segunda-feira, 8 de abril de 2013


Bancada evangélica sai em defesa do pastor Marco Feliciano: “Podemos por milhões de cristãos na porta da Câmara”

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações da Gospelmais

Um dos líderes da bancada evangélica na Câmara dos Deputados, Hidekazu Takayama (PSC-PR), afirmou durante uma sessão solene nesta segunda-feira, 08 de abril, que está havendo incoerência na análise da situação envolvendo o pastor Marco Feliciano.

“O que não está correto é querer fazer baderna na Câmara, colocar ativistas para denegrir a imagem de um cristão. Nunca nos opomos a que simpatizantes dos homossexuais ocupassem a presidência de uma comissão. Agora, quando temos a oportunidade de colocar alguém em uma comissão, não podemos”, afirmou o deputado.

O deputado Takayama enviou um recado à direção da Câmara dos Deputados e aos líderes de partidos: “Se deixar prevalecer meia dúzia de ativistas porque não têm visão igual a nossa, podemos colocar dois, três quatro milhões de cristãos na porta dessa Casa”, disse, antes de complementar dizendo que o tipo de abertura que está sendo feito para os ativistas gays abre precedentes perigosos na Câmara: “Isso também pode ocorrer amanhã em setor que não seja cristão e vocês terão dificuldade de colocar seus representantes”, alertou, de acordo com a Folha de S. Paulo.

‘Cansei de ver o PSDB dividido’, diz FHC

Ex-presidente participou de encerramento de congresso da legenda em SP

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações do G1

FHC durante congresso do PSDB.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso voltou a pregar neste sábado (6) unidade interna no PSDB para que a legenda fique fortalecida nas eleições presidenciais de 2014.

“Temos tudo para vencer. Mas a vitória começa e passa pela unidade do PSDB. Eu cansei de ver o PSDB dividido. Chega!”, afirmou o ex-presidente em discurso de encerramento do Congresso Estadual do PSDB na Assembleia Legislativa de São Paulo, ao lado do presidente nacional do partido, Sérgio Guerra.

Integrantes do PSDB estão descontentes com a candidatura do senador mineiro Aécio Neves para o comando da legenda. O ex-governador de São Paulo José Serra não participou de evento na semana passada que lançou o nome de Aécio. Aécio é também o provável nome disputar a Presidência da República em 2014, o que é alvo de contestações do grupo de Serra, derrotado na última eleição presidencial.

Em sua fala, Fernando Henrique pediu também que, antes de comparar legados, o partido deve pensar em “discutir o futuro”. “O que o PSDB tem a oferecer não é comparar legado com legado, o passado passou. Daqui para frente, nós de novo,  somos nós a bola da vez”, afirmou.

O diretório estadual discutiu neste sábado um documento chamado “Carta de São Paulo”, sobre as diretrizes que o partido deverá adotar nos próximos anos. A carta será levada ao Congresso Nacional do PSDB, que acontece em maio.

Área social
Ao discursar, Fernando Henrique reconheceu méritos nas gestões de Lula e Dilma Rousseff na área social social, mas disse que agora é preciso avançar.

“Hoje, para alegria de todos nós, as camadas mais pobres têm maior capacidade de consumo, isso começou por nós. O governo Lula e o governo Dilma fizeram bem, como fez bem agora ao dar benefícios trabalhistas às empregadas domésticas. Tudo que é positivo no social tem de ter apoio do PSDB. Fizeram, bem mas não fizeram o suficiente. Porque agora esses milhões que estão com maior capacidade de renda querem qualidade”, destacou.




“Não sou a favor de maldade contra gay”, diz Silas Malafaia; Pastor revela expectativa de que Marco Feliciano tenha mais de 400 mil votos em 2014

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações do  Gospel+

O pastor Silas Malafaia afirmou durante entrevista que acredita que o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) terá o dobro de votos conseguidos na última eleição, quando disputou pela primeira vez um cargo público e recebeu mais de 211 mil votos.

“Se o Feliciano tiver menos de 400 mil votos na próxima eleição, eu estou mudando de nome”, disse à Folha de S. Paulo, ironizando os esforços dos ativistas gays: “Quero agradecer ao movimento gay. Quanto mais tempo perderem com o Feliciano, maior será a bancada evangélica em 2014”, afirmou.

 “Os que querem direitos humanos agridem, xingam. Eles querem direitos para eles. Isso aí é um joguinho político de ativismo gay. Eu também sou vítima disso”, disse o pastor.

O Partido dos Trabalhadores também foi criticado por Malafaia pela forma como está se portando durante o episódio: “Acho engraçado como o PT consegue jogar para a plateia. Essa comissão sempre foi presidida pelo PT. O PT não quis mais. Será que é por questões inconfessáveis? Opinião não é crime. Ele [Marco Feliciano] tem direito de expressar a opinião que ele tem”.

