terça-feira, 16 de setembro de 2014

SO POLITICA

Marina prepara nova versão de programa para o 2º turno

Adendo ao programa divulgado será coordenado por Neca Setubal e Maurício Rands18

Marina afirma que Dilma e Mantega serão 'demitidos pelo povo brasileiro'

Em região carente do DF, candidata repete Lula, lembra que passou fome na infância e nega que vai acabar com Bolsa Família














Dilma e Lula em encontro de intelectuais na Zona Sul do Rio
Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo

Dilma promete recursos do pré-sal também para a Cultura

Pela lei, o dinheiro vai para a Saúde e Educação. Ato de apoio à candidata atrai cerca de 100 artistas e intelectuais no Rio
Presidente Dilma Rousseff e governador Pezão ensaiam passinho durante evento na Cufa de Madureira Foto: Antonio Scorza / Agência O Globo

Dilma diz ser um escândalo proposta de reduzir ministérios

Em visita à Cufa, presidente afirmou ainda que só fará reforma política com plebiscito

Dilma aparece pela 1ª vez na TV apoiando Lindbergh

Campanha quer fixar no eleitorado a ideia de que senador é o candidato do PT ao governo

Em ato no Rio, Lula diz que economistas de Marina deveriam ser 'proibidos de falar'

Confusão entre cabos eleitorais e servidores ocorreu logo após chegada do ex-presidente. Benedita da Silva passou mal com calor 95

Postador:Manancial de Carajás

COMA PULGA ATRÁS DA ORELHA

Delação de Costa põe em xeque saída de Berzoini para atuar na campanha de Dilma
Ministro tem a tarefa de coordenar a estratégia da base aliada na CPI da Petrobras
O ministro da Casa Civil Ricardo Berzoini tem de coordenar a estratégia da base aliada na CPI da Petrobras - André Coelho / Agência O Globo, atrás 
BRASÍLIA — Aguardado no comitê eleitoral para reforçar a campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff, o ministro Ricardo Berzoini (Relações Institucionais) não pôde deixar o governo diante da preocupação com o depoimento de Paulo Roberto Costa. O ex-diretor da Petrobras apontou um esquema de corrupção na estatal com suposta participação de integrantes do governo e de sua base parlamentar.

Responsável pela articulação política do Planalto com o Congresso, Berzoini tem entre suas funções coordenar a estratégia da base aliada na CPI da Petrobras. Depois que o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria Geral) tirou férias e o ministro Miguel Rossetto (Desenvolvimento Agrário) deixou temporariamente o cargo para reforçar a campanha, a expectativa era que Berzoini fizesse o mesmo. Mas, com o vazamento da delação premiada de Costa, sua saída ficou mais difícil.

O governo teme desgastes para a campanha de Dilma. Se deixar o governo, Berzoini, que é ex-presidente do PT e já ocupou os ministérios da Previdência e do Trabalho no governo Lula, será substituído interinamente pelo secretário-executivo da pasta, Luiz Azevedo, que não tem o mesmo trânsito no Congresso.

— O ministro não decidiu se vai sair porque tem suas atribuições no governo, e uma delas é a CPI da Petrobras — disse um assessor do Planalto.

Segundo a revista “Veja”, entre os nomes citados por Costa como integrantes do esquema de corrupção na Petrobras estão o do ministro Edison Lobão (Minas e Energia); os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB), e da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB); e o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto.

Na prática, Berzoini já está empenhado na campanha. Ele costuma participar das reuniões de coordenação que acontecem uma vez por semana, no Palácio da Alvorada.

Foto e Fonte: O Globo. Postador:Manancial de Carajás

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

POLÍTICA

Propostas de Dilma e Marina para a área da Cultura se assemelham

Ex-senadora critica gestão, mas programas convergem; Aécio propõe quadruplicar verba

A candidata à Presidência Marina Silva participa de comício no bairro de Ceilândia, em Brasília, acompanhada por Beto Albuquerque, candidato a vice, e Rodrigo Rollemberg, candidato ao governo do Distrito Federal Foto: André Coelho / O Globo

Marina: Dilma e Mantega serão 'demitidos pelo povo brasileiro'

Em região carente do DF, candidata repete Lula, lembra que passou fome na infância e nega que vai acabar com Bolsa Família
Postador: Manancial de Carajás


LÍDER AO SENADO

Paulo Rocha tem 23% na disputa pelo senado no PA, diz Ibope
Instituto entrevistou 812 eleitores entre os dias 8 e 11 de setembro. Margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
Paulo Rocha
Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (13) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para o senado pelo estado do Pará.

