quarta-feira, 6 de julho de 2011

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Movimento de passageiros é grande no terminal de Xingaura

O fluxo de passageiros saindo e chegando do terminal rodoviário de Xinguara, aumentou consideravelmente neste mês de julho. Tanto os ônibus quanto as vans que fazem o transporte alternativo, viajam lotados. Alguns carros extras interestaduais foram colocados nas linhas, mas mesmo assim não estão dando conta de transportar tanta gente. O motivo são as férias e o veraneio no Araguaia.  Fonte/Ed. Brito

Primeiras máquinas pesadas chegam para obras da Usina de Belo Monte

05/07/2011 - 20h26
Vista aérea do Rio Xingu, onde será instalada a usina de Belo Monte
Pedro Peduzzi
Repórter da Agência Brasil

Brasília - Chegaram hoje (5), ao cais de Vitória do Xingu, as primeiras máquinas pesadas para a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. A previsão é a de que, após passarem por inspeção técnica, as 37 máquinas entrem em operação ainda esta semana no Sítio Belo Monte, informou à Agência Brasil o consórcio construtor da usina (CCBM).

As máquinas saíram do Porto de Belém na última sexta-feira (1). Foram necessárias 80 horas de viagem para que dez tratores, sete motoniveladoras, sete rolos compactadores, cinco pás carregadeiras, cinco escavadeiras e três retroescavadeiras chegassem ao destino. Já foram comprados pelo consórcio 700 equipamentos similares. Metade deles já deverá estar nas obras até o fim do ano.
As primeiras ações do consórcio estão sendo desenvolvidas desde o último dia 23, com a supressão vegetal e a terraplenagem que antecedem a instalação do canteiro pioneiro, a cerca de 50 quilômetros de Altamira.

Edição: Rivadavia SeveroFonte: Agência Brasil
06/07/2011 - 08h23

Assassinatos no campo trazem presidentes da CUT e do MST ao Pará

Constantes assassinatos e ameaças de mortes contra trabalhadores rurais e lideranças camponesas no Pará foram as razões que trouxeram ao Estado o presidente da Central Única de Trabalhadores (CUT), Artur Henrique, e o coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, no Dia Nacional de Mobilização da CUT, hoje. 'É importante estarmos aqui para demonstrar que não podemos mais continuar a conviver com mortes, sem que haja punição para os culpados', disse o presidente da CUT.

O Dia Nacional de Mobilização em defesa da classe trabalhadora é feito com entidades cujo histórico de mobilização, representatividade e, especialmente, bandeiras de luta estão em sintonia com a Plataforma da CUT. Entre elas estão o MST, a Central de Movimentos Populares (CMP), a Marcha Mundial de Mulheres, a FUP (Federação Única dos Petroleiros) e outras entidades da CMS (Coordenação dos Movimentos Sociais). Os pontos prioritários da pauta envolvem o trabalho e sindicalismo – a luta por ganhos reais, combate à precarização e à terceirização; exigência de alimentos mais baratos na mesa dos brasileiros, por meio da reforma agrária e contra o modelo agrário atual ; educação – aprovação imediata do Plano Nacional de Educação, valorização dos profissionais e educação no campo e luta contra a privatização dos aeroportos.

Em Belém, a programação terá ato de protesto, a partir das 9h, na Praça D. Pedro II, em frente à Assembléia Legislativa. Os manifestantes vão até a Praça da República. CUT e MST se reúnem com autoridades da Segurança Publica do Pará, lideranças sindicais e políticos para exigir celeridade nas investigações dos assassinatos no campo.

Fonte: O Liberal

terça-feira, 5 de julho de 2011

Assembléia de Deus do Brasil é a maior igreja pentecostal do mundo


São mais de 22 milhões de membros
Foi-se o tempo em que a igreja precisou mudar da Rua Figueira de Melo para o Campo de São Cristóvão, na cidade do Rio de Janeiro, porque o salão – um antigo depósito de açúcar – já não comportava as mais de 400 pessoas que assistiam aos cultos, sendo que muitas já os assistiam pelas janelas. E da alegria dos pioneiros quando descobriram que o número de crentes assembleianos no país já superava os 200 mil, conforme anunciava o locutor do Programa A Voz Evangélica das Assembleias de Deus, pastor Francisco Pereira do Nascimento (AD em São Cristóvão).

