sábado, 13 de abril de 2013

"Condenamos atos, não pessoas", diz presidente das Assembleias de Deus 

 Reeleito para comandar uma das mais numerosas alas da Assembleia de Deus, o religioso é aliado importante de Dilma para 2014

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações do Correio Brasiliense



"Existe um movimento muito forte que quer jogar os evangélicos contra a ala gay, lésbicas, essa gente aí. Nós não temos nada com eles. Respeitamos. Cada um tem o direito de viver como bem interessa. Nós somos contra o ato que eles praticam, não contra as pessoas"

Há 25 anos no comando da Convenção Geral das Assembleias de Deus, maior denominação evangélica do país, o cearense de São Luís do Curu radicado em São Paulo José Wellington Bezerra da Costa, 78 anos, foi reconduzido ao cargo, na última quinta-feira, para mais um mandato de quatro anos. A eleição foi apertada: fez 54,9% dos 16.410 votos válidos, contra 45,1% alcançados por Samuel Câmara, pastor da igreja-mãe de Belém (PA).

Câmara tem influência sobre boa parte do eleitorado evangélico do país. A Assembleia de Deus tem mais de 12 milhões de fiéis, de acordo com dados do IBGE. O opositor Samuel Câmara é alinhado ao presidente da Comissão de Direitos Humanos, Marco Feliciano (PSC-SP). José Wellington se esquivou de assinar a moção de apoio da Assembleia ao parlamentar, mas não deixou de elogiá-lo perante milhares de pastores reunidos em Brasília esta semana.

Temas de cunho religioso, como o debate em torno da legalização do aborto, tiveram muito peso nas eleições presidenciais de 2010. Como a igreja vai se posicionar em relação a 2014?

Nós ainda não convencionamos este assunto. Eu, pessoalmente, olho com muita simpatia o governo da nossa presidente. Ela tem se portado com uma decência muito grande.

Será feita uma convenção para decidir qual candidato a Assembleia de Deus irá apoiar?

Com certeza. Nós nos reuniremos e iremos estudar qual será para nós o candidato mais viável. Se a eleição fosse hoje, a presidente estaria reeleita tranquilamente. Não seria nem uma eleição, é uma nomeação, uma maioria tremenda.

VEJA ENTREVISTA 
Interdição da BR 155 é mantida para segunda-feira, 15

População dá ultimato ao DNIT e fechamentos das BRs 155 e 158 estão confirmados

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações do blog Edmar Brito

Aconteceu na tarde desta sexta-feira (12), nas dependências do salão da Associação Comercial e Empresarial de Xinguara (ACIAPA) uma reunião comandada pelo deputado federal Zequinha Marinho (PSC/PA), coordenador de uma frente parlamentar em defesa da recuperação asfáltica da BR 155.
 
Dr. Lauro Macesdo
Durante a reunião, que contou com lideranças de vários municípios da região, o deputado Zequinha e as lideranças políticas, empresariais e representativas da sociedade sulparaense, propuseram aos representantes do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre) e da empresa Guizard Júnior, responsável pela obra, alternativas para resolver com urgência o problema da rodovia, que se encontra em estado deplorável de conservação, especialmente no trecho entre Xinguara a Eldorado de Carajás.

Deputado Federal Zequinha Marinho (PSC-PA)
Lideranças de Redenção
 Pressionado, o DNIT explicou que vai avaliar o pedido das lideranças, que foi a de recuperar os 340 quilômetros da estrada num prazo de 30 dias, sob pena do protesto de fechamento da mesma, -  marcado para esta segunda-feira (15), que seria de no máximo dois dias, - haver uma radicalização e o protesto se estender por tempo indeterminado, isto, claro, se o DNIT e a Guizard Júnior não trouxerem até segunda-feira, uma solução que venha de encontro aos anseios da população.

O SUL DO PARÁ VAI PARAR

Ficou acertado entre os coordenadores do movimento que, independentemente de como seja a resposta do DNIT, o fechamento da BR 155 vai ocorrer de qualquer maneira, em dois lugares, um em Xinguara e outro em Redenção.
 
Vereador Alex Santiago - Redenção
Um dos coordenadores do movimento em Redenção, vereador Alex Santiago, explicou que já providenciou para o local de fechamento da estrada, a parte de segurança pública, o apoio logístico, e grupo de coordenação para resolver os problemas que por ventura venham surgir durante o movimento.
 
