terça-feira, 26 de março de 2013

Atividades da secretaria de Saúde de Xinguara, em novo endereço.

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás

Novo endereço: prédio do antigo IPMX
A secretaria municipal de Saúde de Xinguara está agora, enfrente a Caixa Econômica Federal. A mudança põe  fim as dificuldades anteriores de acesso do publico, aos gestores da saúde pública.

Na gestão anterior funcionou aproximadamente oito anos nos altos do Banco do Brasil, tornando-se difícil o acesso, principalmente de pessoas Portadoras de Necessidades Especiais.
Alessandro Arraes, secretário adjunto de saúde

Em sua gestão, o prefeito Osvaldo Assunção e a secretária  municipal de Saúde, Dra. Ana Maria Guimarães,  decidiram inovar e acabar com essa dificuldade. Nesse sentido, tiraram as atividades da Saúde dos altos do Banco do Brasil e levarfam para o antigo prédio do IPMX, enfrente a Caixa Econômica Federal.

A saúde pública desempenha atividades como Atenção Básica, Assistência Farmacêutica, Educação em Saúde, Saúde Bucal, Departamento de Controle e Avaliação, Tratamento Fora do Domicílio (TFD), Vigilância em Saúde, Endemias, Vigilância Epidemiológica, e Vigilância Sanitária.
O prédio está sendo reformado, mais o atendimento já está sendo feito. "Esta sendo reformado o prédio, mas estamso aqui atendendo normalmente", explica o secretário adjunto, Alesandro Arraes.
Morre o ex-prefeito de Santa Maria das Barreiras Odacir Dal Santo Odacir foi prefeito por dois mandatos seguidos.

Morreu na manhã desta segunda-feira (25), vítima de um infarto fulminante, o ex-prefeito de Santa Maria das Barreiras, Odacir Dal Santo.

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações do repórter Otávio Araujo

A morte do ex-prefeito ocorreu na cidade de Conceição do Araguaia, no momento que ele e o atual prefeito de Santa Maria das Barreiras, Mussum, iriam participar de uma audiência referente à última campanha de 2012 que elegeu Mussum.

O corpo de Odacir está sendo esperado em Redenção, onde a família tem uma residência, e onde ocorrerá o velório. Odacir Dal Santo foi prefeito em Santa Maria das Barreiras durante dois mandatos seguidos, e elegeu o sucessor Mussum. 


Itaituba-PA: Força Nacional de Segurança vai combater desmatamento ilegal na Amazônia

Neste final de semana chegaram a Itaituba, no oeste do estado, mais de 100 agentes da Força Nacional, eles foram deslocados para a região para cumprir algumas ações, principalmente no combate ao desmatamento ilegal na região.

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações de Carolina Gonçalves, Repórter da Agência Brasil

Brasília - Na próxima semana, 180 soldados da Força Nacional de Segurança serão deslocados para reforçar os trabalhos de agentes ambientais no controle do desmatamento ilegal na Amazônia. O anúncio foi feito hoje (22) pelo presidente do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Volney Zanardi, em cerimônia de comemoração dos 24 anos do órgão.

"Vamos ter uma série de ações articuladas este ano. Acertamos, ontem (21), um processo de implementação do Batalhão Ambiental", disse, destacando os diálogos mantidos entre os representantes do Ibama e de outras áreas do governo. O orçamento do órgão para atividades de fiscalização recebeu, este ano, um incremento de R$ 76 milhões, passando a mais de R$ 130 milhões.

" Tivemos um grande sucesso com os índice das taxas de desmatamento no ano passado. Bater a taxa do ano passado não vai ser fácil, mas temos que bater", disse, lembrando que a articulação com outras áreas vai reforçar as atividades de fiscalização.A taxa de desmatamento por madeireiros ilegais na Amazônia Legal foi 27% menor de agosto de 2011 a julho de 2012 em comparação aos 12 meses anteriores.

Ao relacionar os avanços conquistados pelo instituto nessa área, Zanardi disse que as operações coordenadas pelo Ibama ao longo de 2012 resultaram em arrecadações 23% maiores do que o volume totalizado em 2011, passando de R$ 225 milhões para R$ 323 milhões. Segundo ele, apenas em multas o incremento foi 55%.

A expectativa é que as arrecadações deste ano, ultrapassem a cifra dos R$ 400 milhões. "Isto nos garantiu mais recursos do orçamento e é um indicativo de que nossos processos começam a funcionar, desde a autuação, até a análise da procuradoria e da área técnica", disse.

Zanardi apontou os avanços em outras áreas do órgão e disse que os resultados de setores como o de licenciamento ambiental vem garantindo um novo status ao Ibama. A questão ambiental tem sido tratada como componente essencial em políticas adotadas por todos os órgãos do governo.

