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Juristas divergem se suspensão da propaganda é censura


— A revista está circulando, não dá para falar em censura, mas não sei até que ponto não seria cerceamento. Como proibir de fazer, se a revista em si está liberada? Não é a propaganda que causa prejuízo, mas o conteúdo da revista.

Já o jurista Marlon Reis, fundador do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, considera a decisão “ponderada”.

Foto e Fonte: O GLOBO. Postador: Manancial de Carajás

NOVA PESQUISA

CNT/MDA: Aécio tem 50,3% e Dilma tem 49,7% dos votos válidos
Pesquisa foi realizada nos dias 23 e 24 de outubro com 2.002 entrevistados
Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) aparecem em empate técnico
Foto: Foto: Montagem sobre fotos de Marcos Fernandes e Ichiro Guerra / Divulgação
A pesquisa CNT/MDA divulgada neste sábado mostra o candidato à presidência do PSDB Aécio Neves numericamente à frente da candidata à reeleição Dilma Rousseff, mas em empate técnico. De acordo com o levantamento, o tucano teria hoje 50,3% das intenções de votos válidos contra 49,7% da candidata do PT à Presidência da República. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento mostra que o candidato tucano oscilou em alta e a candidata à reeleição oscilou para baixo. A pesquisa CNT/MDA anterior mostrava que o porcentual de votos validos para Aécio era de 49,5% contra 50,5% de Dilma.

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CNT/MDA: Aécio tem 50,3% e Dilma tem 49,7% dos votos válidos


A intenção de voto espontânea também mostra os candidatos empatados tecnicamente com Aécio Neves levando 44,4% dos votos e Dilma 43,3% do total. Na pesquisa estimulada, os números vão a 45,3% para o candidato tucano e 44,7% para a candidata à reeleição.

A sondagem mostra que 43,3% dos entrevistados não votaria em Dilma de jeito nenhum enquanto no caso de Aécio, 42,8% dos consultados não votariam nele de jeito nenhum. No levantamento anterior, 41% não votariam em Aécio e 40,7% não votariam em Dilma.


A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR - 01199/2014 e realizada nos dias 23 e 24 de outubro com 2.002 pessoas entrevistadas em 137 municípios de 25 Unidades da Federação.

Postador: Manancial de Carajás

PESQUISA ELEITORAL



Ibope, votos válidos: Helder tem 50% e Jatene, 50% no PA
Levantamento com 812 pessoas foi realizado entre 21 e 23 de outubro. Margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Do G1 PA
Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (25) aponta os seguintes percentuais de votos válidos na corrida para o governo do Pará:
- Helder Barbalho (PMDB): 50%
- Simão Jatene (PSDB): 50%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Liberal.

No levantamento anterior, divulgada no dia 18 de outubro, Helder aparecia com 52%, e Simão Jatene, 48%.

Segundo o Ibope, os candidatos estão empatados tecnicamente dentro da margem de erro, de três pontos.


Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Helder Barbalho (PMDB): 47%
- Simão Jatene (PSDB): 47%
- Branco/nulo: 4%
- Não sabe/não respondeu: 2%

O Ibope ouviu 812 eleitores em 42 municípios do estado de 21 a 23 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de três pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Pará sob registro nº PA-00054/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo no BR-01182/2014.

1º turno
No primeiro turno, Helder teve 49,88% dos votos válidos e Jatene, 48,48% (veja os números completos da apuração).

Postador:Manancial de Carajás

ULTIMO DEBATE

Corrida ao Planalto

Aécio e Dilma trocam farpas em último debate antes do 2º turno

Na discussão, estiveram temas como a reportagem publicada nesta sexta pela Veja, financiamento do porto de Cuba, inflação e nível de emprego

24/10/2014 | 23h55
Aécio e Dilma trocam farpas em último debate antes do 2º turno Ricardo Duarte/Agencia RBS
Último debate entre Aécio Neves e Dilma Rousseff foi marcado por ataques dos dois candidatos Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS
Diante de milhões de espectadores, os candidatos à Presidência da República travaram nesta sexta, nos estúdios da TV Globo, no Rio, o último e decisivo confronto antes da votação de domingo. Frente a frente, Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) dividiram o palco em forma de arena e partiram para o tudo ou nada. Voltaram a se atacar, com direito a tiradas irônicas e a lapsos de nervosismo.

A tensão esteve presente do início ao fim, amplificada pelas pesquisas divulgadas nos últimos dias e pela radicalização das posições políticas nas redes sociais e nas ruas. Quando posaram para fotógrafos antes do início do programa, ambos trocaram cumprimentos constrangidos. Repetiram o gesto a pedido dos profissionais sem muita convicção. E foi só. Mal se olharam.

Nem a presença de 70 eleitores indecisos, selecionados pelo Ibope para fazer perguntas, amenizou o clima de guerra. O tom agressivo ficou claro já na primeira questão, elaborada pelo ex-governador de Minas.

- Veja como foi a cobertura do debate feita por ZH, minuto a minuto

- Veja se o que Aécio e Dilma disseram no debate é verdade

Sem desviar os olhos da adversária, Aécio afirmou que a atual campanha entrará para a história “como a mais sórdida já feita” e acusou o PT de atacá-lo. Depois, citou a revista Veja desta semana, que traz uma reportagem com declarações atribuídas ao doleiro Alberto Youssef contra Dilma e o ex-presidente Lula. Conforme a revista, cuja publicação foi antecipada em um dia, os dois teriam conhecimento dos supostos desvios ocorridos na Petrobras.

Visivelmente irritada, a petista rebateu com firmeza. Acusou o periódico de fazer oposição sistemática a seu governo e sugeriu que uma tentativa de “golpe eleitoral” estaria em curso.

— O povo não é bobo, candidato. O povo sabe que está sendo manipulada essa informação, porque não foi apresentada nenhuma prova. Eu irei à Justiça para me defender — disse Dilma.

Aécio retrucou lembrando que, quando alguém opta pela delação premiada, como fez Yousseff, sabe que só terá benefícios “se apresentar provas”.

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A corrupção voltou ao centro da discussão em vários outros momentos, em diferentes perguntas. Um deles ocorreu quando a assistente de compras Adriana Pereira dos Santos, 40 anos, quis saber o que os concorrentes planejam para acabar com os desvios de verbas públicas. Adriana era uma das eleitoras presentes sem voto definido.

Caminhando no cenário, Dilma reconheceu que “a lei é branda”. Em seguida, enumerou cinco medidas de combate à impunidade que pretende adotar se for reeleita e disse ter orgulho da autonomia da Polícia Federal.

Na réplica, Aécio criticou a rival por não ter colocado as ações em prática antes e concluiu sua fala com uma frase que arrancou aplausos dos apoiadores – e protestos do mediador William Bonner.

— Adriana, existe uma medida para acabar com a corrupção: vamos tirar o PT do governo — afirmou o mineiro, virando as costas para Dilma.

A candidata reagiu, afirmando que “quem fala é o representante do partido que tinha a prática de engavetar tudo quanto era investigação”.

— Isso levou o Brasil a ter um conjunto de julgamentos que ninguém nunca viu, nem deu fé — concluiu Dilma.

Nos bastidores, o burburinho tomou conta da sala de imprensa, onde mais de uma centena de jornalistas acompanhava o programa. Foram duas horas de embate sem trégua. O único momento de descontração ocorreu quando Dilma se atrapalhou ao conversar com um eleitor indeciso e o chamou de candidato. Os jornalistas caíram na gargalhada.

Postador:Manancial de Carajás

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