quinta-feira, 9 de abril de 2015

SAFRA

Safra do abacaxi anima produtores de Floresta do Araguaia, no Pará
Agricultores estimam lucros de R$ 276 milhões com venda do fruto. Município é considerado o maior produtor de abacaxi do país.

Os agricultores de Floresta do Araguaia estão animados com a safra de abacaxi, que pode render 200 milhões de unidades do fruto, com lucros estimados em até R$ 276 milhões. O município do sul do Pará é considerado o maior produtor de abacaxi do país.

O produto é o grande responsável por movimentar a economia da cidade, com 19 mil habitantes, que até ergueu uma estátua na praça central para representar sua relevância.

“Carro, moto, lotes na cidade, são coisas que a gente vai conquistando ao longo do tempo com muito trabalho e dedicação”, contabiliza o agricultor Manoel Lira, que diz não ter se arrependido de ter mudado de ramo e ter apostado no abacaxi há 17 anos.

Aos 74 anos, a artesã Antônia Alves é das trabalhadoras que viu no abacaxi uma oportunidade financeira: ela é quem produz metade dos balaios usados nas colheitas, e com o dinheiro do negócio conseguiu comprar a casa própria.
“Trouxe muita coisa boa para mim. A renda ajudou a criar meus filhos, dei  de tudo para eles, puderam estudar, estão formados e todos criados”, diz.

Diariamente, cerca de 60 caminhões de 15 estados do Brasil recebem o carregamento de abacaxi nos 13 mil e 500 hectares de lavouras existentes na zona rural da cidade. A cada safra do abacaxi, são empregados aproximadamente 960 trabalhadores.

Postador: Manancial de Carajás, com informações do G1 Pará

PRESOS EM FUGA

Parauapebas: Oito presos de alta periculosidade fogem da Carceragem do Rio Verde durante a madrugada

Mais uma vez a carceragem que fica localiza no bairro Rio Verde, em Parauapebas foi alvo de fuga de presos que superlotam as dependências da única cadeia pública da cidade.

Na madrugada desta quarta-feira (8), os detentos da carceragem aproveitaram a “calada da noite”, cerraram as grades de uma das celas e oito criminosos considerados de alta periculosidade acabaram fugindo e “ganhando as ruas de Parauapebas”.

A fuga só não ganhou números ainda maiores porque um policial de plantão acabou vendo a movimentação e disparou vários tiros de arma de fogo para cima, o que acabou “acalmando” os ânimos de outros detentos que já se preparavam para fugir.

Em declarações prestadas à imprensa local, o Comandante do 23º Batalhão de Polícia Militar de Parauapebas, Tenente Coronel Sandro Queiroz, confirmou a fuga de oito presos de alta periculosidade, sendo alguns deles assassinos e estupradores e reconheceu que a carceragem do Rio Verde é um local inadequado para receber esses indivíduos. “Temos ciência que a carceragem é inadequada e não comporta mais sua população carcerária. Um novo presidio está em construção e nós temos que verificar essa situação do andamento das obras, para que até o final do ano o presidio possa ser inaugurado e possamos acabar com esse problema, e com isso a população do Rio Verde possa ficar mais tranquila”, destacou a autoridade policial.

Postador: Manancial de Carajás, com informações do portal Pebinha de Açúcar

VIOLÊNCIA

JORNALISTA LEVA TIRO DURANTE ASSALTO

Local da bala onde Juno Brasil 
foi atingido no braço
O jornalista Juno Brasil foi baleado durante assalto na tarde desta quarta-feira (8), num trecho entre Parauapebas e Canaã dos Carajás, sudeste do Pará.
Precisamente à altura do quilômetro 45, às proximidades do balneário Água Boa.

Juno retornava de Canaã, onde tinha ido sacar o valor de R$ 1,8 mil em agência bancária daquela cidade.

