quarta-feira, 10 de agosto de 2011

10 de agosto de 2011

Morre Fernando Quagliato


 
Fernando Luiz Quagliato
O pecuarista e sócio da ABCZ, Fernando Luiz Quagliato, faleceu segunda-feira (8), aos 83 anos, em sua casa na Fazenda Santa Rosa, no município de Ourinhos, estado de São Paulo e foi sepultado na terça-feira no cemitério de Santa Cruz do Rio Pardo.

Fernando Quagliato era o líder do Grupo Irmãos Quagliato que atua nos setores sucroalcooleiro e pecuário, principalmente nos estados do Paraná, São Paulo, Goiás e Pará. 
Fernando ao lado do amigo Osvaldinho e da cunhada Cecília
O empresário rural, junto com os irmãos Francisco, Luizito e Roque fundaram em Xinguara, as fazendas Rio Vermelho, Brasil Verde, Santa Rosa, São Sebastião, Califôrnia, Primavera e Colorado.
O grupo cria mais de 200 mil cabeças de gado em suas fazendas no Pará, e tem um projeto pecuário comercial que conta com mais de 16 mil matrizes de raças zebuínas, sendo a nelore a mais representativa.

Fernando Luiz Quagliato era casado com Dona Marli, tinha quatro filhos e já era bisavô. Ele faleceu por volta de 19h de segunda e estava dormindo quando foi a óbito. Ed. Brito


 10 de agosto de 2011

CASSAÇÃO

10 de agosto de 2011

Entrevista com o novo superintendente do Incra em Marabá


O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, INCRA, Superintendência Regional do Sul e Sudeste Paraense, que tem sua sede localizada na cidade de Marabá-Sudeste do Estado. Sempre teve suas dificuldades de relacionamento com movimentos sociais que, lutam pela Reforma Agrária imediatas.
São muitas as reivindicações postas por colonos e militantes de movimentos que, ainda não possuem lotes. Porém, é do conhecimento Político e Jurídico que, dentro da militância existem alguns membros com interesses partidários e financeiros.
Questões extremamente delicadas que, somente um Superintendente, com articulação unilateral, pode estabelecer diálogo entre, governo e movimentos sociais. Neste sentido, o Ministério da Reforma Agrária, tendo conhecimento que, a região Norte do Brasil, é foco de inúmeros conflitos entre pecuaristas, “Grileiros”, (Supostos Proprietários de Terras da União), latifundiários e movimentos opostos que, já ocorreram casos de assassinatos e massacres.
Sendo assim, nomeou o Engenheiro Agrônomo, Edson Luis Bonetti, para o cargo. Ficando incumbido de estabelecer pacíficas negociações. Edson Luis é filho de assentado e formou-se através de projetos sociais do próprio Órgão (INCRA). “Meu Pai é assentado em Santa Catarina, deste de 1987, através de um projeto do INCRA, com filhos de assentados, tornei-me Engenheiro Agrônoma. Depois vim para o Estado do Pará para trabalhar no projeto de grande impacto, o PROFESRA2, era a construção das Agroindústrias, na época não tinha condições de efetivação, hoje se transformou no grande elefante branco”.
A relação do atual Superintendente com o MST, Movimento dos Sem Terras, foi com a participação profissional. “Trabalhei na extensão dos assentamentos, como agrônomo, eu era um profissional do movimento e não um militante ativo. O próprio Presidente do INCRA, também já trabalhou nos assentamentos do MST”.
Em relação às constantes manifestações dos movimentos que, ocupam as proximidades e arredores do Órgão, em Marabá, Edson esclarece que, manifestações pacíficas são totalmente democráticas. “Na verdade são movimentos necessários, por que, a Região Norte, geralmente é Politicamente esquecida neste sentido, são muitos os assentamentos, com projetos mórbidos, meu papel é ver os dois lados da moeda, e estabelecer diálogo entre ambas às partes”.
Sendo filho de assentado, ex-profissional do MST e atual Superintendente do INCRA, Edson, sabe diferenciar os circuitos há percorrer. “tenho uma relação de respeito e diálogo com todos os movimentos sociais desta área, porém, não dá para confundir. Tem certas soluções que, dependem exclusivamente do Governo Federal, Prefeitos e Deputados Estaduais e Federais”.
Lembrando que, há humildade faz parte de sua virtude, diz que, sempre estará com as portas abertas, para tratar dos diversos assuntos necessários. “Tenho como exemplo o ex-presidente Lula que, se tornou Presidente do Brasil e continuou com a mesma humildade. 
Pretendo continuar sendo filho de assestado, mais com a responsabilidade de Superintendente do INCRA”. Esclarece!
Em visão do aspecto geral, na Superintendência, Edson esclarece que, a demanda é muito grande, e existe ainda uma precariedade de recursos humanos e na área logística. “Nossa capacidade operacional em estrutura e pessoal de campo, é pequena para prestar um serviço com maior qualidade. Hoje são 70 mil assentados, para 200 servidores, como o próprio Presidente do INCRA fala que, O INCRA é do tamanho de um caminhão, e, estamos andando de bicicleta, mesmo assim, o que fazemos, com o que temos, é muita coisa”. Finaliza o superintendente.
A entrevista foi dada ao Jornal Folha do Pará, da cidade de Marabá, publicada em 17 de julho de 2011
Reportagem: Antonio Freitas//Fotos Raquel Miranda
10 de agrosto de 2011