Silas Malafaia afirmou ainda que espera que Feliciano “presida [a CDHM] com cuidado [...] Seja justo, ético, que não tenha proteção com a, com b ou com c”, pois atualmente, o trabalho da comissão é “terrivelmente parcial em favor da causa gay, com proteção e privilégios para um grupo social”, pontuou.

“Na democracia, minoria não determina sobre a maioria e é isso que eles estão engasgados. Não quero injustiça, não sou favor de maldade contra gay, mas também privilégios para eles, não”, concluiu o pastor Silas Malafaia.



Pastor Marco Feliciano causa polêmica ao receber diploma de defensor dos Direitos Humanos

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás com informações do Gospel+

Na última semana o pastor Marco Feliciano, recebeu do presidente da Federação Brasileira de Direitos Humanos (FBDH), Elizeu Rosa, o diploma de defensor de direitos humanos. Porém a diplomação do pastor tem causado polêmica, porque Rosa é investigado pelo Ministério Público Federal do Distrito Federal por estelionato.

A Polícia Federal protocolou, em 2009, uma Ação Civil Pública contra outra entidade também presidida por Rosa, Conselho Federal de Defesa dos Direitos Humanos (CFDDH), acusando de fazer “uso ostensivo de insígnias e outros símbolos oficiais, embora não mantenham qualquer vínculo ou parceria com a Secretaria Nacional de Direitos Humanos”, segundo informações do jornal O Globo.

Na ação o conselho é acusado de “mediante pagamento, nomeia delegados, conselheiros, comissários e agentes de direitos humanos, investindo-os de fantasiosos poderes de Estado e fornecendo indumentária própria de polícia, como coletes, carteiras funcionais, botons e viaturas”.

- Eles começaram a divulgar um curso pago, em que ao final, concedem um título de delegado. As pessoas se acham no direito de fazer intervenções usando distintivos de delegados dos direitos humanos. Usam coletes com a frase: protegido pelo Decreto 6044. Dão carteirada, sem ter convênio algum com a Secretaria Nacional de Direitos Humanos – acusa Carvalho, que diz também que a federação é ligada ao segmento evangélico e é conhecida por suas posições conservadoras.

A psicóloga Marisa Lobo saiu em defesa do pastor, publicando em seu Facebook uma nota na qual afirma que “a Federação Brasileira de Defesa dos Direitos Humanos esclarece em seu site que está registrada no Ministério da Justiça sob o número 08071.001848/2011-95”. A psicóloga diz ainda que, de acordo com o documento, “a partir de agora, o deputado-pastor ‘passa a gozar de todas as prerrogativas inerentes ao cargo’ de defensor dos direitos humanos”.

- Tomando-se a sério o “diploma”, Feliciano agora tem as costas esquentadas pelo Planalto e até, veja você, pela ONU. Tremei, pecadores! – finaliza Marisa Lobo.
Tumulto na Bahia

Marco Feliciano continua sendo alvo de manifestações também fora das sessões da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. No fim da semana Feliciano foi alvo de protestos ao sair da Igreja Batista Avivamento Profético, em Salvador, onde esteve para participar de um culto que integrou o 20° Congresso do Poder Impacto Espírito Santo.

De acordo com o “O Globo”, Feliciano saiu do local tentando esconder a cabeça com seu paletó para não ser reconhecido, com o objetivo de escapar do assédio de manifestantes ligados a grupos homossexuais que protestavam contra ele do lado de fora do templo.

No local, Feliciano era acompanhado pelo deputado estadual e pastor Isidório de Santana (PSB). “Ex-gay”, Santana afirmou que Marco Feliciano estava sendo alvo de perseguição religiosa, e Chamou os manifestantes contrários a Feliciano de “Zé Povinho”, e disse que não seriam abençoados por Deus por aceitarem o “sexo sujo”, como qualificou a relação homossexual.


41ª AGO – “O Espírito Santo Glorificando a Cristo”. De 8 a 12 em Brasília-DF

41ª AGO da CGADB em Brasília-DF tem mais de 24 mil inscritos

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações do  Mensageiro da Paz 

Mais de 24 mil ministros estão inscritos para participar da 41ª Assembleia Geral da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), que será realizada em Brasília de 8 a 12 de abril. Esta já é, como adiantamos na edição passada do MP, a maior edição da história da CGADB em números. Esse montante de inscritos representa cerca de 40% de todos os membros ativos da CGADB.

As reuniões da 41ª AGO ocorrerão no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade Sarah Kubitschek, considerado o maior parque urbano do mundo, superando, inclusive, o Central Park, de Nova Iorque. Fundado em 11 de outubro de 1978, ele é chamado pela população de “Pulmão de Brasília”.