Ao perceber que estava sendo seguido por outra motocicleta preta, o profissional de Imprensa, que também estava na sua moto, tratou de acelerar. Mas foi perseguido de perto e quando os ocupantes da outra motocicleta conseguiram emparelhar, o da garupa sacou de um revólver e sem falar nada, foi logo disparando.

Foram três tiros, mas apenas um atingiu o jornalista. Ele foi ferido no braço esquerdo, a altura da axila. O projétil transfixou.

Juno Brasil caiu no meio do mato, todo ensanguentado, enquanto os meliantes saqueavam o dinheiro e outros pertences da vítima. Brasil foi socorrido por motoristas que passavam pela rodovia e levado para um Hospital de Parauapebas.

O pôster manteve contato telefônico com o repórter, pela manhã, e pode garantir que ele está fora de perigo. Juno Brasil, por muitos anos fez parte da equipe do Jornal Opinião, onde integrava a Editoria de Polícia.

Atualmente está radicado em Parauapebas.

É a violência sem limites que assola a região.

Postador: Manancial de Carajás com informações de Nilson Santos. 

quarta-feira, 8 de abril de 2015

CRIME/SUSPEITA

OAB/PA pede o afastamento de delegados responsáveis pelo inquérito policial que investiga a morte de Jakson Silva

Requerido junto ao Procurador Geral de Justiça do Estado do Amazonas, Carlos Fábio Braga Monteiro, o pedido é em razão das inúmeras falhas cometidas na apuração do assassinato do advogado Jakson Silva, ocorrido no dia 24 de janeiro deste ano. O requerimento da OAB/PA se sustenta ainda na conduta omissiva dos delegados, que não levaram em consideração outras linhas de investigação para a elucidação do crime. Por isso, a OAB/PA pede ao Ministério Público do Amazonas que investigue a conduta omissiva dos delegados responsáveis pelo caso.

A solicitação da Ordem tem por base o relatório apresentado pelo advogado Rodrigo Godinho, vice-presidente da Comissão de Defesa das Prerrogativas da OAB-PA, ao presidente, Jarbas Vasconcelos, após visita feita à Polícia Civil do Amazonas. Segundo Rodrigo Godinho, que esteve na capital do Amazonas no dia 20 de março deste ano, “é necessário solicitar o afastamento e investigação da conduta dos delegados que presidem o inquérito policial apuratório do assassinato do advogado Jakson Silva, por que além de não considerarem outras linhas de investigação, não houve a devida juntada dos documentos apresentados pela Seccional da Ordem no Pará, que demonstravam os fortes indícios de crime de homicídio, em razão das ameaças perpetradas à vitima.”

Ainda de acordo com o advogado, as investigações necessitam de mais rigor para se buscar os autores do crime. “A OAB/PA se prontificou em enviar os nomes de outras testemunhas do município de Parauapebas/PA, com o intuito de estas tentarem elucidar as dúvidas que permeiam o inquérito. Todavia, se faz necessário um acompanhamento intensivo na assistência de acusação para que todos os pleitos sejam verificados.”, informou.

Desse modo, no entendimento da seccional paraense, não houve a devida juntada dos documentos encaminhados pela Ordem no Pará, os quais demonstram fortes indícios de crime de homicídio, o que acaba por macular a lisura necessária ao inquérito policial e não condiz com o papel que se espera de autoridades policiais.

O que causou mais estranheza na OAB/PA é o delegado que preside o inquérito concluir antecipadamente a motivação do crime, sem sequer elucidar a autoria do assassinato e utilizando somente o latrocínio como linha de investigação, ignorando o fato de nenhum objeto eletrônico e quantia em dinheiro ter sido retirado da vítima.

Em virtude disso, o presidente da Ordem no Pará, Jarbas Vasconcelos, reitera ao Procurador Geral de Justiça do Estado do Amazonas que as investigações necessitam de mais rigorosidade técnica e que as diligências sugeridas sejam realizadas, a fim de esclarecer o delito que vitimou o advogado Jakson Silva.