Entrevista com novo superintendente do INCRA em Marabá-Pará



O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, INCRA, Superintendência Regional do Sul e Sudeste Paraense, que tem sua sede localizada na cidade de Marabá-Sudeste do Estado. Sempre teve suas dificuldades de relacionamento com movimentos sociais que, lutam pela Reforma Agrária imediatas.
São muitas as reivindicações postas por colonos e militantes de movimentos que, ainda não possuem lotes. Porém, é do conhecimento Político e Jurídico que, dentro da militância existem alguns membros com interesses partidários e financeiros.
Questões extremamente delicadas que, somente um Superintendente, com articulação unilateral, pode estabelecer diálogo entre, governo e movimentos sociais. Neste sentido, o Ministério da Reforma Agrária, tendo conhecimento que, a região Norte do Brasil, é foco de inúmeros conflitos entre pecuaristas, “Grileiros”, (Supostos Proprietários de Terras da União), latifundiários e movimentos opostos que, já ocorreram casos de assassinatos e massacres.
Sendo assim, nomeou o Engenheiro Agrônomo, Edson Luis Bonetti, para o cargo. Ficando incumbido de estabelecer pacíficas negociações. Edson Luis é filho de assentado e formou-se através de projetos sociais do próprio Órgão (INCRA). “Meu Pai é assentado em Santa Catarina, deste de 1987, através de um projeto do INCRA, com filhos de assentados, tornei-me Engenheiro Agrônoma. Depois vim para o Estado do Pará para trabalhar no projeto de grande impacto, o PROFESRA2, era a construção das Agroindústrias, na época não tinha condições de efetivação, hoje se transformou no grande elefante branco”.
A relação do atual Superintendente com o MST, Movimento dos Sem Terras, foi com a participação profissional. “Trabalhei na extensão dos assentamentos, como agrônomo, eu era um profissional do movimento e não um militante ativo. O próprio Presidente do INCRA, também já trabalhou nos assentamentos do MST”.
Em relação às constantes manifestações dos movimentos que, ocupam as proximidades e arredores do Órgão, em Marabá, Edson esclarece que, manifestações pacíficas são totalmente democráticas. “Na verdade são movimentos necessários, por que, a Região Norte, geralmente é Politicamente esquecida neste sentido, são muitos os assentamentos, com projetos mórbidos, meu papel é ver os dois lados da moeda, e estabelecer diálogo entre ambas às partes”.
Sendo filho de assentado, ex-profissional do MST e atual Superintendente do INCRA, Edson, sabe diferenciar os circuitos há percorrer. “tenho uma relação de respeito e diálogo com todos os movimentos sociais desta área, porém, não dá para confundir. Tem certas soluções que, dependem exclusivamente do Governo Federal, Prefeitos e Deputados Estaduais e Federais”.
Lembrando que, há humildade faz parte de sua virtude, diz que, sempre estará com as portas abertas, para tratar dos diversos assuntos necessários. “Tenho como exemplo o ex-presidente Lula que, se tornou Presidente do Brasil e continuou com a mesma humildade. 
Pretendo continuar sendo filho de assestado, mais com a responsabilidade de Superintendente do INCRA”. Esclarece!
Em visão do aspecto geral, na Superintendência, Edson esclarece que, a demanda é muito grande, e existe ainda uma precariedade de recursos humanos e na área logística. “Nossa capacidade operacional em estrutura e pessoal de campo, é pequena para prestar um serviço com maior qualidade. 
Hoje são 70 mil assentados, para 200 servidores, como o próprio Presidente do INCRA fala que, O INCRA é do tamanho de um caminhão, e, estamos andando de bicicleta, mesmo assim, o que fazemos, com o que temos, é muita coisa”. Finaliza o superintendente.
Esta entrevista foi dada ao Jornal Folha do Pará da cidade de Marabá-PA, divulgada em 17 de julho deste ano
Reportagem: Antonio Freitas//Fotos Raquel Miranda
10 de agosto de 2011

