sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

SAÚDE PAU D'ARCO

Governo do Estado entrega ambulâncias do Samu a dez municípios
Pau D'arco, foi um dos beneficiados

Com o repasse de hoje já chega a 92 o número de ambulâncias entregues pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) desde 2011
O serviço de urgência e emergência no interior do Pará foi reforçado com a entrega, na manhã desta sexta-feira, 23, de dez ambulâncias aos municípios de Prainha, Juruti, Santa Maria do Pará, Bannach, Santa Isabel do Pará, Pau D’Arco, Água Azul do Norte, Abaetetuba, e ainda ao 8º Centro Regional de Saúde, com sede em Breves; e ao Hospital Regional de Salinópolis. As ambulâncias de Prainha, Abaetetuba e do Hospital Regional de Salinópolis são de suporte básico e as demais são de remoção.

De acordo com a secretária estadual de Saúde, Heloísa Guimarães, a Sespa investiu um total de R$ 887.100,00 na aquisição das dez ambulâncias
Com isso, já chega a 92 o número de ambulâncias entregues pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) desde 2011, como parte do Plano Estadual de Atenção Integral às Urgências, em que o Pará tem sido pioneiro no atendimento às recomendações do Ministério Saúde para reforçar a Rede de Urgência e Emergência, que inclui o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Serviço de Resgate Aeromédico, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Hospitais de Urgência e Emergência. É importante lembrar que a Regulação de Urgência e Emergência é uma responsabilidade da Sespa.

De acordo com a secretária estadual de Saúde, Heloísa Guimarães, a Sespa investiu um total de R$ 887.100,00 na aquisição das dez ambulâncias, consideradas essenciais quando se trata do atendimento realizado na primeira hora após a ocorrência dos casos recebidos na rede pública de saúde, a exemplo do Acidente Vascular Cerebral (AVC).


Luciano Guedes foi convidado para participar deste momento e representar o Governador na entrega para o povo de Pau D'Arco.
Heloísa Guimarães informa que os municípios contemplados com a entrega enviaram ofício solicitando a cessão dos veículos e foram submetidos a estudo prévio por técnicos da Sespa, que levou em conta alguns critérios, sobretudo os demográficos e geográficos, com base em relatos sobre as distâncias já registradas em atendimentos feitos pelas gestões municipais, para avaliar as reais necessidades de cada um.
Ex-prefeito Luciano Guedes
Um exemplo que ilustra bem essa realidade é de Bannach, no sudeste paraense, onde a administração municipal vinha fazendo a remoção de pacientes para Redenção, onde existe o Hospital Regional Público do Araguaia, em carros particulares. “Esse é um dia de agradecimento ao governo estadual, porque finalmente vamos poder atender a uma demanda que vinha sendo muito cobrada pela população”, disse o prefeito de Bannach, Valbetanio Milhomen.

Após a assinatura de documentos de cessão das ambulâncias, entre a secretária Heloisa Guimarães e os representantes dos municípios contemplados, o vice-governador Zequinha Marinho fez um apanhado geral sobre os investimentos do governo estadual na área da Saúde, em especial na rede de hospitais de alta e média complexidade, distribuídos pelas regiões de integração do Pará, incluindo os que estão em construção, como os de Ourilândia do Norte, Parauapebas, Itaituba, Castanhal e o novo Abelardo Santos, no distrito de Icoaraci, Região Metropolitana de Belém.

A entrega propriamente dita foi realizada no estacionamento do Hangar Convenções e Feiras da Amazônia, com a presença do chefe da Casa Civil da Governadoria, José Megale; do deputado federal eleito pelo Pará, Joaquim Passarinho; dos deputados estaduais Cássio Andrade e Thiago Araújo, e da diretora da Divisão de Patrimônio da Sespa, Maria Inez Rocha. Entre os representantes dos municípios que receberam ambulâncias estavam a diretora do Hospital Regional de Salinópolis, Durvalina Serrão, e Adelson Teixeira, diretor do 8º Centro Regional de Saúde da Sespa, sediado em Breves. 

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  • Saúde
    23/01/2015 | 15:14
    Governo do Estado entrega ambulâncias do Samu a dez municípios
Colaboração: Roberta Vilanova
Mozar Lira
Secretaria de Estado de Saúde Pública

Foto e Fonte: Agência Pará. Postador: Manancial de Carajás

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

PROMESSA

Idoso carrega cruz de 50 kg há 7 anos para pagar promessa em Trindade

O pagador de promessa, de 66 anos, 
vai até Trindade
Desde 2007, o pernambucano Pedro Albuquerque, de 66 anos, carrega uma cruz de 50 kg para pagar uma promessa, passando por 11 estados e o Distrito Federal, em agradecimento à cura de um problema de saúde. Atualmente em Luziânia, no Entorno do DF, o fiel pretende chegar ao Santuário Basílica do Divino Pai Eterno, em Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia, daqui a dois meses. 
 