O Caso

Presidente da subseção da OAB em Parauapebas, região sul do Pará, Jakson Silva foi assassinado no dia 24 de janeiro deste ano, em Manaus, capital do Amazonas. O advogado, de 45 anos, foi morto abordado por dois homens numa motocicleta.

Ações movidas por Jakson denunciaram irregularidades em processos licitatórios na Prefeitura de Parauapebas de aproximadamente R$ 500 milhões em prejuízos aos cofres públicos. De 2011 até hoje, segundo a OAB no Pará, dez advogados foram executados e oito foram vítimas de ameaças ou atentados realizados no estado.

Confira o pedido feito pela OAB-PA clicando aqui.

Postador: Manancial de Carajás

EXPLOSÃO

Bandidos explodem caixas eletrônicos do Banco Bradesco do distrito de Castelo de Sonhos

Na madrugada dessa quarta-feira(08/04), bandidos explodiram 02 (dois) caixas eletrônicos do Banco Bradesco do distrito de Castelo de Sonhos no município de Altamira-Pa.

Segundo informações foram usadas 03 (três) bananas de dinamite para explodir 03 (três) caixas eletrônicos do Banco, uma dinamite falhou e explodiu dois caixas.

A explosão dos caixas eletrônicos não atingiu o cofre, causou apenas danos materiais as máquinas e no interior da agência, os bandidos fugiram do local sem levar um centavo e estão foragidos.

O delegado da Policia Civil de Novo Progresso Dr. César se deslocou na manhã de hoje até Castelo de Sonhos para ajudar o delegado Dr. Francimar a fazer as investigações e capturar os bandidos.

Postador: Manancial de Carajás, com informações e fotos da Folha do Progresso – Fotos: WhatsApp

CRIME ADVOGADO

Polícia do Amazonas descarta execução de advogado do Pará e investiga latrocínio

Jakson Souza e Silva era presidente da Subseção da OAB, em Parauapebas, e foi assassinato em Manaus no início do ano. Primeira fase das investigações foi concluída, afirma delegado.

Jakson Souza e Silva era presidente da Subseção da OAB em Parauapebas, município do Pará (Foto: Divulgação/ OAB-PA)A Polícia Civil do Amazonas informou ao G1, nesta segunda-feira (6), que descartou a suspeita de que o assassinato do advogado paraense Jakson Souza e Silva, de 45 anos, tenha sido um crime encomendado. A primeira fase das investigações foi concluída, no entanto, novas diligências ainda serão realizadas. A nova linha de investigação apura se Silva foi vítima de latrocínio – roubo seguido de morte.

Jakson Silva, que era presidente da Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Parauapebas (PA), foi morto em Manaus em janeiro deste ano. O advogado estava com o nome incluso em suposta  lista de “marcados para morrer”.

Segundo o delegado titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Ivo Martins, as informações e materiais coletados até o momento indicam um crime ocasional. Para a polícia, a hipótese mais provável é de latrocínio, embora os suspeitos não tenham levado os pertences da vítima. “Muito improvável que ele tenha sido executado em razão das ameaças que vinha sofrendo”, afirmou o delegado.

Ivo Martins informou que o inquérito foi concluído e encaminhado ao Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM).

“Concluímos a primeira fase do inquérito e não chegamos à autoria do fato. Pedimos da Justiça a devolução do inquérito para fazer diligências complementares e reconstituição. Além disso, algumas perícias precisam ser realizadas para chegar à autoria do crime. Estamos aguardando a baixa do inquérito para fazer essas diligências complementares”, disse Martins.
Crime ocorreu na noite de sábado (24) em rua do bairro Redenção, Zona Centro-Oeste de Manaus (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)
Entenda o caso
O assassinato ocorreu, por volta das 23h40, do dia 24 de janeiro, na Rua 15 de Outubro, situada no bairro Redenção, Zona Centro-Oeste de Manaus. Testemunhas afirmaram que a vítima foi abordada por dois homens em uma motocicleta, enquanto andava em via pública. Um deles efetuou o disparo, que atingiu o abdômen de Jakson Silva. O advogado chegou a ser socorrido por populares e levado ao SPA Alvorada, mas não resistiu. Ainda segundo a polícia, não foram levados pertences da vítima. Com ele, foram encontrados R$ 1.900 em espécie, um notebook e um smartphone.

