sexta-feira, 15 de novembro de 2013

INSEGURANÇA

Dr. Ubirajara: “Segurança – Jatene deve dar uma satisfação à sociedade”
Dr. Ubirajara Bentes Filho denuncia descaso de Simão Jatene com Segurança Pública

Dr. Ubirajara Bentes e Governador Simão Jatene
O aumento no índice da violência em Santarém e em todo o Estado do Pará, resultando na morte de dois advogados este ano, gerou críticas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), através da Subseção de Santarém, relacionadas a administração do governador Simão Jatene (PSDB). De acordo com o presidente da OAB/Santarém, Dr. Ubirajara Bentes Filho, o Pará é muito grande, onde a ausência do Estado se torna presente nas mais diferentes regiões, contribuindo para o crescimento da violência contra as mais variadas classes da sociedade, como advogados, juízes, promotores e jornalistas. Para ele, o Governador deve ser mais presente e ter a humildade de pedir ajuda do Governo Federal para combater a onda de violência no Pará. Acompanhe os principais detalhes da entrevista:

Jornal O Impacto: Houve o assassinato de dois advogados neste ano no Estado do Pará. Como está sendo feito o acompanhamento das investigações desses casos pela OAB?

Ubirajara Bentes: Nos últimos dois anos foram mais de uma dezena de advogados mortos por crime de pistolagem. A situação está cada vez pior. A Polícia tem se mostrado inoperante, no sentido de identificar e prender essas pessoas. Há mandados de prisão que estão há dois anos sem serem cumpridos. Um colega foi morto em Abaetetuba, sob mando do Prefeito e do pai do Prefeito, há quase dois anos. Enquanto isso, as empresas deles estão crescendo. Em Santarém também ocorre a insegurança da população. Embora acreditamos que a Polícia esteja melhor aparelhada, ainda faltam recursos humanos para que o órgão possa dar conta de elucidar os crimes. A OAB está clamando e pedindo uma solução para que se resolva essa questão da violência não só para identificar e punir os assassinos dos advogados, mas também para melhorar a segurança da população.

Jornal O Impacto: Hoje tanto os profissionais de alto escalão quanto a demanda reprimida da sociedade estão reféns da violência no Pará?

Ubirajara Bentes: Hoje, a população fica presa em sua casa, enquanto que o bandido exerce o direito de ir e vir e, isso não pode acontecer! No próximo dia 19, o Conselho da OAB vai se reunir em Belém, para analisar que providência irá tomar em relação ao poder público estadual, no que diz respeito a essas mortes. A queixa e a revolta dos advogados é muito grande. Todas as Subseções do Pará se manifestaram contrárias a onda de violência. O vereador Ronan Liberal apresentou um trabalho na Câmara cobrando uma solução, porque a população não pode mais viver em insegurança.

Jornal O Impacto: Esses crimes seriam uma forma de retaliação de um determinado grupo relacionado à atuação dos advogados no Pará?

Ubirajara Bentes: Não seria uma organização, mas pessoas insatisfeitas com os resultados das questões e dos processos, o que para eles é a única maneira de tentar calar os advogados. Isso não vai solucionar, porque tombando um advogado virão outros. Hoje, entre os membros da OAB, se mexer com um, mexeu com todos! Então, se tombar um, outros vão se levantar na defesa da causa, que estava o companheiro que foi morto.

Jornal O Impacto: Além dos advogados, outras classes também sofrem com a onda de violência, como juízes, policiais civis e militares, bem como jornalistas. O que está acontecendo com o poder público, que não toma iniciativa para coibir essa modalidade de crime?

Ubirajara Bentes: Todos sofrem com a violência! Todos são iguais e sofrem com isso. É o juiz, o promotor de justiça, o defensor, o advogado, o empregado, o contador, o jornalista e todas essas pessoas que vivem na sociedade, que estão na insegurança. Diariamente, vemos os jornais locais, regionais e nacionais, falando da situação da impunidade dos crimes, no Pará. Temos que acabar com essa história, porque a Polícia deve ser mais eficiente e o Governo do Estado deve adotar medidas, que possa coibir a violência contra os cidadãos, porque não temos mais segurança de estar nas ruas e não conseguimos mais sentar nas nossas calçadas e conversar em função da insegurança. É preciso que o Estado dê um basta e seja mais presente. A ausência do Estado é constante tanto atrás das grades, nos presídios quanto fora em relação à sociedade.

Jornal O Impacto: Deveria haver um acompanhamento melhor por parte do Governo do Pará em relação a essa onda de violência?

