quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

PROMESSA

Idoso carrega cruz de 50 kg há 7 anos para pagar promessa em Trindade

O pagador de promessa, de 66 anos, 
vai até Trindade
Desde 2007, o pernambucano Pedro Albuquerque, de 66 anos, carrega uma cruz de 50 kg para pagar uma promessa, passando por 11 estados e o Distrito Federal, em agradecimento à cura de um problema de saúde. Atualmente em Luziânia, no Entorno do DF, o fiel pretende chegar ao Santuário Basílica do Divino Pai Eterno, em Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia, daqui a dois meses. 
 
“Faz sete anos que eu estou nessa caminhada. Eu fiz uma promessa para o nosso senhor Jesus Cristo, porque eu sofria de trombose e hoje, graças a Deus, ele me curou e eu estou nessa caminhada”, disse o fiel, que deixou Caruaru, sua cidade natal, onde era varredor de rua e morava com três filhos, para agradecer as bênçãos recebidas.

O fiel relata que seu problema de saúde era considerado grae pelos médicos e que ele corria risco de morte. Ao fazer a promessa, disse que não seguiria em linha reta pelas cidades, que seria o caminho mais fácil, e sim passando por 11 estados, além do Distrito Federal. Até hoje, segundo as contas do idoso, ele já percorreu mais de 300 cidades, totalizando 13 mil quilômetros percorridos. 

Foto e Fonte: (G1/GO). Postador: Manancial de Carajás

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

ABANDONO

Pontes da BR-158 são “armadilhas” para motoristas
Uma das principais rodovias do sul do Pará, responsável pelo escoamento da produção de soja e milho colhida nos estados do Mato Grosso e Pará, a BR-158, é o retrato do descaso e abandono do governo federal.

Considerada como portal de entrada da região sul do Pará, a Rodovia BR-158, em um trecho de 110 quilômetros, que liga Redenção ao distrito de Casa de Tábua, possui pontes que são verdadeiras armadilhas.

Há mais de décadas esperando por reforma e reconstrução, as pontes construídas sobre os rios Inajazinho e Inajazão, funcionam como verdadeiras ‘’arapucas’’ para motoristas de caminhões, vans, ônibus e carros de passeio que diariamente trafegam pela estrada. Pela BR-158 passam dezenas de Bi-trens, com toneladas de soja e milho, produzidas no norte de Mato Grosso e Sul do Pará.

Os principais problemas enfrentados pelos motoristas são pontes improvisadas com grades de metal, que foram construídas há mais de duas décadas, como medida paliativa. O que era para ser temporário, desde então, se tornou permanente. Os 63 metros de extensão da ponte sobre o igarapé Inajá têm placas de metal danificadas e com visíveis sinais de deterioração. Além disso, a estrutura não possui nenhuma proteção para o tráfego de veículos.

O descaso com a preservação das pontes e a má qualidade da pavimentação, encarece o frete, e prejudica o escoamento da safra de grãos dos dois estados como conta o motorista Armando José Filho. “Eu passo por aqui, mas sei do risco que corro com falta de estrada adequada e pontes regulares. O jeito é cobrar mais caro pelo frete e se aventurar nessas armadilhas, que representam uma verdadeira vergonha para uma região e um estado rico como o Pará’’, desabafa o motorista.

O asfalto de má qualidade e trechos com muitos buracos faz parte do conjunto de desafios que os motoristas que transportam a produção agrícola enfrentam constantemente.  Uma empresa contratada pelo DNIT para fazer a recuperação do trecho de Redenção até a cidade de Vila Rica, no Mato Grosso, paralisou o trabalho por falta de pagamento e não há previsão de quando serão retomadas as obras.
Dezenas de acidentes  já foram registrados  envolvendo carros de pequeno, médio e grande porte, assim como motocicletas, sobre as perigosas pontes, onde grande parte das  ocorrências houve vítimas fatais.

O morador da região Francisco da Silva, que passa há anos passa por sobre as  mesmas ponte, revela que a situação é um caos. “Sinto-me envergonhado. Este é meu caminho há anos e a falta de vontade que vejo dos nossos representantes em trabalhar para acabar com essas    pontes perigosas, assassinas que muito prejuízo tem causado a motoristas e ceifados vida de pessoas inocentes”, relata o motorista.

A reportagem do NOSSO JORNAL e blog,  constataram que a maioria das pontes possui ao lado uma pré-estrutura para execução de obras que substituiriam as atuais,        que estão deteriorando com o tempo. Ainda no trecho existem pontes de madeira que foram construídas como algo provisório mais que pelo que parece ficarão por décadas como o paliativo.   