Com a estimativa de 22,5 milhões de membros, a Assembleia de Deus no Brasil é hoje a maior denominação pentecostal do mundo. Em segundo lugar está a Coréia do Sul com 3,1 milhões. As Assembleias de Deus no Brasil puxaram o crescimento dos evangélicos no país e, segundo projeções, deverá ultrapassar os 100 milhões em 2020.

As estimativas apontam ainda mais de 35 mil ministros e mais de 100 mil templos espalhados por todo o Brasil. Na verdade, a Assembleia de Deus está presente até mesmo nos lugares onde as estruturas governamentais não estão.

Número de membros

Ao todo, as Assembleias de Deus têm 64 milhões de membros espalhados no mundo e 363.450 ministros, divididos entre 351.645 igrejas e presentes em 217 países. O Brasil lidera essa lista com 22,5 milhões de membros, de acordo com as estimativas da igreja nos EUA. Veja a lista dos países com os maiores números de membros (Tabela 1).

Porcentagem em cada região

Na América Latina e Caribe, o número de membros chega a 28,8 milhões, o equivalente a 53% do total de assembleianos presentes no planeta. Estes números são ‘puxados’ pelo grande avanço no Brasil, que detém mais de 75% desse total. Veja o número de membros da Assembleia de Deus nas outras regiões do mundo (Tabela 2).

Fonte: Fronteira Final

Tribunal de Contas descobre que SUS pagou R$ 14,4 milhões pelo tratamento de pessoas mortas

05/07/2011 - 18h06
Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Uma auditoria feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU) mostra que o governo federal, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), gastou R$ 14,4 milhões para custear tratamentos ambulatoriais de alta complexidade e internações de pessoas mortas.

De acordo com o relatório, foram encontrados nomes de 5.353 pessoas que morreram antes da data registrada do início dos tratamentos ambulatoriais, que custaram R$ 5,48 milhões ao contribuinte. O TCU identificou ainda 3.481 casos em que a data da morte é anterior ao período de internação hospitalar e 890 casos em que a morte ocorreu durante o período de internação, sem que haja relação entre os fatos, e que deram um prejuízo de R$ 8,92 milhões aos cofres públicos.

A auditoria foi feita entre junho de 2007 e abril do ano passado nas secretarias municipais de Saúde de Fortaleza (CE), Aparecida de Goiânia (GO), Belém (PA) e Campina Grande (PB) e na Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco
Dados do Ministério da Saúde indicam que, mensalmente, são produzidos cerca de 1,8 milhão de documentos que autorizam o pagamento de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade e internações. Os gastos anuais ultrapassam R$ 20 bilhões.

O TCU determinou à pasta que oriente os gestores de Saúde a coibir a prática da inserção de datas de procedimentos que não correspondam às reais datas de atendimento dos pacientes e que reforcem as estruturas locais de auditagem. O tribunal alertou ainda que os profissionais poderão ser responsabilizados por esse tipo de fraude. O ministério tem 120 dias para apresentar informações sobre as providênvias que estãos endo adotadas.
Edição: Vinicius Doria
05/07/2011 - 13h56

Depois de prender madeireiro, delegado teme sofrer atentado e pede que PF volte a Anapu

Delegado Melquesedeque Ribeiro, de Anapu
Agência Brasil

Brasília - Responsável pela prisão do comerciante José Avelino Siqueira, por roubo de 10 metros cúbicos de madeira no Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Esperança, na zona rural do município de Anapu, no sudoeste do Pará, o delegado Melquesedeque da Silva Ribeiro teme sofrer um atentado e pede que a Polícia Federal (PF) volte a atuar na região.

Conhecido como Junior da Semente, o comerciante é acusado como um dos principais responsáveis por extração ilegal de madeira na regiã. Ele está preso em Anapu desde o dia 26 de junho, quando foi flagrado transportando madeira extraída de forma ilegal. 