Paulo Rocha (PT) – 23% das intenções de voto
Mario Couto (PSDB) – 17%
Jefferson Lima  (PP) – 14%
Duciomar Costa (PTB) – 9%
Brancos / nulos – 7%
Não sabe/ não respondeu – 20%.

No levantamento anterior, em agosto, Paulo Rocha tinha 23% e Mario Couto, 17%. Os dois candidatos se mantiveram com os mesmos percentuais.
A pesquisa foi encomendada pela TV Liberal.

O Ibope fez a pesquisa entre os dias 8 e 11 de setembro. O instituto ouviu 812 eleitores em 44 municípios do estado. A margem de erro é de três pontos, para mais ou para menos. 

O nível de confiança é de 95%. O que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de três pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral com o número PA-00026/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo no BR-00621/2014.

Foto: Divulgação. Fonte: G1 PA.Postador: Manancial de Carajás

CRÍTICA

FHC critica Dilma por não ‘saber nada’ da Petrobrás
Ex-Presidente diz que se ela 'não viu nada' irregular, então não é 'uma gerente competente'
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso criticou na terça-feira, 9, em Nova York, a presidente Dilma Rousseff e cobrou explicações sobre o novo escândalo envolvendo a Petrobrás. “Se ela não viu nada”, afirmou, “então não é uma gerente competente”.

Em conversa com jornalistas, FHC disse ainda que a estatal “caiu nas mãos da política partidária” e que a corrupção no PT é “quase uma regra”. O ex-presidente definiu como “inaceitável” a corrupção na Petrobrás e cobrou que as investigações sejam levadas “mais a fundo” porque se trata de “um escândalo de grandes proporções”.

A CPI da petroleira no Congresso, segundo ele, está muito politizada. “Eu sempre quis que a Petrobrás fosse uma empresa e não uma repartição pública”, afirmou, justificando porque quebrou o monopólio no setor. “A Petrobrás é a empresa mais importante do Brasil e está se vendo que houve uma ocupação política.”

Sobre Dilma, FHC disse acreditar que ela “não viu nada” sobre as denúncias, conforme ela declarou em sabatina ao Estado na segunda-feira. Mas se isso ocorreu, “então, ela não é uma gerente competente”. E acrescentou: “Acho que ela precisa dar explicações mais consistentes. Não é um caso, são muitos, não é uma prática, é uma constante, não é um desvio, é quase que uma regra”.

Drogas. FHC veio a Nova York para uma reunião, no Museu de Arte Moderna (Moma), da Comissão Global sobre Política de Drogas, por ele presidida e que tem entre seus integrantes 21 ex-presidentes, além do ex-secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan, o escritor peruano Mario Vargas Llosa e o ex-presidente do Federal Reserve (o banco central dos EUA), Paul Volcker.

No encontro, o grupo apresentou um relatório com sete propostas, entre elas a regulação do mercado para algumas drogas, como a maconha, e mudar a forma como se lida com dependentes de drogas. FHC defendeu que os usuários não sejam tratados como criminosos, mas que tenham acesso aos sistemas de saúde.

Foto:Divulgação. Fonte: Estadão. Postador: Manancial de Carajás

sábado, 13 de setembro de 2014

PESQUISA IBOP

Pesquisa Ibope: Jatene lidera disputa eleitoral com 42%
Candidato do PSDB ao governo do Pará sobe mais dois pontos percentuais
A terceira pesquisa de intenção de voto para o governo do Pará realizada pelo Ibope, em parceria com a TV Liberal, aponta que o candidato Simão Jatene (PSDB) subiu mais dois pontos percentuais e venceria hoje o primeiro turno da corrida eleitoral com 42% das intenções de votos. O candidato peemedebista Helder Barbalho sofreu uma queda de dois pontos percentuais e aparece com 38%. Na rodada anterior, ambos apareciam com 40% das intenções de votos. Desde a primeira pesquisa, realizada em 13 de agosto, o candidato tucano já subiu 5 pontos percentuais.

Os demais candidatos - Marco Antonio (PCB), Zé Carlos (PV), Marco Carrera (PSOL) e Elton Braga (PRTB) têm até 2% das menções, cada. O percentual de indecisos passou de 9% da última sondagem para 10%. Os eleitores com a intenção de votar em branco ou nulo se mantiveram em 5%. Essa situação ainda indica a realização de segundo turno, uma vez que a diferença de votos entre os dois primeiros candidatos é de quatro pontos percentuais e a soma dos outros concorrentes é de cinco pontos percentuais.