Número final de inscritos de todo país é de mais de 24 mil
O Parque da Cidade tem 4,2 milhões de metros quadrados, o equivalente a 420 hectares, e o seu Pavilhão de Exposições é considerado o terceiro maior pavilhão coberto do país, com 55 mil metros quadrados.

As reuniões convencionais durante o dia serão no Pavilhão, mas os cultos à noite durante a 41ª AGO, diferentemente do que divulgamos na edição passada, serão realizados no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, onde também serão realizadas durante o dia as reuniões da União de Esposas de Ministros das ADs no Brasil (Unemad).

Programação
A programação do evento já está definida, bem como os preletores dos cultos à noite e dos devocionais durante o dia nas plenárias convencionais.

Na noite de abertura, dia 8 de abril, o pregador será o pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da CGADB, que ministrará sob o tema “O Espírito Santo Glorificando a Cristo”.

Na manhã e tarde do dia 9 de abril, os preletores dos devocionais que antecedem as plenárias convencionais serão os pastores Roberto José dos Santos (PE), líder da Convenção das ADs do Ministério de Abreu e Lima, que ministrará sobre “O Espírito Santo Glorificando a Cristo na Santificação”, e Ubiratan Batista Job (RS), líder da Convenção das ADs no Rio Grande do Sul, que discorrerá sobre “O Espírito Santo Glorificando a Cristo na Salvação do Pecador”. À noite, o preletor será o pastor Leidir Aparecido Ribeiro (MS), com o tema “O Espírito Santo Glorificando a Cristo na Unidade do Corpo de Cristo”.

Na manhã e tarde do dia 10 de abril, os preletores dos devocionais serão os pastores José Antônio dos Santos (AL), líder da Convenção da AD em Alagoas, que ministrará sobre “O Espírito Santo Glorificando a Cristo no Arrebatamento da Igreja”, e Anísio do Nascimento (RJ), secretário-executivo da Secretaria Nacional de Missões (Senami) da CGADB, que falará sobre “O Espírito Santo Glorificando a Cristo na Obra Missionária”. À noite, o preletor será o pastor Josué Brandão (BA), com o tema “O Espírito Santo Glorificando a Cristo Através dos Dons Espirituais”.

No dia 11, não haverá preleções nem pela manhã e a tarde, nem à noite, pois o dia inteiro será dedicado à eleição da Mesa Diretora e Conselho Fiscal da CGADB, e à apuração dos votos.

No dia 12 de abril, pela manhã, também não haverá preleção, mas apenas a sessão de encerramento, com posse dos eleitos.


'Como queimar sutiãs', diz Daniela após casamento com mulher

Ao G1, cantora falou sobre relacionamento com a jornalista Malu Verçosa. Ela comenta que o ato também é político e fala sobre outras relações gays.

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações do G1

'Como queimar sutiãs', diz Daniela após casamento com mulher
Daniela Mercury e Malu Verçosa em Portugal 

Brasil - A cantora Daniela Mercury conversou com o G1 pela internet sobre a publicação da foto nas redes sociais em que assume relacionamento com a jornalista baiana Malu Verçosa. “'Isso é simplesmente uma atitude de dignidade e usufruir do nosso direito de viver como todas as outras pessoas. 

Eu quis lidar como eu lido com as outras relações. A gente não se casou de papel passado, mas a gente tem alianças nas mãos, alianças no coração e vamos, a partir de agora, viver uma vida juntas”, disse a cantora nesta sexta-feira (5), em entrevista concedida em Lisboa, Portugal, onde apresenta shows do disco "Canibália-Ritmos do Brasil".

"É o único jeito de lidar com tranquilidade, de não se deixar passar por preconceito, nem deixar de viver com dignidade, com minha liberdade individual", complementa a artista, considerada rainha da axé music, sobre suas motivações em assumir o relacionamento neste momento da vida e da carreira. 

A cantora revela estar apaixonada e viver uma vida de casada. Apesar da abertura, Daniela mostra preocupação com a privacidade. "Eu não tenho costume de expor minha vida íntima. Eu sou uma artista há muitos anos e a minha arte é que importa", esclarece.
Ela contou como foi o momento que decidiu compartilhar junto com Malu a foto das duas juntas por meio do Instagram. “Não foi fácil, deu um bom frio na barriga, uma sensação de estar se expondo, de não saber se era aquele o caminho certo, tínhamos dúvidas se a gente tinha que tomar uma atitude tão radical, mas não víamos como ser de outra maneira”, revela. "É um alívio, uma sensação de liberdade, de dignidade, que nos fez nos amarmos ainda mais e estarmos convictas de que era isso que tinha que ser feito", disse, emocionada.
Daniela garante que a revelação não foi uma resposta direta às declarações do pastor Marco Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, mas ela assume que as polêmicas tiveram um peso na decisão.