Engenheiro Mario Eduardo Costa do DNIT - Pará
Em Xinguara, o dr. Lauro Macedo, um dos entusiastas a favor do protesto, disse em entrevista que é preciso haver senso comum entre as populações do sul do Pará, as mais prejudicadas, segundo ele, que tem dificuldades de locomoção porque a estrada BR não oferece as mínimas condições de trafegabilidade. “É preciso que se proteste contra essa situação, pois do jeito que está não dá”, disse ele.
 
Engenheiro Dilson, empresa Guizardi Junior
Em apoio às manifestações de fechamento da BR 155, moradores do distrito Casa de Tábua, no município de Santa Maria das Barreiras, apoiados por um grupo de vereadores de lá, e de outras autoridades municipais, vão fechar a BR 158.
 
Prefeito de Xinguara, Osvaldo Assunção
Segundo os vereadores daquele município, que participaram da reunião de Xinguara nesta sexta-feira, os problemas que verificados na BR 155 são idênticos os vividos por eles, porém com um agravante a mais: as pontes inacabadas que vem provocando acidente e mortes de pessoas.
Mesa que dirigiu os trabalhos

”Nós também vamos fazer o nosso protesto, queremos chamar atenção das autoridades para um problema que é nosso, é da nossa população, e é de quem precisa da estrada para viajar ou transportar cargas e mercadorias”, disseram os vereadores.

O prefeito de Xinguara, Osvaldinho Assunção, manifestou sua preocupação quanto a construção da Avenida Hermes Dantgas, pelo DNIT. Ele aproveitou a presença do deputado Zequinha Marinho para pedir a ele que continue intercedendo para que à avenida entre na pauta de construção pelo orgão.



PF abre inquérito para investigar ligação de Lula com mensalão

Ministério Público solicitou investigação após abrir seis apurações preliminares sobre denúncias de Marcos Valério

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações do jornal O Globo

A Polícia Federal abriu na quinta-feira inquérito criminal para apurar denúncia feitas pelo publicitário Marcos Valério, condenado a mais de 40 anos de prisão por ser o operador do esquema do mensalão. Em depoimento à Procuradoria Geral da República, em setembro de 2012, Valério disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva negociou pessoalmente com Miguel Horta, então presidente da Portugal Telecom, repasse de recursos para o PT. O inquérito deriva de um dos seis procedimentos preliminares abertos pela Procuradoria para apurar as novas denúncias de Marcos Valério.

Segundo o publicitário, o ex-presidente e o então ministro da Fazenda, Antonio Palocci combinaram com Horta a transferência de R$ 7 milhões de uma fornecedora da Portugal Telecom em Macau, na China, para o PT. O dinheiro teria entrado pelas contas no exterior de publicitários que prestavam serviço ao partido. Na época, a empresa tinha interesse em obter negócios com o governo.

Com as novas denúncias, o publicitário buscava obter redução de pena no processo no STF, por delação premiada. No entanto, o Procurador-Geral, Roberto Gurgel, entendeu que o novo depoimento não interferia no processo do mensalão no STF e abriu novas investigações.

Após a divulgação do teor do depoimento, Lula classificou as declarações como mentirosas. Na mesma época, Palocci disse, por meio de sua assessoria, que os fatos relatados por Valério “jamais existiram”. Miguel Horta declarou, por meio de nota, que ele não teve “qualquer ligação” com o processo do mensalão.

Conforme informou a PF, o pedido de investigação foi feito pelo Ministério Público Federal, para onde a PGR enviou o caso, com base no depoimento de Valério dado em setembro. O caso ficará sob responsabilidade da Delegacia de Combate a Crimes Financeiros. E a PF tem 30 dias prorrogáveis por mais 30 para finalizar a investigação.

Ontem, o ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo (PT), disse que a Polícia Federal tem autonomia para investigar o ex-presidente no caso do mensalão. Segundo Cardozo, a PF é “republicana” e não está submetida a “nenhum tipo de interferência, de qualquer natureza”.

— A PF está apta a investigar quaisquer dos crimes que estão na sua competência — afirmou, antes de participar de um debate sobre Segurança Pública na Assembleia Legislativa de São Paulo.


Pastor agradece a cantora Daniela Mercury
O pastor presbiteriano Ageu Magalhães publicou em seu blog o texto intitulado ‘Daniela Mercury, obrigado...’

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás,com informações da Folha Gospel


No texto, o pastor diz que a cantora baiana auxilia na comprovação de que a homossexualidade é uma opção de comportamento, e não uma predeterminação genética.

