terça-feira, 18 de setembro de 2012

Polícia apura chacina em fazenda de MT na divisa com a Bolívia

Fazenda já foi alvo de incêndio criminoso no último ano. Polícia investiga envolvimento de grileiros e traficantes no crime

A Polícia Civil de Porto Esperidião, distante 358 quilômetros de Cuiabá, investiga o assassinato de três homens dentro de uma fazenda, localizada no distrito de Vila Cardoso, uma região que fica a 120 quilômetros da fronteira com a Bolívia. As vítimas foram mortas a tiros na sexta-feira (14) enquanto trabalhavam no local.

Ao todo, cinco funcionários foram contratados para obras na fazenda Nova Bom Jesus, que pertence ao pecuarista Geraldo Pilate Alba, de 50 anos. Na ocasião, dois deles conseguiram escapar dos tiros e sobreviveram a chacina.Nada foi furtado do local.

O delegado regional Douglas Turíbio Schutze disse em entrevista ao G1 que a fazenda fica na divisa com uma área de grilagem e que há suspeita do envolvimento de grileiros. Algumas testemunhas prestaram depoimento à polícia, mas até o momento não há informações ou identificação de suspeito pelo crime.

O caso assustou os moradores e intensificou a tensão no local, já que a fazenda Nova Bom Jesus já foi alvo de outros ataques, como um incêndio criminoso em 2011. A residência, o alojamento dos funcionários, dois barracões, um galpão e todo o maquinário foram destruídos pelo fogo.




“Sai com a minha esposa para trocar o cartão de vacina e quando voltei estava tudo queimado”, contou ao G1, o proprietário da área Geraldo Pilati. O prejuízo total estimado é de pelo menos R$ 400 mil. À época um inquérito foi aberto para investigar o crime e 10 pessoas foram indiciadas por furto e dano qualificado. Ninguém está preso.

O proprietário contou que os cinco rapazes foram contratados para reformar a sede da fazenda para que a família volte a morar no município. Atualmente, ele a esposa e filhas moram em Cuiabá. G1MT.

Foto e Fonte: Folha do Progresso.  Postador: Manancial de Carajas

Presos suspeitos de tentar fraudar concurso da Polícia Civil!!!

Sete pessoas foram presas envolvidas num verdadeiro esquema de falsificação durante a aplicação da prova do concurso público da Polícia Civil deste ano, aplicada ontem (16) em todo o Estado.
 
A denúncia que a Corregedoria da Polícia Civil e o Núcleo de Inteligência Policial (NIP) receberam pela manhã apontava apenas para uma pessoa, mas ao identificá-la, a Polícia Civil conseguiu chegar a todos os integrantes do bando. Os sete homens foram autuados por formação de quadrilha, falsidade ideológica, falsidade de documento público e uso de documento público. As três provas realizadas por falsos candidatos concorriam para o cargo de investigador.
 
Segundo o delegado Rogério Moraes, da Divisão de Investigação e Operações Especiais (Dioe), o estudante de Direito da UFPA, identificado por Jonas, seria o “cabeça” do esquema. Ele teria contratado dois falsos candidatos e Edson Nogueira Guerra, o“Edinho”, para falsificar documentos pessoais dos verdadeiros concorrentes. “Jonas contratou Wellington Jonata Barbosa para responder as 50 questões no concurso no lugar de Walter Lima Martins, 32, e outro homem conhecido apenas por Rosival, se passando por Brunner Moraes da Silva, 29. Além da intermediação, Jonas fez a prova no lugar de Anderson Paulo de Oliveira Gomes, 32”, explicou.

DEDUROU TODOS: O primeiro a ser detido, de acordo com Moraes, foi Wellington, que ainda fazia o certame em uma faculdade particular no bairro Batista Campos, em Belém. “No momento da abordagem discreta, ele confessou que fazia a prova em nome de Walter, esse também preso em seguida. Aos poucos, descobrimos um por um. A maioria deles foi detida no bairro do Jurunas”, contou. “Na verdade, todos se conhecem e estão envolvidos em um verdadeiro esquema”, acrescentou.
 
Assim que todos foram identificados, os policiais encaminharam os acusados para a Dioe onde prestaram depoimento ao delegado. Rogério disse que Walter, Anderson e Brunner pagariam para Jonas, aproximadamente mil reais para o percurso de todo o esquema. “Uma certa quantia foi adiantada e, ao sair o resultado, se tivessem êxitos, eles pagariam mais dinheiro”, revelou. 
 
Com os acusados, a polícia apreendeu três cadernos de questões do certame, os documentos falsos e originais, dez aparelhos telefônicos, um carro luxuoso de Brunner, um notebook, uma CPU, onde todos os equipamentos serão investigados. Os policiais apreenderam ainda vários “espelhos” de identidade e carteira de habilitação que “Edinho” utilizaria para a clonagem.