Ubirajara Bentes: Correto! O Estado deve realizar concursos públicos e preparar melhor seus policiais, colocando-os em academias de Polícia, para que possam com treinamento sair de lá e enfrentar essa bandidagem, que é o crime organizado. O Estado precisa investir em recursos humanos. Em Santarém, quando a gente chega na Delegacia, existe um mínimo de profissionais de plantão, nos finais de semana. Às vezes para se substituir até o motorista de uma viatura é difícil. Em alguns casos, tem a viatura, mas não tem quem possa dirigi-la. Alguns desses profissionais têm uma carga de trabalho insuportável que ficam quase sem condições de exercer bem a atividade. O Estado precisa estar mais presente e dar uma satisfação à sociedade.

Jornal O Impacto: O atual Governador tem condições de administrar um Estado que é maior do que muitos países?

Ubirajara Bentes: O Estado tem que ver essa insegurança de um modo geral. O atual governador Simão Jatene não tem condições de administrar o Estado do Pará. A máquina administrativa não tem material humano para garantir a segurança da população. Quando tem esse tipo de profissional, eles recebem um salário muito baixo. Até o material é precário, como cheguei a ver coletes à prova de bala muito finos. Não é justo o cidadão chegar a uma Delegacia para registrar uma ocorrência e encontrar o local fechado. O Estado deve olhar e se voltar para a segurança pública. Deve verificar, porque isso tudo é questão de planejamento e administração e dar uma solução.

Jornal O Impacto: A OAB vai entrar com algum processo contra o governador Simão Jatene com relação à falta de segurança pública no Pará?

Ubirajara Bentes: É essa a discussão do dia 19 de novembro, na reunião do Conselho Subseccional, em Belém. Santarém terá representantes na reunião e lá serão decididos quais são os rumos que irão tomar. Esperamos que o Estado recorra ao Ministério da Justiça para que venha intervir e colaborar com a Polícia do Pará na solução desses problemas. Temos como exemplo, o governador de São Paulo, que pediu força militar, para desobstruir as estradas, onde foi a Força Nacional. Por que a Força a Nacional não pode chegar aqui no Pará e ajudar? Isso não é demérito para ninguém. Se o Estado não tem condições de andar com as próprias pernas, tem que recorrer à ajuda do Governo Federal.

Foto e Fonte: RG 15/O Impacto. Postador: Manancial de Carajás

JUSTIÇA

MENSALÃO »
Dez condenados se entregam à PF; entre eles José Dirceu, Genoino e Marcos Valério

NA CADEIA

Supremo expede 12 mandados de prisão contra condenados do mensalão

SEVERINO MOTTA
MATHEUS LEITÃO
MARIANA HAUBERT
GABRIELA GUERREIRO
DE BRASÍLIAm

Entre os 12 estão o ex-ministro José Dirceu e o ex-presidente do PT José Genoino, que foi o primeiro a se entregar à polícia.
Mandados também foram expedidos contra o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o operador do esquema, Marcos Valério.

O delator Roberto Jefferson, no entanto, não teve seu mandado de prisão expedido hoje.

POLÍCIA FEDERAL
Em Brasília, durante a operação para o cumprimento dos mandados, a PF foi até a casa do ex-tesoureiro do antigo PL, hoje PR, Jacinto Lamas. Três agentes bateram em sua porta mas o condenado não foi encontrado.
Um dos agentes informou que ele não é considerado foragido. A PF recebeu informações sobre seu paradeiro e ele prometeu se entregar.


Veja a lista dos 12 mandados expedidos:
1. José Dirceu
2. José Genoino
3. Delúbio Soares
4. Marcos Valério
5. Cristiano Paz
6. Ramon Hollerbach
7. Simone Vasconcelos
8. Kátia Rabelo
9. José Roberto Salgado
10. Romeu Queiroz
11. Jacinto Lamas
12. Henrique Pizzolatto


Foto: Fonte: Folha de São Paulo. Postador: Manancial de Carajás

GATUNOS

Associações civis tomam as rédeas do combate à corrupção

Usar a força do cidadão para com bater a corrupção é o grande objetivo de grupos populares, cada vez mais comuns, que tentam fiscalizar, denunciar e cobrar punição aos envolvidos em fraudes e desvios de dinheiro público.
     
Organizações não governamentais (ONGs) e associações criadas sem vínculos político-partidários espalhadas pelo país acompanham os trabalhos desenvolvidos por gestores municipais.
        
As atividades, que vêm ganhando adeptos em todo o Brasil, começam a dar bons resultados: cassação de gestores, afastamento e prisão de políticos, reparo em obras e até mesmo a devolução de verbas desviadas são alguns dos benefícios de quem dedica parte do tempo para o bem comum: a boa administração pública.

     
Fábio Oliva
Advogado – OABMG 141.358
Jornalista Investigativo – Registro Profissional MTb 09423 JPMG
Editor da Folha do Norte

Postador: Manancial de Carajás

GOLPE

Bomba - SINSMUT ajuíza Ação Civil Pública contra o Prefeito de Tucuruí Sancler Ferreira.