A postagem começa citando o relacionamento gay de Daniela Mercury assumido publicamente nas redes sociais. “O que achei muito interessante (e por isso meu agradecimento no título do post) foi que Daniela, sem querer, mostrou que homossexualismo não é predeterminação genética, mas opção de comportamento”, justifica. Ele acrescenta a informação de que Daniela já foi casada durante 15 anos com duas pessoas do sexo masculino.

“A questão é: Se Daniela Mercury nasceu homossexual, por que insistiu tanto na heterossexualidade, vivendo durante 15 anos com homens? Teria ela agido contra a própria natureza, violentando seus desejos homossexuais e submetendo-se a uma união infeliz? Certamente não”, o pastor questiona.

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sexta-feira, 12 de abril de 2013


“Imprensa brasileira tem visão estereotipada e preconceituosa dos evangélicos”, diz jornalista da Folha, ao comentar cobertura do caso Feliciano

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações da Gospel+


“Imprensa brasileira tem visão estereotipada e preconceituosa dos evangélicos”, diz jornalista da Folha, ao comentar cobertura do caso Feliciano
A forma como a mídia tem tratado o caso do pastor Marco Feliciano (PSC-SP), acusado de racismo e homofobia e pressionado a renunciar ao cargo de presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), ganhou destaque em alguns veículos.

A jornalista Suzana Singer, da Folha de S. Paulo, é ombudsman do jornal – cargo que confere a ela a obrigação de procurar excessos e falhas nas publicações do veículo – e publicou um artigo criticando a postura adotada pela maior parte da imprensa no caso em questão.

Suzana diz que os protestos feitos por artistas contra Feliciano ganharam “amplo espaço na mídia”, e pondera dizendo que é “difícil é ouvir argumentos a favor do pastor”, justamente por falta de divulgação.

“A Folha publicou, na semana passada, uma entrevista com Feliciano e um artigo em que Silas Malafaia defende seu colega pastor – o próprio deputado já tinha escrito em ‘Tendências/Debates’ em março. É pouco perto das dezenas de textos negativos (reportagens, colunas e editorial) publicados desde que o caso estourou.

A impressão que se tem, lendo jornais, revistas e navegando na internet, é que há unanimidade contra o deputado do PSC. Falta dar espaço às vozes dissonantes daqueles que criticam a cobertura da mídia e se recusam a entrar na corrente ‘anti-Feliciano’”, escreveu a jornalista e ombudsman da Folha.

Em seu texto, Suzana reproduz o comentário de uma leitora, que inconformada com a forma como a cobertura do caso vem sendo conduzida, critica pontualmente a imprensa: “Vivemos uma época de patrulhamento. A imprensa elevou o deputado à categoria de pop star. Estou me lixando para ele, mas não concordo com a forma como é tratado.

O jornal não cita a profissão de nenhum parlamentar, mas Feliciano é sempre ‘pastor’, o que impõe uma carga pejorativa à palavra. Há um estereótipo do evangélico repetido à exaustão na mídia”, escreveu a advogada Patrícia Marinelli.

Suzana Singer encerra seu artigo mencionando que “é importante reconhecer que a cobertura do caso Feliciano ganhou ares de linchamento”, e completa dizendo que “não há dúvida de que existe na grande imprensa brasileira uma visão estereotipada e preconceituosa dos evangélicos”.

O juiz de direito e eleitoral José Herval Sampaio Junior publicou um artigo sobre o caso, em seu espaço no portal Atualidades do Direito, e também criticou a forma como o caso vem sendo tratado, ressaltando que os direitos de Marco Feliciano enquanto cidadão estão sendo quebrados.

Segundo Sampaio Junior, os manifestantes sociais contrários a Feliciano, “infelizmente nesse caso estão a desrespeitar de modo contundente o direito de um cidadão”, pois “estão ultrapassando o limite do tolerável e colocando em xeque um dos maiores direitos de todas as pessoas, quer físicas ou jurídicas, o devido processo legal em sua acepção substancial”.

O juiz Sampaio Junior refere-se, em seu texto, à condução da divulgação do caso em que é acusado de racismo e homofobia, como “vilipêndio” aos direitos de Marco Feliciano, pois ele “sequer está sendo processado no que tange as possíveis falas e não foi condenado ainda no que concerne aos outros fatos”, e classifica como “inadmissível que o mesmo possa sofrer as consequências que infelizmente vem ocorrendo”, pondera.