"Nas questões relacionadas ao novo sistema de concessões de rodovias, portos e ferrovias, o Ibama tem sido chamado para participar da modelagem do novo sistema. Percebem a importância de como a questão ambiental tem que ser incorporada desde o momento do planejamento do processo e não depois que está tudo definido e então dizer 'agora só falta a licença'", disse.

Para a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, a incorporação da questão ambiental no planejamento de outros setores é o primeiro passo para a mudança de visão de desenvolvimento no país. “Isto não será visto, na totalidade, por nossa geração, mas pelas gerações futuras".

Izabella Teixeira cobrou o empenho dos servidores do Ibama no processo de modernização que o órgão vem passando e disse que, atualmente, o instituto é reconhecido positivamente por todos os setores do governo e da sociedade.


Mulheres fazem striptease e jogam sutiãs para o alto em Paris, contra o câncer de mama

As mulheres fizeram um strip tease Foto. Evento acontece todos os anos 

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações de Extra On Line

As mulheres fizeram um strip tease Foto. Evento acontece todos os anos
As mulheres fizeram um strip tease Foto. Evento acontece todos os anos
Até crianças participaram da brincadeira
Até crianças participaram da brincadeira

Um grupo de mulheres deu o que falar em Paris, neste domingo. Vestidas com espartilhos e montadas no salto alto, as moças fizeram um striptease para francês nenhum colocar defeito. E por uma causa nobre: chamar atenção para a luta contra o câncer de mama.

O evento, batizado de “Primavera do sutiã rosa”, é organizado todos os anos pelo grupo Pink Bra Bazzar. Desta vez, a performance aconteceu na Esplanada do Trocadero, bem em frente à Torre Eiffel. As meninas da organização de combate ao câncer de mama contaram com a ajuda da artista burlesca e coreógrafa Julia Palombe e de bailarinas.

Assim como prometido pela Pink Bra Bazzar, no site da organização, o striptease incendiou a multidão que parou para assistir. O ponto alto da performance foi quando as dançarinas atiraram os sutiãs para o alto. Impossível não prestar atenção na causa.

A Pink Bra Bazzar é uma associação de mulheres ligadas ao mundo da lingerie (fabricantes, donas de lojas, estilistas). Elas se uniram para ajudar a combater o câncer de mama. Todos os recursos captados por elas para a causa são investidos em pesquisa, prevenção e diagnóstico da doença.


Feliciano diz que só sairá morto da Comissão de Direitos Humanos

Deputado afirmou ainda que, se renunciasse, estaria assinando atestado de confissão

Moraes Filho da redação do Manancial de CArajás, com informações dxe O Globo

O deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) disse que só deixaria a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara se morresse
O deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) disse que só deixaria a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara se morresse

O deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) disse que só deixaria a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara se morresse. Desde que foi eleito para o cargo, o parlamentar tem sido pressionado a abandonar a função, por conta de declarações consideradas racistas e homofóbicas. O presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves, já disse que a situação de Feliciano ficou “insustentável” e que seria resolvida até terça-feira.

- Fui eleito por um colegiado. É um acordo partidário e acordo partidário não se quebra. Só se eu morrer – disse o parlamentar, em entrevista ao “Pânico”, da Rede Bandeirantes.
Feliciano afirmou ainda que renunciar ao cargo seria como assinar um atestado de confissão de que é racista:

- Uma coisa é você dialogar com um adulto. Uma coisa é você chegar em casa e ter que explicar para uma criança de 10 anos porque na escola falam que seu pai é racista. Isso dói, isso machuca. Então, uma renúncia é como se eu assinasse um atestado de confissão, eu sou mesmo (racista), então estou abandonando (a comissão). Eu não sou (racista) e estou aqui para provar isso.

O parlamentar explicou o vídeo em que aparece criticando um fiel que doou o cartão, mas não a senha.
- Doou o cartão, mas não doou a senha. Aí, não vale. Vai pedir um milagre para Deus, Deus não vai dar e (a pessoa) vai falar que Deus é ruim – diz ele no vídeo.

- Todas as igrejas usam cartão de crédito. A pessoa passava o cartão na hora, é a modernidade, é o futuro – afirma, ao explicar a cena. – Também não foi dízimo. Ali era um congresso que cuida de mais de 30 mil crianças. A oferta levantada naquele evento era para manutenção de tudo isso. A pessoa mandou o cartão. Eu chamei a pessoa três vezes, para ela pegar o cartão dela de volta. Mas também temos senso de humor. Aí eu brinquei: “o cartão sem a senha não funciona” – completou.