O presidente da OAB-PA, Jarbas Vasconcelos, afirmou ao G1 que o nome de Jakson Silva estava numa lista de pessoas ameaçadas de morte. “Tudo nos leva a crer que esse foi mais um brutal assassinato ligado ao exercício profissional da advocacia e que trata-se, portanto, de uma gravíssima violação das prerrogativas”, afirmou Jarbas Vasconcelos. Jakson Silva investigava denúncias de improbidade administrativa na Prefeitura de Parauapebas. “Ele foi ameaçado gravemente por denúncias feitas em contratos de licitação na Prefeitura. Então, essa é uma linha que tem que ser investigada”, disse ao chegar a Manaus.

Desde 2011, sete advogados foram assassinados no Estado do Pará. Segundo a OAB, são inúmeros os registros de queixa dos profissionais por ameaças de morte, entre eles o de Jakson de Souza e Silva, registrado no dia 10 de janeiro de 2014, após receber um bilhete ameaçador enquanto estava em um restaurante.

Há um ano, durante reunião que aconteceu na sede do Ministério Público em Belém, o presidente da Ordem, Jarbas Vasconcelos, apresentou dados que demonstravam a existência de organização criminosa contra advogados e políticos. A reunião aconteceu após denúncias divulgadas nos meios de comunicação de Parauapebas que afirmavam a existência de suposta lista de “marcados para morrer” naquele município, dentre os quais estava o nome do advogado Jakson de Souza e Silva.

Em ofício encaminhado ao Promotor de Justiça Coordenador do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado, Milton Menezes, a OAB explica que a ameaça foi denunciada por meio do “disque denúncia de Parauapebas” e por bilhete deixado em um restaurante no município. 

Postador: Manancial de Carajás, com informações de (Adneison Severiano – Do G1-AM)

segunda-feira, 6 de abril de 2015

CHACINA: ACUSADOS ESTÃO EM BELÉM

Acusados de chacina na Estiva são apresentados em Belém
Os irmãos são acusados de matar uma família inteira
A Polícia Civil apresentou nesta segunda-feira (06/04), em Belém, os dois suspeitos de envolvimento na chacina que resultou na morte de uma família na invasão da fazenda Estiva, no município de Conceição do Araguaia, na noite de 17 de fevereiro.

Os suspeitos são irmãos e são apontados como os autores das mortes do casal de agricultores Leidiane Souza Soares e Washington Silva, e de seus filhos Júlio César Soares, 15, Weslei Souza Soares, 9, e Samia Soares, 13, e do sobrinho Mateus Soares Barros, 15.

Antônio Bernardo dos Santos Pereira e Genival dos Santos Pereira foram presos na quarta-feira e quinta-feira respectivamente. Antônio foi preso em uma fazenda em Floresta do Araguaia e Genival conseguiu fugir até o estado do Tocantis, onde também foi capturado na rodoviária de Araguaína.

Entenda o caso
De acordo com a polícia, dois homens armados invadiram a casa da família, amarraram as vítimas e levaram todos para uma área de mata na beira do rio Estiva, onde o casal e os adolescentes e a criança foram mutilados por golpes de facão. Os criminosos jogaram os corpos no rio. Três tinham marcas de bala.

Naturais de Redenção, as vítimas haviam se mudado há cerca de três semanas para a zona rural de Conceição do Araguaia. De acordo com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), o terreno está em fase de desapropriação para a reforma agrária.

Segundo a polícia, a família vivia em um lote disputado por dois irmãos. Eles teriam abandonado a área, mas estariam querendo o terreno de volta. De acordo com as investigações, os irmãos contrataram dois pistoleiros para matar a família. 

Postador: Manancial de Carajás, com informações do (G1/PA)

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