sábado, 30 de maio de 2015

EMBARGO DA CARNE

Rússia embarga carne bovina de dois frigoríficos de Mato Grosso
Inspeção russa em março barra carne de duas plantas em MT
A Rússia vai embargar a importação de carne do frigorífico Mato Grosso Bovinos, que possui plantas de abate em Várzea Grande e em Mirassol d’ Oeste, e do Nortão Alimentos, em Sinop, que trabalha com a bandeira “Frialto”.

A informação é da agência de notícias russa Interfax, baseada em comunicado expedido nesta quarta-feira (27), pelo serviço veterinário russo Rosselkhoznadzor.

Conforme a agência, ao todo os russos vetaram a importação de carne brasileira de dez frigoríficos, incluindo abatedouros de bovinos e suínos da JBS, BRF e Marfrig, depois de uma inspeção em unidades brasileiras em março por fiscais daquele país. A decisão do serviço sanitário da Rússia passa a valer a partir do dia 9 de junho. O Ministério da Agricultura brasileiro ainda não se manifestou sobre o embargo.

A Rússia atualmente é o terceiro maior comprador da carne produzida em Mato Grosso, com o embarque de 10,64 mil toneladas de equivalente carcaça no primeiro quadrimestre de 2015, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), ficando atrás apenas da China (13,49 mil t.) e da Venezuela (12,48 mil t.).

Os russos ficaram quatro anos sem comprar carne brasileira devido a “inconformidades sanitárias”. Porém, desde 2013, aquele país vem liberando a importação devido à crescente demanda pela proteína. Somente no ano passado, pelo menos dez plantas mato-grossenses receberam o “ok” russo para enviar carne para lá.

Postador: Manancial de Carajás, com informações de Sinop – Alexandre Alves

BLOQUEIO DE VERBA

Justiça bloqueia R$ 137 milhões da construtora Mendes Júnior, diz MPF

Judiciário já bloqueou quase R$ 1 bilhão de empresas investigadas

Operação Lava Jato
Operação Lava Jato

O Ministério Público Federal (MPF) divulgou, na sexta-feira (29), que a Justiça Federal determinou o bloqueio de R$ 137.526.767,64 do Grupo Mendes Júnior e de cinco executivos da empresa, investigados na Operação Lava Jato.

Esses valores se somam a outros bloqueios já determinados pela Justiça Federal a outras empresas e réus da operação. Só em relação às empreiteiras, já há quase R$ 1 bilhão bloqueado. (Veja a lista de bloqueios abaixo)

Os valores, segundo o MPF, são referentes a 1% dos contratos firmados entre a Mendes Junior e a Petrobras, além de três vezes esse valor, a título de multa civil.

Ainda conforme a procuradoria, os réus têm prazo de 15 dias para apresentar à Justiça quais bens estão disponíveis e desimpedidos para serem penhorados.

Propinas
Segundo o MPF, a Justiça Federal considerou que houve o pagamento de propinas no valor de 1% nos contratos das empreiteiras com a Petrobras – dinheiro destinado à diretoria de Abastecimento, comandada na época dos desvios por Paulo Roberto Costa.

O bloqueio tem carater liminar (provisório) e seu objetivo é garantir o pagamento de eventuais multas por parte dos investigados, em caso de condenação. Além das empresas investigadas, em abril houve bloqueio de R$ 120 milhões de contas bancárias de pessoas investigadas na operação.


Em novembro, o juiz Sérgio Moro determinou o sequestro de R$ 118.857.513,66 das contas e aplicações financeiras de três empresas e de 16 suspeitos de envolvimento no esquema de corrupção que atuava dentro da Petrobras.

Valores bloqueados de empresas investigadas na Lava Jato:

Galvão Engenharia: ...............R$ 302.560.926,48

Camargo Corrêa e Sanko Sider: .R$ R$ 241.541.922,12
Queiroz Galvão: ...................R$ 163,5 milhões
Engevix: ............................R$ 153.957.199,60
Mendes Júnior: ....................R$ 137.526.767,64

Postador: Manancial de Carajás, com informações do G1

CONDENAÇÃO

Empresário é condenado a pagar R$ 2,6 milhões por desmatamento

Edivaldo Dalla Riva foi condenado ao pagamento de R$ 2,6 milhões em danos materiais e morais

Edivaldo Dalla Riva, o Paraguaio
Edivaldo Dalla Riva, o Paraguaio
A Justiça Federal condenou o empresário Edivaldo Dalla Riva, o Paraguaio, ao pagamento de R$ 2,6 milhões em danos materiais e morais pelo desmatamento ilegal em 2009 de 559 hectares da gleba Curuá, área federal sob domínio do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Novo Progresso, no sudoeste do Pará. A sentença foi publicada nesta sexta-feira, 29 de maio.
Dalla Riva é um dos presos em fevereiro deste ano pela operação Castanheira, operação deflagrada em agosto de 2014 pela Polícia Federal (PF), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Receita Federal e Ministério Público Federal (MPF) contra quadrilha de desmatadores e grileiros considerada pela organização da operação como uma das que causaram mais danos na Amazônia.