“Sabíamos que nosso comunicado iria ser também um manifesto de altivez e que ia ajudar politicamente a dar um bom recado para o Feliciano. Como cidadã brasileira eu estou aproveitando e dando meu recado sobre a presidência da comissão”, diz.

Repercussão
Daniela conta que, apesar de estar em viagem para a turnê, acompanhou as notícias sobre sua decisão não apenas no Brasil, como em vários outros países. Ela também cita a grande repercussão nas redes sociais. "O número de curtições no Instagram foi completamente fora do normal, com 11 mil novos seguidores no mesmo dia. A gente ficou acompanhando se as pessoas tinham entendido que era um ato de dignidade”. Daniela diz que as repercussões negativas não chegaram até ela.

Sendo uma ativista social, a artista afirma que poderá se engajar em campanhas pelos direitos LGBT´s, mas que a revelação para fãs e todo o restante da sociedade representa um ato de libertação pessoal.

Homossexualidade
Daniela Mercury conta que não esperava ter atrações por pessoas do mesmo sexo, mas que isso já ocorria há alguns anos. “Isso não aconteceu agora. Aconteceu há alguns anos atrás e foi uma surpresa para mim. Eu não paquerava mulheres nem tinha pensado que algum dia ia me sentir atraída por uma mulher”, conta.

"Vivi alguns relacionamentos com mulheres, mas rapidamente, e, quando isso se tornou algo importante a ponto de se tornar uma relação de esposa, eu achei que isso tinha que ser claro", comenta.

'Também estou marcada para morrer', diz irmã de ativista assassinada no Pará

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações de: Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/04/130404_laisa_extrativistas_mdb.

Desde que sua irmã, Maria do Espírito Santo, e seu cunhado, José Claudio Ribeiro da Silva, foram assassinados em maio de 2011, Laísa Santos Sampaio sabe que pode ser a próxima. E após o julgamento que terminou nesta quinta-feira e condenou parcialmente os assassinos, seu temor se intensificou.

"'Se forem condenados, você é a próxima'. Foi isso que eles me falaram na véspera do julgamento. Eu recebi esse recado por meio de pessoas da minha comunidade, que me avisaram para não voltar."

Laísa conta que já recebeu ameaças dizendo que iam "varrer da região" todos os membros de sua família. Mas, mesmo assim, ela diz que pretende voltar para onde vive, o assentamento agroextrativista Praialta-Piranheira em Nova Ipixuna, no sudeste do Pará. O local, onde sua irmã foi morta, costuma ser alvo de grileiros.

"Eu vou voltar porque lá é o meu lugar. E uma pessoa não pode simplesmente deixar para trás as ideias em que acredita. Vou continuar nossa luta." Ela se refere à luta que assumiu com mais afinco após a morte da irmã e do cunhado. Ambos eram ativistas conhecidos na região por denunciarem a ação ilegal de madeireiros e de grileiros na região.

No julgamento que aconteceu em Marabá, os jurados absolveram o agricultor José Rodrigues Moreira, acusado de ser o mandante do crime. Segundo a promotoria, ele teria mandando matar o casal para que eles parassem de ajudar as famílias que ali viviam e seriam expulsas com a efetivação do negócio.
O casal José Claudio e Maria do Espírito Santo

"O mais perigoso (Moreira) está solto. Vou conviver com ele diariamente. Para ir para o lote dele, ele passa pelo meu. Para ir para rua, ela passa pela escola onde trabalho", conta Laísa.

Diante deste cenário, Laísa conta que gostaria de ter proteção permanente, especialmente no caminho até a escola - o trajeto mais perigoso de seu dia.
De acordo com a Secretaria de Direito Humanos da Presidência, ela está incluída em um programa de proteção a defensores de direitos humanos.

Segundo informações do órgão fornecidas à BBC Brasil, "ela é acompanhada periodicamente pela Equipe Técnica Federal do Programa de Defensores de Direitos Humanos da Secretaria e a proteção ocorre por meio de deslocamentos com escoltas pontuais quando solicitadas pela senhora Laísa, feitas pela polícia militar do Pará".

Laísa, no entanto, afirma que essa proteção periódica não é a ideal. "A polícia de Nova Ipixuna fica a 50 quilômetros do assentamento. Se algo acontecer comigo, quando eles chegarem, eu já estou gelada".

Em busca de melhorar sua proteção, Laísa embarcou nesta sexta-feira para Brasília para discutir seu caso com a Secretaria de Direitos Humanos.

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