 One Response to Feliciano diz que só sairá morto da Comissão de Direitos Humanos
Lauro Cerqueira diz:
Concordo com o Pr. Marcos Feliciano, inventaram todas essa falcatrua para desviar atenção do foco dos mensaleiros que assumiram cargos, e esse tipo de canalhice tem que acabar a pouca vergonha da politicagem, de um bando hipócrita, essa hipocrisia tem que acabar, portanto Pastor Deputado federal Marco Feliciano continue no cargo, resista, persista, não retroceda jamais, que Deus abençoe o Pastor em nome de Jesus.


domingo, 24 de março de 2013


Análises políticas em um dos blogs mais acessados do Brasil
O papa e o pastor. Jornalismo ou linchamento?

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás/  Veja.com/ Blog Reinaldo Azevedo

Eu não vou parar de tratar de determinados temas, não! Também não deixarei que prospere em silêncio o linchamento desse ou daquele, concorde eu com eles ou não. Ontem, numa TV a cabo — não sou mais específico porque não quero fulanizar; não por enquanto; vai depender da campanha —, um repórter, referindo-se ao tumulto promovido por militantes na Comissão de Direitos Humanos da Câmara, afirmou sobre o deputado Marco Feliciano (PSC-SP): “ [ele) fez declarações contra negros e homossexuais”.

A reportagem foi repetida umas 200 vezes. Lamento! Isso é mentira! Dito desse modo, é mentira. Pergunto: é licito mentir sobre uma pessoa de quem discordamos? É lícito ser genérico, impreciso, em tom condenatório, contra uma pessoa com a qual não concordamos?

O pastor é contra o casamento gay. Eu, por exemplo, sou a favor. O papa também é contra. O repórter passará agora a se referir a Francisco como aquele que faz “declarações contra gays”? Ser contra o casamento gay — isto é, igualar os estatutos das uniões — é ser contra gays? Não é! É só uma opinião. Casamento não é um direito divino ou um direito natural. É um acordo social. Assim como sou a favor, há os que são contra. Com todo o direito de sê-lo.

Já as declarações “contra os negros”… Vamos fazer jornalismo ou linchar pessoas? O pastor em questão é negro — segundo os critério da própria militância. Duvido que algum juiz neste país vá tomar por racismo aquela sua tolice sobre o descendente de Noé. Já expliquei o caso aqui.

Acontece que uma mesma cadeia de difamação pode atingir o papa ou o pastor. E com a mesma pauta militante. Com a mesma imprecisão.

Jornalismo ou linchamento? Jornalismo ou adesão a causas, sem dar ao outro o direito de defesa?


Na base do berro, da intimidação e da violência. Mas tudo em nome do bem! Ou: Os 13 mil votos de Jean Wyllys valem mais do que os 212 mil de Feliciano?


Já explico o que ela faz aí. Antes, algumas considerações.

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás/  Veja.com/ Blog Reinaldo Azevedo

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), resolveu pegar carona no processo de demonização do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) — que só está na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias por obra do PMDB e do PT — e lhe deu e a seu partido uma espécie de ultimato: tem de renunciar ao posto. Não há forma legal de tirar o deputado de lá. O PSC é que está sendo pressionado. Certamente o partido é alvo de ameaças de retaliação. Feliciano diz que não sai. Tendo a achar que será muito difícil resistir.

Também a ministra Luíza Bairros, da  Secretaria de Política de Promoção Social da Igualdade Racial, disse no programa “Bom dia, ministro”, que o PSC deve reavaliar a indicação: “Toda mobilização em torno da manutenção [de Feliciano no comando da comissão] coloca na mão do PSC uma decisão que é de reavaliar se é coerente com o histórico de direitos humanos no Brasil manter uma pessoa com as convicções do deputado na presidência de uma comissão tão importante”.

Certo! Luíza Bairros é aquela senhora que foi flagrada chegando em carro oficial a um encontro promovido pelo PT, conforme se vê na foto abaixo.
Farra motorizada – em sentido horário, a assessora da ministra Ideli Salvatti; Luiza Barros, da Secretaria de Igualdade Racial; a senadora Ana Rita e a prefeita Lucimar, de Valparaíso (GO). É o estado a serviço do poder feminino… do PT!
“O que uma coisa tem a ver com outra, Reinaldo?” Tudo. Parece que um grupo político, no Brasil, tem não só o monopólio dos direitos como também o das ilegalidades. E olhem que estão tentando tirar Feliciano da comissão por delito de opinião — se a opinião é imbecil ou errada, isso é outra coisa.

O futuro
Não adianta tentar me patrulhar, acusando-me de apoiar o pastor. É mentira! Aqui ninguém leva nada no grito, não! Deploro algumas falas de Feliciano e já deixei isso claro. Apontei até o seu erro numa citação bíblica. Mas o fato é que, no regime democrático e de direito, não existem monopólios de representação em comissões do Congresso. Apontem uma só ilegalidade que teria sido cometida na sua condução ao posto que ocupa. Zero! Nenhuma!