A degradação na gleba Curuá foi flagrada pelo Ibama, que aplicou multa administrativa de R$ 2,8 milhões. Na sentença, o juiz federal em Itaituba, Ilan Presser, observa que, mesmo tendo conhecimento pessoal da autuação ambiental, Dalla Riva não adotou nenhuma medida para a regularização ambiental da área degradada, o que mostrou a necessidade de que a pena fosse pagamento em dinheiro.

“Diante de tal conjuntura, a imposição de obrigação de fazer consistente na reparação do dano ambiental implicaria medida inócua, já que altamente improvável e inverossímil o cumprimento espontâneo pelo réu, que inclusive é um dos réus da ação criminal decorrente da operação Castanheira, que apura a ocorrência de diversos crimes ambientais na região de Novo Progresso”, registra a sentença.

Operação Castanheira – A operação Castanheira teve como alvo grupo que atuava ao longo da rodovia BR-163, na região entre os municípios de Altamira e Novo Progresso. A área onde a quadrilha atuava concentrava cerca de 10% de todo o desmatamento da Amazônia de 2012 a 2014.

Após ficarem foragidos por quase seis meses, Edivaldo Dalla Riva e Ezequiel Castanha foram presos em Novo Progresso. O grupo invadia terras públicas, desmatava e incendiava as áreas para formação de pastos, e depois vendia as terras como fazendas, registra denúncia encaminhada pelo MPF/PA à Justiça. A prática chegava a render para a quadrilha R$ 20 milhões por fazenda.

Durante essa rotina eram praticados 17 tipos de crimes, incluindo lavagem de dinheiro. De acordo com a PF, pelo menos 15,5 mil hectares foram desmatados pela quadrilha só durante as investigações, resultando em um prejuízo ambiental equivalente a R$ 500 milhões, no mínimo.

O MPF denunciou à Justiça 23 integrantes da organização, que podem ficar sujeitos a penas que variam de 13 a 55 anos de cadeia.

Postador: Manancial de Carajás, com informações do Globo Rural.

ELEIÇÕES NO SINTEPP XINGUARA

Chapa 02 vence uma das eleições mais acirradas da história do Sintepp Subsede de Xinguara

Dawson Scarparo – Chapa 01– Chapa 02 Maria Reis – Chapa 03 Felisberto Sena 
Filiados ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará Subsede de Xinguara, foram às urnas nos dias 27, 28 e 29 desse mês para eleger a nova coordenação da classe. Foi uma das eleições mais acirradas, e pela primeira vez, três chapas concorreram o pleito para o triênio  2015/2018.  

A chapa Coragem e Determinação foi a grande vencedora com larga vantagem sobre os concorrentes. Chapa (2) 107 / Chapa (3) 80 e Chapa (1) 18. A chapa eleita tem a sua disposição 20 nomes de profissionais em educação dos diferentes setores e sem qualquer interesse político ou pessoal e compromissados com uma  educação de qualidade e que busca uma gestão democrática, participativa, interativa e transparente.

Maria Reis, candidata eleita à coordenação geral do Sintepp, defendeu durante sua campanha a tese de que é necessário se pensar em uma coordenação democrática e transparente para o novo triênio, na qual o filiado possa exercer seu direito de expressão e sobretudo administrar harmoniosamente os interesses da categoria.

Entre os planos de ação da chapa 2 está a reorganização institucional, administrativa e financeira do Sintepp, criar um portal de transparência da entidade, defender eleições  direta para direções das escolas municipais, fortalecer articulações por mais qualidade  social da educação escolar e ainda defende a realização de um novo concurso público  municipal.

Foto: Xinguara ativa. Postador: Manancial de Carajás

sexta-feira, 29 de maio de 2015

CONTAS REJEITADAS

Ex-prefeito de Tucumã tem contas reprovadas pelo Ministério da Saúde

Cardoso recebeu repasses da Funasa no valor de R$ 320 mil, mas não executou obras de saneamento que poderiam beneficiar mais de 36 mil moradores do município. (FOTO: Arquivo)
O ex-prefeito de Tucumã, Celso Cardoso, teve a prestação de contas reprovadas pelo Ministério da Saúde, por meio da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), por omissão “no dever de prestar contas” ao órgão, como consta no ofício nº 849, endereçado ao atual prefeito do município, Adelar Pelegrini, em junho de 2014.