Foto e Fonte: Dinho Santos. Postador: Manancial de Carajás

ACIDENTE

Ultrapassagem irregular pode ter sido a principal causa de acidente na PA-275 que matou duas pessoas

Mais uma vez a imprudência voltou a fazer vítimas fatais em Parauapebas. Desta vez um trágico acidente envolvendo um carro pequeno, modelo pick-up strada e dois caminhões na Rodovia PA-275, tirou a vida de duas pessoas. Tratam-se de Elias Gonçalves de 52 anos de idade e Antônio Batista de 33 anos.

O acidente ocorreu na manhã desta terça-feira (20)  próximo da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), entrada da cidade na PA-275, no trecho entre as cidades de Parauapebas e Curionópolis.

Homens da Polícia Rodoviária Estadual foram acionados para prestarem serviços no local do acidente e de acordo com informações repassadas à imprensa, o motorista do carro pequeno teria feito uma ultrapassagem proibida e acabou provocando a colisão entre uma carreta e um caminhão que transportava tijolos.
O motorista do caminhão que carregava tijolos e o ajudante dele morreram na hora. O motorista do carro, é um médico Cubano de prenome Júlio, que presta serviços em Parauapebas e também em Curionópolis, ele foi detido e liberado em seguida, porém, na tarde desta quarta-feira (21) prestará novo depoimento ao Delegado Nelson Alves Júnior, na Superintendência de Polícia Civil de Parauapebas.

De acordo com informações do Sargento Edimilson Felix, da Polícia Rodoviária Estadual do Pará, o médico disse que estava com pressa para começar o plantão dele num hospital em Curionópolis.

Os corpos das vítimas foram encaminhados para o Instituto Médico Legal de Parauapebas. E as outras duas pessoas que foram encaminhadas ao Hospital, continuam internadas em observação.

Congestionamento quilométrico

Com o acidente, dois dos três veículos envolvidos acabaram ficando atravessados na PA-275, e com isso, formou-se um congestionamento quilométrico. Homens da Policia Rodoviária tiveram trabalho para organizar o trânsito, tendo em vista que a rodovia conta com um fluxo de veículos muito grande.

Reportagem e fotos: Bariloche Silva – Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar. Postador: Manancial de Carajás

HANSENÍASE

Sespa orienta municípios sobre campanhas de prevenção à hanseníase
Da Redação

No próximo domingo, 25, prédios públicos de relevância turística dos municípios paraenses estarão liberados para promover projeções de luzes nas cores marrom, vermelho e bege, que representam os tons das manchas provocadas pela hanseníase, alvo da campanha lançada nesta quarta-feira, 21, pelo Ministério da Saúde, com o objetivo de mobilizar profissionais da área, gestores e a população em geral em favor do diagnóstico precoce da doença, que tem tratamento gratuito oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Foto: banco de imagens do google
Com o tema “Hanseníase: quanto antes você descobrir, mais cedo vai se curar”, a campanha de 2015 ganhará força no Pará, um dos cincos Estados brasileiros - incluindo Mato Grosso, Maranhão, Tocantins, Rondônia e Goiás - com municípios onde há maior prevalência de casos.

Há dois anos, 61 municípios prioritários promoveram a campanha. No ano seguinte, em 2014, a adesão foi de 111 municípios, a partir de uma mobilização lançada em Marabá, sudeste paraense, no mês de agosto.

A transmissão se dá por meio de espirros e tosses, por exemplo, de uma pessoa doente e sem tratamento. O contágio não é possível através de abraços e apertos de mão. Também não é necessário separar roupas, pratos, talheres e copos do infectado em casa. O tratamento é gratuito e inclui um coquetel de antibióticos, podendo durar até um ano e meio.

Sintomas

Os principais sintomas da hanseníase são: manchas avermelhadas, esbranquiçadas ou amarronzadas no corpo com diminuição ou perda de sensibilidade ao calor, tato e à dor; caroços avermelhados às vezes doloridos; sensação de choque com fisgadas ao longo dos braços e pernas; áreas com diminuição de pelos e suor; e o engrossamento do nervo que passa pelo cotovelo levando ao comprometimento gradual da força do quinto dedo da mão.

Mozart  Lira
Secretaria de Estado de Saúde Publica

Foto e Fonte: Agência Pará. Postador: Manancial de Carajás

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