“Faz sete anos que eu estou nessa caminhada. Eu fiz uma promessa para o nosso senhor Jesus Cristo, porque eu sofria de trombose e hoje, graças a Deus, ele me curou e eu estou nessa caminhada”, disse o fiel, que deixou Caruaru, sua cidade natal, onde era varredor de rua e morava com três filhos, para agradecer as bênçãos recebidas.

O fiel relata que seu problema de saúde era considerado grae pelos médicos e que ele corria risco de morte. Ao fazer a promessa, disse que não seguiria em linha reta pelas cidades, que seria o caminho mais fácil, e sim passando por 11 estados, além do Distrito Federal. Até hoje, segundo as contas do idoso, ele já percorreu mais de 300 cidades, totalizando 13 mil quilômetros percorridos. 

Foto e Fonte: (G1/GO). Postador: Manancial de Carajás

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

ABANDONO

Pontes da BR-158 são “armadilhas” para motoristas
Uma das principais rodovias do sul do Pará, responsável pelo escoamento da produção de soja e milho colhida nos estados do Mato Grosso e Pará, a BR-158, é o retrato do descaso e abandono do governo federal.

Considerada como portal de entrada da região sul do Pará, a Rodovia BR-158, em um trecho de 110 quilômetros, que liga Redenção ao distrito de Casa de Tábua, possui pontes que são verdadeiras armadilhas.

Há mais de décadas esperando por reforma e reconstrução, as pontes construídas sobre os rios Inajazinho e Inajazão, funcionam como verdadeiras ‘’arapucas’’ para motoristas de caminhões, vans, ônibus e carros de passeio que diariamente trafegam pela estrada. Pela BR-158 passam dezenas de Bi-trens, com toneladas de soja e milho, produzidas no norte de Mato Grosso e Sul do Pará.

Os principais problemas enfrentados pelos motoristas são pontes improvisadas com grades de metal, que foram construídas há mais de duas décadas, como medida paliativa. O que era para ser temporário, desde então, se tornou permanente. Os 63 metros de extensão da ponte sobre o igarapé Inajá têm placas de metal danificadas e com visíveis sinais de deterioração. Além disso, a estrutura não possui nenhuma proteção para o tráfego de veículos.

O descaso com a preservação das pontes e a má qualidade da pavimentação, encarece o frete, e prejudica o escoamento da safra de grãos dos dois estados como conta o motorista Armando José Filho. “Eu passo por aqui, mas sei do risco que corro com falta de estrada adequada e pontes regulares. O jeito é cobrar mais caro pelo frete e se aventurar nessas armadilhas, que representam uma verdadeira vergonha para uma região e um estado rico como o Pará’’, desabafa o motorista.

O asfalto de má qualidade e trechos com muitos buracos faz parte do conjunto de desafios que os motoristas que transportam a produção agrícola enfrentam constantemente.  Uma empresa contratada pelo DNIT para fazer a recuperação do trecho de Redenção até a cidade de Vila Rica, no Mato Grosso, paralisou o trabalho por falta de pagamento e não há previsão de quando serão retomadas as obras.
Dezenas de acidentes  já foram registrados  envolvendo carros de pequeno, médio e grande porte, assim como motocicletas, sobre as perigosas pontes, onde grande parte das  ocorrências houve vítimas fatais.

O morador da região Francisco da Silva, que passa há anos passa por sobre as  mesmas ponte, revela que a situação é um caos. “Sinto-me envergonhado. Este é meu caminho há anos e a falta de vontade que vejo dos nossos representantes em trabalhar para acabar com essas    pontes perigosas, assassinas que muito prejuízo tem causado a motoristas e ceifados vida de pessoas inocentes”, relata o motorista.

A reportagem do NOSSO JORNAL e blog,  constataram que a maioria das pontes possui ao lado uma pré-estrutura para execução de obras que substituiriam as atuais,        que estão deteriorando com o tempo. Ainda no trecho existem pontes de madeira que foram construídas como algo provisório mais que pelo que parece ficarão por décadas como o paliativo.   

Foto e Fonte: Dinho Santos. Postador: Manancial de Carajás

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