De acordo com a Funasa, Cardoso recebeu recursos no valor de R$ 320.000,00, referentes à 1ª parcela do total de 800.000,00 mil, em 2005, quando era prefeito da cidade, mas não teria executado em sua totalidade as obras que previa a implantação, no prazo de um ano, de um sistema de saneamento na cidade, conforme previa o convênio nº 2077/2005, à época, entre o órgão e prefeitura de Tucumã. A contrapartida da prefeitura seria no valor de R$ 80.000,00.

No documento, a Funasa esclarece que a atual administração municipal não será penalizada, e que a responsabilidade pelo prejuízo ao tesouro nacional é do ex-prefeito Celso Cardoso, que geriu os recursos, mas não executou as obras.

Ainda no parecer financeiro de nº 123/2014, o órgão teria feito dois repasses para conta da prefeitura (nº18.823-9, da agência 4549-7, do Banco do Brasil, de Xinguara), cerca de 40% dos recursos, no total de R$ 320 mil, referentes a 1ª parcela dos valores destinados à obra.

De acordo com documento da Funasa, embora tenham sido depositados os valores na referida conta de Xinguara, os recursos foram transferidos e movimentados pela prefeitura na agência nº 2786-3, de Tucumã, mas mantida a mesma numeração da conta anterior, de Xinguara, com base em informações contidas no relatório de acompanhamento financeiro.

Também ficou constatado que, após tomar conhecimento da notificação pela não aprovação de suas contas, o ex-prefeito Celso Cardoso não fez depósito de contrapartida e apresentou, através de uma procuradora, a prestação de contas do valor recebido da 1ª parcela (R$ 320.000,00), por meio de documento sem numeração, o que passou a ser analisado pela Funasa, além de não ter certificação dos serviços prestados, contrariando o artigo 30, da IN/STN/97 e Acórdão nº 958/2008/TCU 2ª Câmara.

Como se não bastasse, uma nota técnica da Funasa comprovou que somente 16% da obra física foi executada, mas que correspondia apenas a placa de identificação da obra, em local onde já havia habitações.

O parecer do órgão constatou, também, que nenhuma das ações do plano de trabalho foram realizadas, e que o valor referente à 2ª parcela para construção da obra, no valor de 160.000,00, ficou sem aplicação no mercado financeiro por um período de três meses.
Portanto, o documento conclui que, apesar de ter ficado comprovado o repasse da 1ª parcela de quase a totalidade dos recursos para a empresa contratada, a obra de saneamento não foi executada, o que contraria o disposto do Art.38, do Decreto Lei, 93.872/86.

OUTRO LADO: De acordo com o ex-prefeito Celso Cardoso, do total de R$ 320 mil repassados pela Funasa para a conta da prefeitura, foram usados apenas R$ 156 mil na fase inicial do projeto, que compreende o sistema aquaviário (encanação).

Ainda de acordo com ele, a obra teve de ser paralisada porque o local foi invadido por populares. “Com base nisso, a própria prefeitura pediu a vistoria de um engenheiro da Funasa, que constatou a inviabilidade da obra no mesmo local e que precisaria ser feito estudo de outra área para a continuidade ao projeto. Por esse motivo, devolvemos o valor de R$ 185 mil à Funasa totalmente corrigido. Temos o documento que mostra esse parecer do órgão ratificando a decisão. Tudo isso foi apresentado na defesa ao engenheiro da Funasa, mas ele está de férias. Estamos aguardando o parecer positivo. O documento da Funasa reprovando as nossas contas, apenas foi um parecer inicial, porque ainda não tínhamos essa constatação”, defende-se Cardoso.
Cardoso reforça, ainda, que cabe agora a atual gestão fazer estudo de viabilidade do projeto de esgotamento sanitário em outra área. “Nosso mandato perdeu as eleições, e não deu para continuar as obras”, desculpou-se Cardoso.

Wesley Costa-Sucursal Belém

Postador: Manancial de Carajás, com informações do jornal a noticia

NA CADEIA

Vereador de Parauapaebas já está preso em Santa Izabel

Foto: banco de dados do google
O vereador Odilon Rocha (SDD), de Parauapebas, preso na operação Filisteu, chegou ontem à capital paraense. Ele está preso no Centro de Recuperação Especial Coronel Anastácio das Neves (Crecan), no Complexo Penitenciário de Santa Izabel, onde ingressou por volta das 13h. O vereador precisou de atendimento psicossocial na chegada ao centro de detenção. Odilon e o vereador José Arenes (PT), também preso na mesma operação, estão custodiados na cela de triagem da unidade prisional, separados dos demais detentos. A medida consiste em um procedimento padrão, segundo informou a Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe). O empresário Edimar Cavalcante foi transferido para o Presídio Estadual Metropolitano I (PEM I), no Complexo Penitenciário de Marituba.