Mesmo com a descoberta do crime durante o concurso, Moraes disse que o caso foi isolado e não possuía conhecimento de outro episódio irregular no decorrer da prova. Ainda de acordo com o delegado, alguns dos presos confessaram participação no crime, outros tentaram negar. Os sete foram autuados em flagrante por formação de quadrilha, falsidade ideológica, falsidade e uso de documento público.

 
Postador:  Manancial de Carajas

Jacareacanga: Índios ameaçam matar Juiz e Promotora se assassinos forem liberados!!!

PMs do GTO foram a Jacareacanga fazer a proteção do Juiz.

Após seis lideranças indígenas de aldeias do Alto Tapajós reunirem-se com o Juiz titular da Comarca do município de Jacareacanga, e agendarem uma reunião com todas as lideranças da etnia Munduruku da região, proferiram ameaças verbais ao juiz, dizendo que, se caso os assassinos presos acusado de matar o índio LELO AKAI sejam liberados, eles irão cortar a cabeça do juiz e da promotora para exporem em praça pública.

Mediante essas circunstâncias Policiais Militares do Grupo Tático de Operações do 15º BPM foram designados pelo comandante do CPR-10 de Itaituba Coronel JOSAFÁ a se deslocarem a Jacareacanga para prestar segurança ao Juiz da Comarca do Município. Durante a "bendita reunião", a qual não aconteceu por intervenção do Sr. Procurador da república FELICIO PONTES, o qual se comprometeu com o povo indígena de após as eleições se reunir a cúpula geral das policias e sanarem todos os entraves.
A Revolta dos índios começou quando cerca de 4 pessoas assassinaram brutalmente o indígena LELO AKAI MUNDURUKU, depois os índios revoltados invadiram e queimaram o destacamento da Policia Militar no município, na ação os índios levaram algumas armas de uso exclusivo da PM. 
Para tentar amenizar a situação o Delegado Ednaldo Sousa; e dois funcionários da FUNAI foram ao município, mas foram feitos de reféns, só foram liberados depois da presença do Secretario de Segurança Publica do Estado, onde varias promessas foram feitas aos indígenas, mas parece que nada esta sendo cumprido.

Com isso os indígenas já estão se revoltando novamente, informações ainda não confirmadas dão conta que uma nova ação poderá acontecer n município, dessa vez com mais intensidade. A ameaça ao Juiz responsável pela comarga de Jacareacanga aconteceu na semana passada e acende um alerta para as autoridades do Estado, os índios já demonstraram sua força, com as leis do nosso Brasil que privilegia os indígenas a situação pode se complicar ainda muito, o aviso já foi dado.

O primeiro capitulo dessa novela foi a morte de LELO AKAI; em seguida a destruição do destacamento da PM; índios fazem de refém delegado e funcionários da FUNAI; Secretario de Segurança publica do Estado Luiz Fernandes vai a Jacareacanga e negociar com os índios, Simão Jatene recebe lideranças indígenas, promessas não são cumpridas, juiz e promotora são ameaçados por lideranças indígenas e qual será o próximo capitulo dessa História. Caso as autoridades competentes não tomem nenhuma providencia sangue poderá ser derramado. Ate o momento nenhuma autoridade se pronunciou sobre o assunto.

Reportagem: Junior Ribeiro (Blog do Junior Ribeiro de Itaituba).  Postador:  Manancial de Carajas

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http://entretenimento.r7.com/moda-e-beleza/fotos/conheca-as-candidatas-ao-miss-bumbum-2012-20120903.html

Foto:  Fonte:  R7.  Postador:  Manancial de Carajas

Marcos Valério acusa Lula de ser o chefe do Mensalão

A afirmação foi feita pelo empresário durante entrevista à revista Veja

Veja…

A edição da revista “Veja” desta semana traz reportagem segundo a qual o empresário Marcos Valério, principal operador do suposto esquema de compra de apoio político, o chamado mensalão, afirmou a pessoas próximas que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva “era o chefe” e “comandava tudo”.
A reportagem tem como base fontes não reveladas, identificadas como familiares e associados.

“Não podem condenar apenas mequetrefes. Só não sobrou para o Lula porque eu, o Delúbio (Soares, à época tesoureiro do PT) e o Zé (José Dirceu, ex-ministro-chefe da Casa Civil) não falamos”, teria dito Valério, de acordo com a reportagem.

A assessoria do Instituto Lula disse neste sábado que o ex-presidente está na Bahia para compromissos eleitorais e que não há definição se ele irá se manifestar ou não sobre o conteúdo da reportagem.

Marcos Valério é um dos 37 réus da ação penal do chamado mensalão, em julgamento há seis semanas no Supremo Tribunal Federal e sem prazo para conclusão. Já foi condenado pela Corte por lavagem de dinheiro, peculato e corrupção ativa. Ele ainda será julgado no mesmo processo pelos crimes de evasão de divisas e formação de quadrilha.