Marcado por constantes conflitos entre agricultores assentados e madeireiros, o município de Anapu ficou conhecido mundialmente depois do assassinato da missionária norte-americana Dorothy Stang, em fevereiro de 2005.
“Prendemos [Junior Semente] por roubo, não apenas como anteriormente se fez, de tratar o caso como crime ambiental e transporte ilegal de madeira”, explicou Ribeiro. Segundo ele, Junior da Semente já havia sido notificado outras vezes pelo mesmo crime, mas pagava multa e não chegava a ser preso. “Como reiteradamente ele é dado por essa prática aqui no município, decidi por bem fazer uma tipificação que conferisse maior rigor de penalização”, explicou.

Para o delegado, a prisão de José Avelino Siqueira deve acirrar os ânimos entre aqueles que lutam pela preservação da floresta e os madeireiros. Delegado há oito meses e em Anapu desde janeiro, Ribeiro avalia que sua atuação no combate ao tráfico de drogas e ao desmatamento ilegal tem incomodado “pessoas poderosas” na região.
“Aqui na delegacia, vejo que algumas pessoas vêm visitá-lo, pessoas de expressão empresarial na cidade. Então, ele tem mais gente por trás dele nessa extração de madeira. É bem provável que eu venha a ser considerado inimigo desse pessoal e a situação exige a participação de outras autoridades”, disse. “Acredito que o município deveria receber um pouco mais de atenção da PF sim. Até porque a gente está tentando implementar a legalidade e isso soa como errado”, acrescentou.

O delegado disse não ter dúvida de que passará a ser alvo de atentados após a prisão. “Com certeza absoluta [temo pela minha vida]. Quando cheguei aqui, a média de presos na delegacia era de três a quatro por mês. Hoje, estou com 11 presos. Já houve duas tentativas de fuga, onde tinha grade coloquei laje. Estou tentando fazer um trabalho de restabelecimento da ordem. Temo receber ameaças de diversos setores”, afirmou.
Edição: Talita Cavalcante- publicada no dia 4 de julho, 2011

05/07/2011

Justiça Nacional

Após mortes no campo, 131 ameçados foram incluídos em programas federais de proteção


Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Depois das mortes de ativistas ambientais e trabalhadores rurais no Norte do país este ano, 131 pessoas ameaçadas passaram a receber proteção policial por meio de programas do governo federal na região. A informação foi dada hoje (5) pela ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário.

O grupo foi identificado a partir do cruzamento de dados fornecidos pela Comissão Pastoral da Terra (CPT, ligada à Igreja Católica) e por movimentos de trabalhadores rurais com registros das ouvidorias Agrária Nacional e a da própria secretaria.
Um levantamento feito pela CPT contabiliza 641 casos de violência no campo, com 918 mortes, em estados da Amazônia Legal, de 1985 a abril deste ano. Do total, somente 27 casos foram a julgamento, menos de 5%. 

Nesse período, 18 mandantes de crimes e 22 executores foram condenados e 17 executores absolvidos. O Pará têm o maior número de vítimas dos conflitos, com 621 pessoas assassinadas. Em todo o país, ocorreram 1.580 mortes no campo nos últimos 26 anos, de acordo com a entidade.

No fim de maio, quatro ambientalistas foram assassinados no Norte, três no Pará e um em Rondônia. A morte do casal de extrativistas José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo na zona rural de Nova Ipixuna (PA) ganhou repercussão nacional. Na época, a presidenta Dilma Rousseff determinou o envio de equipe da Força Nacional para conter a violência no campo. E a CPT apresentou ao governo uma lista de 165 pessoas que foram ameaçadas mais de uma vez. Destas, 30 tinham sofrido tentativa de assassinato

Maria do Rosário disse que, junto com outros ministérios, tem buscado formas de colaborar com autoridades responsáveis para que inquéritos policiais e processos judiciais sobre mortes no campo tenha andamento. “O mais importante é garantir que aqueles que ameaçam sejam identificados, responsabilizados e punidos. Entre os que ameaçam hoje, estão também alguns que já mataram em outros momentos e ficaram impunes”, reforçou a ministra, que preside reunião do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH).

Na reunião, foi aprovado o envio de uma comissão para pedir ao governo de São Paulo a reabertura das investigações sobre as mortes de quase 500 pessoas no estado em maio de 2006, conhecidas como "crimes de maio", em decorrência de conflitos entre a polícia e a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
Edição: Juliana Andrade

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