Amistoso de hoje vale muito para Brasil e Alemanha


A frente Ronaldo, no primeiro gol contra o capitão da Alemanha (goleiro Oliver Kahn) durante a partida final do 2002 FIFA World Cup Korea Japan, no Estádio de Yokohama, em 30 junho de 2002, em Yokohama, no Japão. Brasil venceu por 2-0 nas grande. AFP-Foto: Patrick Hertzog
BERNA (Reuters) – Embora os clubes europeus qualifiquem os amistosos internacionais em agosto como uma perda de tempo, muita coisa estará em jogo para Brasil e Alemanha nesta quarta-feira. Será o primeiro confronto entre as duas equipes em seis anos, diante de uma plateia de 54 mil pessoas – os ingressos já estão esgotados.
Os dois treinadores estão ávidos por enfrentarem adversários fortes. Mano Menezes rejeitou apelos do Santos e do Corinthians para não convocar seus atletas, pois o Brasil depende dos amistosos para se preparar para a Copa de 2014 – por ser anfitriã, a seleção está dispensada das eliminatórias.
O jogo contra a Alemanha será uma primeira chance para fazer a torcida começar a esquecer a frustrante eliminação diante do Paraguai nas quartas de final da Copa América.
“Esses jogos são uma necessidade, já que não vamos disputar eliminatórias”, disse Mano. “Temos de compensar isso jogando contra grandes adversários. Precisamos dar aos nossos jogadores uma experiência em partidas desse padrão, e esta é ideal para as nossas necessidades.”

Seu rival Joachim Loew também está animado em se submeter a um teste real, depois de vencer sete partidas seguidas nas eliminatórias para a Eurocopa-2012, num grupo em que o seu time era praticamente “hors concours”.

Brasil x Alemanha é um dos cerca de 50 amistosos que serão disputados no mundo todo na primeira “data Fifa” da nova temporada – jogos que a Associação Europeia de Clubes (ECA, na sigla em inglês) gostaria de abolir.
Menos de duas semanas depois de ser nomeado como técnico dos EUA, o alemão Juergen Klinsmann faz sua estreia, contra o México, tentando vingar a derrota de 4 x 2 na final da Copa de Ouro da Concacaf, em junho, um resultado que levou à demissão do norte-americano Bob Bradley.

Também na quarta-feira, Itália e Espanha, vencedoras das duas últimas Copas, enfrentam-se em Bari; Inglaterra e Holanda jogam em Wembley; e o Japão recebe a Coreia do Sul.
Gana e Nigéria viajam à Grã-Bretanha para fazer, na terça-feira, um dos jogos de maior rivalidade no futebol africano. Enquanto isso, a França recebe o Chile e tenta ampliar sua série invicta de 11 jogos.