Segundo a denúncia do Ministério Público Federal, Dirceu era o chefe do suposto esquema. Na segunda-feira se inicia a análise do capítulo referente aos políticos que teriam recebido recursos, e é o primeiro ponto que inclui acusações contra Dirceu.

Foto e Fonte: br.reuters.com.  Postador:  Manancial de Carajas

“Eu não vou fugir do Brasil”, diz José Dirceu

"Estou preparado para qualquer resultado", afirma ex-ministro José Dirceu

José Dirceu

“A burguesia acorda tarde. Eu saí da cama faz tempo e estou morrendo de fome”, diz José Dirceu ao abrir a porta de seu apartamento, em SP, às 9h de sexta-feira.
Réu no processo do mensalão, ele saiu de circulação desde o início do julgamento e há meses recusa todos os pedidos da imprensa brasileira para uma entrevista. Na semana passada, recebeu a coluna para um café. À mesa, suco de laranja, abacaxi, café com leite, pão e frios.

“Eu não estou deprimido. Eu não tenho razão para estar deprimido. Eu tenho objetivos, metas, sonhos. Eu acordo às seis da manhã todos os dias. Recebo o resumo das notícias que a equipe do meu blog envia. Eles já sabem o que me interessa. Estão comigo há cinco anos. Funcionamos por telepatia.”
“Eu gasto duas ou três horas lendo toda a imprensa brasileira, no iPad e no meu laptop. Depois, escrevo artigos para o blog.”

O julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) entra na reta final. A condenação de Dirceu parece certa. Até seus interlocutores próximos admitem a possibilidade. As penas máximas para os crimes de que é acusado chegam a 15 anos. A Folha revelou que ele já conversou com o ex-presidente Lula sobre a hipótese de ser preso.

“Essa história que inventam de que vou sair do Brasil não combina comigo”, afirma o ex-ministro.
“Saí [na década de 60] porque fui expulso do país. Cassaram a minha nacionalidade. Eu era um apátrida, não podia viajar.

Quem me impedia de voltar era a ditadura militar. E mesmo assim eu voltei para o Brasil, duas vezes, colocando a minha própria vida em risco. Eu iria embora agora?”
“O PT tem defeitos. Mas se tem algo que não conhecemos no PT é a palavra covardia. A chance de eu fugir do Brasil é nenhuma. Zero.”

Foto e Fonte: Folha de São Paulo. Postador:  Manancial de Carajas

Igreja não deve se envolver na batalha política, diz presidente da CNBB

Presidente da CNBB, Dom Raymundo Damasceno, em entrevista à Folha concedida em Aparecida (SP)

Dom Raimundo Damasceno

Um dia após a Arquidiocese de São Paulo ter atacado a Igreja Universal, o presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), dom Raymundo Damasceno, 75, disse nesta sexta-feira (14) que a Igreja Católica não quer se colocar no lugar dos políticos.

“Damos critérios e deixamos o eleitor muito livre no exercício de seu direito e dever. O papa diz muito claramente que a Igreja não pode nem deve tomar nas suas próprias mãos a batalha política. Isso é próprio do político, do Estado”, declarou.

A Igreja não quer se colocar no lugar dos políticos, não quer se colocar no lugar do Estado. Mas a Igreja não pode ignorar a política”, completou o arcebispo de Aparecida (180 km de São Paulo).
Especificamente sobre a nota da Arquidiocese de SP que ressalta a ligação de Celso Russomanno (PRB) com os evangélicos, dom Raymundo disse que não leu o texto e que essa foi uma “orientação” pontual “porque o problema é lá [SP]“.

“Aqui [em Aparecida] não estou tendo nenhum problema com a [Igreja] Universal. Cada diocese tem sua realidade própria”, afirmou.

Dom Raymundo recebeu a Folha em sua sala, no Seminário Bom Jesus, em Aparecida. Sentado na cabeceira de uma mesa de reuniões, começou a conversa consultando papéis onde havia frases prontas. Ao longo da conversa, livrou-se do roteiro, mas procurou evitar polêmicas todo o tempo.

Questionado sobre o uso da estrutura da Universal para campanha de Russomanno, por exemplo, disse: “Não entraria nisso porque não é da Igreja Católica. Não sei como eles veem essas questões. Falo da nossa orientação. Você não vê nenhum bispo tomando partido político de nenhum candidato”.

Segundo ele, a Igreja Católica só faria campanha eleitoral diante de um caso excepcional: “Por exemplo, todos os candidatos contra a Igreja. Aí, é claro, tem que tomar partido. O correto é orientar, dar critérios, formar”.

Foto e Fonte: Folha de São Paulo. Postador:  Manancial de Carajás

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