A imprensa que condescende gostosamente com a bagunça está fazendo uma opção: substituir uma decisão legal e democrática por uma imposição que se dá por meio da baderna. É evidente que os grupos descontentes com a permanência de Feliciano na comissão podem se manifestar, mas não da forma como vêm fazendo (veja sequência de fotos mais adiante).

Henrique Eduardo Alves, empenhado em ficar “de bem” com essa imprensa, que não o tem exatamente na conta de um Varão da República, resolveu pegar carona no linchamento. Se Feliciano for substituído, como está em vias de acontecer, estará dado um norte: bastam 30 ou 40 pessoas, profissionais da baderna, para decidir os rumos de uma comissão.

O Congresso deixa de ser um Poder de representação e passa a funcionar na base da “ditadura direta” fantasiada de “democracia direta”, já que esses 30 ou 40 militantes — essa gente já tem a vida ganha? Não precisa trabalhar? — imporão a sua vontade a quem chegou lá pelo voto popular.

Digam-me aqui: os 212 mil votos de Feliciano valem menos do que os 13 mil de Jean Wyllys (PSOL-RJ)? Não! Não estou dizendo que o mais votado tem sempre razão. Fosse assim, Tiririca seria Schopenhauer. Estou afirmando que é preciso respeitar a representação popular. Ainda que a sociedade não possa e não deva se conformar apenas com esse processo formal, sem ele, é fato, não existe democracia digna desse nome. Partimos para a luta de todos contra todos.

As fotos
A foto que está lá no alto pertence a uma sequência publicada na Folha Online, de autoria de André Borges, da Folhapress.  Antes que aquele rapaz de amarelo exibisse aqueles dizeres, ele já havia se movimentado a valer, nesta quarta, na sala que abriga a comissão, que,  mais uma vez, não conseguiu levar adiante a sessão. Vejam.



Ele é só o elemento mais buliçoso do grupo que dá as cartas por ali. Ainda que não tenha sido eleito por ninguém, ainda que, segundo os critérios da democracia, não represente ninguém, ele se impõe sobre o voto popular, não é? Isso é evidente. Curioso o Congresso Brasileiro, de tantas e tão conhecidas maracutaias e sem-vergonhices! A população ignora boa parte dos temas que são debatidos por ali. São assuntos arcanos para a larga maioria. Uma Comissão de Direitos Humanos, no entanto, é entregue ao controle das “minorias” porque isso cria um arremedo de democracia direta.

“Democracia”? Leiamos os dizeres daquela folha exibida pelo rapaz de amarelo. Lá está escrito em maiúsculas: “CADÊ A ONU PARA FECHAR O CONGRESSO NACIONAL???” Duvido que ele tenha muita clareza sore a indagação que faz, mas é inegável que existe ali um conceito embutido: “Ou o Congresso faz o que nós, que estamos aqui, queremos, ou ele pode ser fechado”. Outra foto também chama a minha atenção. Vejam.

Embora a imagem sugira que o rapaz se comporta de modo educado (não estava lá e, portanto, não posso garantir), seu questionamento é mais interessante, talvez, do que ele mesmo imagine: “Maldição é ser desrespeitado por quem deveria nos representar”.

Pois é, meu jovem! O chato é que Feliciano, na democracia que ainda temos, “representa”, sim — não necessariamente os seus anseios, mas representa! O fato de que a pauta dele não seja a sua não o torna ilegítimo. E vou lhe explicar, meu bom jovem, por que isso é uma garantia também para você: ou bem se considera que toda representação, no escopo do estado de direito, da legalidade, é legítima no Congresso, ou bem se considera que certos grupos não têm o direito de existir.

Nesse segundo caso, rapaz, você abre as portas para que, amanhã ou depois, uma nova maioria ou uma nova “verdade influente” casse o seu próprio direito de se manifestar. Entendeu como funciona a democracia? O democrático não é o que eu quero; o democrático não é o que os outros querem; o democrático é haver regras pactuadas — também de forma democrática! — para que todos esses quereres possam se articular e conviver.

Impor-se na base do berro e da intimidação física não está entre as regras.

Encerro com uma pergunta ao deputado Henrique Eduardo Alves: a tolerância com a gritaria e a violência só vale para esse grupo que ora se manifesta, ou qualquer outro que resolva inviabilizar o funcionamento de uma comissão conta com o apoio da presidência desta Casa? Que tal, presidente, fazer uma espécie de manual listando os grupos que têm licença  especial para partir para a porrada e para a intimidação?


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