O levantamento também aponta vantagem para Simão Jatene na pergunta espontânea, quando não há a apresentação do nome dos candidatos. O tucano foi citado por 27% dos eleitores entrevistados e Helder por 20%. Na sondagem anterior, os dois candidatos apareciam empatados com 19%. Na primeira análise, Jatene aparecia com 24% e o peemedebista com 22% das citações.

Todos os demais candidatos são mencionados por apenas 1% dos entrevistados, o mesmo índice das últimas pesquisas. Já a parcela de eleitores que não opina quanto a intenção de voto para governador caiu de 55% para 46%, enquanto os que disseram votar em branco ou nulo se manteve em 6%. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 11 de setembro, com 812 eleitores, de 44 municípios, e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) sob o número PA-00026/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo BR-00621/2014.

O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

Arte e Fonte: O Liberal. Postador:Manancial de CarAjás

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

MARINA COBRA ADVERSÁRIOS

Marina cobra programas de governo de Dilma e Aécio: 'assinar cheque em branco é perigoso'
A presidenciável pelo PSB falou para empresários na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro
Marina Silva, candidata à presidência pelo PSB, participa de encontro com empresários na Firjan, no Rio - / Ivo Gonzalez/O Globo
RIO - Em discurso para empresários do Rio, a candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, manteve o tom de críticas à presidente Dilma Rousseff (PT), lembrando o escândalo da Petrobras, e citando que o programa da petista no horário eleitoral mostra uma ilha de fantasia onde tudo funciona. Marina cobrou de Dilma e, também de Aécio Neves, candidato pelo PSDB, a apresentação de seus programas de governo.

— Assinar cheque em branco é perigoso. Onde estão os programas dos meus adversários? Que apresentem para que possamos fazer comparação — cobrou a candidata do PSB, durante o evento na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).

Acompanhada do vice na chapa, Beto Albuquerque, Marina disse que está em jogo algo grandioso e que o eleitor vai escolher se vai votar em quem tem programa ou naqueles que têm promessas genéricas:

— Nesse momento, o que está em jogo é algo muito grandioso: se vamos ou não eleger um presidente com base em um programa ou com base apenas em promessas e diretrizes genéricas. Os dois candidatos não apresentaram programa e repetem que leram minuciosamente o nosso. Mas, por que não apresentam suas ideias para que possamos fazer o debate?

'Dilma usa comigo a mesma tática que Collor usou com Lula'

Marina disse que a campanha do PT está usando com ela a mesma tática que Fernando Collor usou na campanha de 1989 contra Lula.

- Não vale tudo para ganhar uma eleição. Vi o Collor de Mello ganhar uma eleição do Lula usando a mesma estratégia que a presidente Dilma está usando e não foi um resultado bom para o país, porque dividiu o país. Quero ganhar uma eleição com base no debate, nas propostas e não na indústria da calúnia e da mentira, do boato, do preconceito, da difamação. Lutei muito quando faziam a mesma coisa que estão fazendo comigo na época que o Lula era candidato. O mesmo punhal enferrujado está sendo usado contra mim - afirmou.

Meus adversários estão desesperados, diz Marina

Sem citar o PT, Marina declarou que aqueles que diziam querer proteger as empresas estatais da privatização faziam o discurso dissociado da prática porque depois envolveram a Petrobras em um escândalo. A candidata afirmou ainda estar sofrendo todo tipo de calúnia. E chegou a se comparar a líderes como o ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela e Martin Luther King, dizendo que ninguém lembra de seus algozes.
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— Estou sofrendo todo tipo de calúnia, mas estou tranquila e serena porque eles estão apavorados pela possibilidade de perder e estamos apenas animados, mobilizados com a possibilidade de ganhar.

Marina lembrou também o escândalo na Petrobras para criticar Dilma:

- Não pode ter alguém para ter apenas pedaço do estado ou fazer o que esta sendo feito com a Petrobras. Queremos governabilidade programática.

A candidata disse querer governar com brasileiros tendo assumindo compromisso de que ficará apenas por quatro anos e "sabendo que vamos dialogar com aqueles que deveriam ter responsabilidade com nova república.

Foto e Fonte: O Globo. Postador: Manancial de Carajás

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