Tucuruí é o único município do Pará que não fez concurso público nos últimos sete anos.

O Jornal de Tucuruí noticiou a Ação Civil Pública movida pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Tucuruí (SINSMUT) contra o Prefeito Sancler Ferreira (PPS), devido a várias irregularidades na criação do Instituto de Previdência Municipal (IPASET). Além disso, o Sindicato quer saber onde estão os mais de R$ 4.000.000,00 (Quatro milhões) arrecadados pelo IPASET até hoje. O prefeito é presidente da AMAT eleito com apoio do Governador Jatene]. O destaque em cores é do Manancial de Carajás
  
Na sequencia os representantes do Sindicato estão protocolando ofícios ao Ministério Público Federal e o Ministério Público Estadual para que os mesmos acompanhem o processo e tomem as medidas cabíveis.
   
O Prefeito e seus assessores têm de entender que os Funcionários Públicos Municipais não estão mais indefesos diante dos abusos e desrespeitos que há décadas são cometidos contra o funcionalismo, abusos estes que cresceram muito nos últimos cinco anos. O Prefeito tem de entender ainda que as coisas mudaram e ele não tem mais o controle sobre o sindicato cuja diretoria não é mais fantoche da Administração Municipal.  

Já lesaram e prejudicaram os Servidores da Prefeitura com o "golpe" do FUNPREV, isso não vai acontecer novamente com a criação do IPASET. 

Leia a matéria completa no Jornal de Tucuruí, Clique Aqui.

Foto e Fonte: Folha de Tucuruí. Postador: Manancial de Carajás

COBRANÇA

Pará vai exigir hidrovia Araguaia-Tocantins

Depois de inflamados debates que em situação bastante embaraçosa o representante do DNit, o 1º Seminário de Logística da Amazônia terminou, ontem à noite, com uma proposta para tentar salvar o projeto de derrocamento do Pedral do Lourenço e a própria Hidrovia do Tocantins. Realizado no Hangar, o encontro firmou, por consenso dos participantes, a convicção de que, se não houver pressão política sobre as autoridades de Brasília, irão para o limbo todos os empreendimentos logísticos do Pará. Uma reunião será agendada com a direção do DNit para cobrar uma decisão conclusiva e a licitação imediata da obra.

Empresários, técnicos do setor, membros da academia e executivos de empresas ligadas às atividades portuárias e de navegação deixaram claro que já não acreditam que exista, da parte do governo, o menor interesse em levar adiante o projeto. Para eles, a decisão do DNit, de arquivar o estudo realizado pela Faculdade de Engenharia Naval da UFPA, para se fixar num projeto custeado pela Vale para o Ministério dos Transportes, reflete a falta de compromisso do governo para com o empreendimento.

A reação mais impetuosa partiu do presidente do Sindicato dos Armadores do Pará (Sindarpa), Eduardo Carvalho. Ele, que é vice-presidente da Federação Nacional das Empresas de Navegação, disse que a decisão de não implantar a hidrovia do Tocantins é política e tem que receber uma resposta política. Como 2014 é ano eleitoral, Eduardo Carvalho destacou que a população paraense como um todo deve ser mobilizada com esse objetivo. “Se ela diz não ao Pará, o Pará tem que dizer também não à reeleição. Se ela nos vira as costas, os eleitores do Pará também devem lhe virar as costas”, disse ele, referindo-se à presidente Dilma Rousseff.

Foto e Fonte: (Diário do Pará). Postador: Manancial de Carajás

EDUCAÇÃO MAIS FORTE

Após 53 dias, categoria anuncia suspensão da greve

Milhares de professores estiveram na assembleia
realizada na sede do Paysandu
em Belém (Foto: Facebook/Sintepp)
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp) anunciou nesta quinta-feira (14), em página oficial no Facebook, a suspensão da greve da categoria após 53 dias. A suspensão foi decidida na assembleia realizada na sede do Paysandu, em Belém.

Além da deliberação, o sindicato afirma que a decisão foi tomada na perspectiva de garantir a vitória da educação pública no Estado. "Quem recua é o governo, não tem quem negue esta conquista. O Sintepp se organiza para uma luta que terá cada vez mais fôlego. [sic]", destaca a postagem.

Embora o discurso tenha caráter positivo, na página do sindicato alguns professores e servidores não ficaram satisfeitos com a decisão. "A greve terminou por baixo, mais uma vez os professores sendo humilhados. Essa decisão deveria ter sido tomada na semana passada, agora a tucunalha aprendeu como acabar com uma greve legitíma.. [sic]", comenta Luiz Carlos Jr.

Foto e Fonte: (DOL). Postador: Manancial de Carajás

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