“Em momento algum temos qualquer tipo de procuração do referido senhor para sua defesa e muito menos estamos a mencionar no presente instrumento que as suas possíveis falas não sejam preconceituosas ou até mesmo não tenha sua pessoa cometido os crimes que responde perante o Supremo Tribunal Federal. Não fazemos isso por vários motivos também, ressaltando mais uma vez somente um e talvez o mais importante, não conhecemos com a propriedade que se requer nenhum desses fatos, ou seja, não nos preocupamos em avaliar substancialmente as suas falas e nem mesmo as possíveis condutas criminosas do mesmo como pastor evangélico”, contextualiza o juiz Sampaio Junior.

A publicação de opiniões como essas em veículos da grande mídia podem significar que não apenas políticos, mas também os próprios jornalistas, estejam notando que a forma como o caso foi conduzido fortaleceu Marco Feliciano. De acordo com Marco Prates, jornalista da revista Exame, “a situação do pastor agora pode ser considerada, de certa forma, mais estável e segura”.

Prates diz que “baixada a poeira da pressão nas ruas (que ainda continua), das petições na internet e da própria pressão política exercida pelos outros deputados, vê-se que nada foi capaz de tirá-lo de lá”.

O artigo publicado na Exame afirma que “para desgosto dos movimentos ligados aos direitos humanos [...] evidências nesta semana apontam para um Feliciano fortalecido na presidência da comissão, após passar por todo o tipo de intempéries que poderiam ter sido fatais ao cargo, como as revelações de vídeos com falas desastradas e a existência de processos no STF”.

O jornalista complementa dizendo que “o fato é que as manifestações de apoio já agem como uma espécie de contrabalanço para a situação do deputado”.
O juiz Sampaio Junior conclui que não se pode aceitar a forma como Feliciano vem sendo tratado: “Não podemos aceitar calados como cidadão que somos o vilipêndio flagrante que estamos assistindo diuturnamente ao devido processo legal, daí o dever de denunciarmos como ora fazemos, mesmo com o patente risco de sermos mal compreendidos”.




Jean Wyllys anuncia que 10º Seminário LGBT tratará de “Religião e Diversidades”, e contará com presença de líderes religiosos

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações da Gospel+

Jean Wyllys anuncia que 10º Seminário LGBT tratará de “Religião e Diversidades”, e contará com presença de líderes religiosos
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) afirmou que a Comissão de Cultura (CC) da Câmara dos Deputados aprovou requerimento que autoriza a realização do 10º Seminário LGBT do Congresso Nacional.

O evento terá como tema “Religião e Diversidades”, e será realizado dia 14 de maio. Deverão ser convidados para o seminário representantes de diversos setores, inclusive líderes religiosos.
A nota no site de Jean Wyllys diz que “o objetivo é debater e dialogar” para compreender como “um direito constitucional – de liberdade de crença – se relaciona com outras garantias constitucionais, partindo da compreensão da própria forma como essas instituições religiosas encaram questões concernentes à orientação sexual e/ou identidade de gênero dos indivíduos”.

A página do deputado e ativista gay cita ainda um artigo de Luciano Sampaio Gomes Rolim, que afirma não haver “hierarquia entre as diversas normas constitucionais” e que “no plano fático, a incidência delas sobre uma dada situação pode gerar uma colisão real entre os mencionados direitos constitucionais”.

O texto divulgado por Jean Wyllys em seu site afirma ainda que “por sermos uma sociedade formada por diferentes modos de vida, por diferentes religiões, por agnósticos e ateístas, o estado deve assegurar a cada cidadão a liberdade de crença, de não crença, e o direito de livre expressão da sua orientação sexual e/ou da sua identidade de gênero”.

Não foram revelados os nomes dos líderes religiosos que serão convidados para o Seminário LGBT do Congresso Nacional.


quinta-feira, 11 de abril de 2013


Pr. José Wellington é reeleito Presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil – CGADB

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás

Com 9.003 votos, o pastor José Wellington é reeleito como Presidente Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), em disputa com o pastor Samuel Câmara, que obteve 7.407 votos. O resultado garante a liderança do pastor José Welington por mais quatro anos.

Dos 24 mil inscritos, 17.075 ministros foram registrados como votantes.

Presidente:
JOSÉ WELLINGTON BEZERRA DA COSTA (SP)

1º Vice-Presidente (Região Sul)
UBIRATAN BATISTA JOB (RS)

2º Vice-Presidente (Região Centro-Oeste):
SÓSTENES APOLOS DA SILVA (DF)

3º Vice-Presidente (Região Norte):
JONATAS CÂMARA (AM)

4º Vice-Presidente (Região Nordeste):
JOSÉ ANTONIO DOS SANTOS (AL)

5º Vice-Presidente (Região Sudeste):
TEMOTEO RAMOS DE OLIVEIRA (RJ)


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