No ano passado, a ECA, que representa 197 clubes europeus, protestou contra os amistosos de agosto, que ocorrem antes do início da maioria dos campeonatos no continente. A relação entre a ECA e a Fifa vem piorando desde então, e os clubes europeus voltaram a se queixar em julho quando precisaram ceder atletas para a Copa América.
Texto: Brian Homewood
Fonte: Reuters
10 de agosto de 2011

Belém se candidata a Centro de Treinamento da Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas


Na foto: Marcos Eiró, secretário de Estado de Esporte e Lazer (c), Marcos Nicolas , representante da empresa de consultoria, Saulo Aflalo, diretor do Estádio Olímpico do Pará, Cláudia Moura, diretora técnica de Esporte e Lazer e Roberto Charone, advogado da Seel. Foto: Antônio Silva - Ag.Pará
O secretário de Estado de Esporte e Lazer, Marcos Eiró, assinou contrato com empresa multinacional, para tornar Belém, candidata a sede do Centro de Treinamento da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016. A formalização do contrato foi realizada durante a visita do representante da empresa “Ernest & Young” à Seel, Marcos Nicolas, que fará a consultoria para ser realizado um trabalho de base, a fim de verificar as atuais condições logísticas que o Estado possui para sediar esses centros de treinamento. “Vamos analisar e fazer levantamento dessas condições e assim ver se estão dentro dos padrões que a Fifa, Confederação Brasileira de Futebol e o Comitê Olímpico Brasileiro estabelecem”, disse Marcos Nicolas.

Segundo o secretário de Esporte e Lazer, Marcos Eiró, a capital paraense está tendo uma nova chance de proporcionar mais esperança para o povo do Pará em relação ao esporte. “Já conseguimos trazer o jogo amistoso da Seleção Brasileira pra Belém, agora estamos com mais uma oportunidade: a de resgatar o orgulho da nossa população e fazer Belém participar diretamente do Mundial e das Olimpíadas. Queremos mostrar ao Mundo que o Pará tem competência de sediar grandes eventos”, afirmou o titular da Seel.

Ainda de acordo com o secretário, a partir de hoje os trabalhos serão iniciados. “Já começamos a consultoria e até o final do ano vamos pessoalmente até o Comitê Olímpico Brasileiro, a Fifa e a Confederação Brasileira de Futebol. Além das reformas externas e internas que serão feitas no Mangueirão, a partir desta semana”, garantiu. Também estiveram presentes na reunião, a diretora técnica de esporte e lazer, Claudia Moura, o diretor do Estádio Olímpico do Pará, Saulo Aflalo e o diretor do núcleo jurídico, Roberto Charone.
Texto: Bruna Carvalho
Fonte: Ascom Seel
10 de agosto de 2011

Pará pede ressarcimento de 50% das perdas com a Lei Kandir


Governadores vices e secretários de Fazenda de 20 Estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, estiveram reunidos em Brasília durante todo o dia de hoje, para as soluções e propostas para a Reforma Tributária. Uma das mais antigas reivindicações do Governo do Pará, a inserção da discussão das perdas provocadas pela Lei Kandir, virou prioridade na pauta de sugestões à reforma, onde prontamente foi aceita por todos os representantes dos demais Estados, pela presidência do Senado Federal e da Câmara dos Deputados.

Representando o Pará, o vice-governador e secretário Especial de Gestão, Helenilson Pontes, inseriu a discussão sobre a Lei Kandir como segundo ponto mais importante na pauta de sugestões à Reforma Tributária, reivindicando o ressarcimento ao Pará de, no mínimo, 50% das perdas provocadas pela lei. Acima desse ponto ficou apenas a discussão sobre os royalties a serem pagos aos Estados pela exploração de petróleo na camada do pré-sal, na costa brasileira.(Ascom/Vice-governadoria)

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