Nos próximos dias, os dois vereadores serão encaminhados a celas coletivas junto com outros detentos, onde ficarão à disposição da Justiça. Odilon foi preso na última terça-feira, 26, acusado de participar de um esquema de fraudes em licitações entre os anos de 2013 e 2014, quando exerceu o cargo de primeiro secretário da câmara do município. Depois de preso, foi transferido a um hospital particular de Paragominas, após passar mal. O caso está sendo investigado pelo Ministério Público do Estado (MPE) e pela Polícia Federal.

Rocha ficou conhecido ao afirmar que a remuneração paga pelos cofres públicos a um vereador era insuficiente para “viver de forma honesta”. O caso ganhou notoriedade na internet, após gravação em sessão na câmara, no dia 24 de abril. “O valor que o vereador ganha aqui, se ele não for corrupto, ele mal se sustenta durante o mês”, declarou Odilon, que cumpre o quinto mandato na câmara municipal de Parauapebas.

De acordo com a Susipe, caso seja apresentado laudo clínico comprovando problemas de saúde, com a devida autorização judicial, o vereador será encaminhado para a ala de enfermaria da unidade prisional. Odilon é acusado de receber 50% dos valores superfaturados do empresário que vencia as licitações do período. O empresário Edimar Cavalcante foi preso acusado de emitir notas fiscais frias e superfaturadas.

A Prefeitura de Parauapebas informou que colabora com as investigações fornecendo informações e que os serviços municipais não foram interrompidos com a operação. Também afirmou que os procedimentos referentes à Câmara Municipal são de responsabilidade da mesa diretora do Poder Legislativo.

Da redação do Manancial de Carajás, com informações de ORMNews

SAÚDE ENVIA DINHEIRO

Ministério da Saúde libera R$ 220 milhões para municípios
Ministro da Saúde, Arthur Chioro, anunciou o repasse de R$ 220 milhões em parcela única para municípios

Ministro da Saúde, Arthur Chioro
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, anunciou na quarta-feira (27) o repasse de R$ 220 milhões em parcela única para municípios de 25 estados e o Distrito Federal. Os recursos, previstos em seis portarias de temas específicos são destinados aos serviços de emergência do Sistema Único de Saúde (SUS), como Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Para a assistência hospitalar, serão contemplados os serviços de cardiologia, além da Saúde Mental.

“Todos os recursos que estavam com portarias já publicadas foram liberados, para UPA, SAMU, contratualização entre outras áreas que aguardavam recursos.  São R$ 220 milhões que nós já estamos executando, a partir da liberação, na sexta-feira passada, do nosso orçamento. Neste momento, não há nenhuma portaria já aprovada e publicada que não tenha sido paga. E os pagamentos serão retroativos à data de publicação da portaria”, reforçou o ministro da Saúde, Arthur Chioro, que disse ainda que estão previstos mais recursos para as cirurgias eletivas.

Entre as portarias já publicadas estão R$ 88,6 milhões para UPAs, R$ 23 milhões para Saúde Mental, R$ 13,5 milhões para leitos de UTI, R$ 67,2 milhões Santas Casas e Hospitais Filantrópicos por meio do Incentivo de Adesão à Contratualização (IAC) e R$ 2,9 milhões para Serviços de Alta Complexidade em Cardiologia. Na próxima semana serão mais R$ 24,6 milhões para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192).

O anúncio foi feito pelo ministro durante a sessão de Informes do Governo Federal na “XVIII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios”, realizada nesta quarta-feira (27), em Brasília (DF). Desde o início do evento, equipes técnicas do Ministério da Saúde estão à disposição dos prefeitos e gestores de saúde pública p ara tirar dúvidas e esclarecer questões sobre os temas mais importantes da pasta na relação interinstitucional.

OBJETO        VALOR

UPA    ..............R$  88.611.500,00
SAMU  ..............R$  24.640.686,50
IAC     ..............R$  67.207.678,54
Alta Complexidade ........R$ 2.957.434,76
UTI   ...............R$ 13.571.334,51
Saúde Mental ....R$ 23.047.979,23
TOTAL          R$ 220.036.613,54

Fonte: Agência Saúde

Da redação do Manancial de Carajás, com informações da Agência Estado

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