terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

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IMAGENS FORTES: VEJAM O RESULTADO DESTE ACIDENTE QUE ACONTECEU DOMINGO (24) EM MANAUS

Tragédia na estrada de Puraquequara em Manaus no domingo (24) as 8:00 da manhã. O acidente foia às 7h30 do  último domingo (24), envolvendo uma moto e um táxi onde deixou duas pessoas mortas e dois feridos. Segundo a polícia, logo após uma noite de muita curtição e consumo de bebida alcoólica terminou na manhã em sangue e desespero para familiares. Álcool e direção não combinam.

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações de Adam Wesley, direto de Manaus

   

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Quanto custou para o povo do Pará a eleição do Sancler presidente da AMAT?

Segundo o deputado Parsifal pode ter alcançado a soma de R$ 150 milhões
                  
Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações  garimpadas do blog de Parsifal Pontes
Governador teria investido alto para eleger Sancler e Parsifal denuncia a farra
Segundo o Deputado Parsifal a eleição de Sancler para presidente da AMAT custou (ou custará) aos cofres públicos R$ 150.000.000, (cento e cinquenta milhões), além da desocupação da fazenda de um prefeito, que está sendo ocupada pelos sem-terra.
  
Detalhes: Em 2013 a conta subiu
    
Nesta eleição de 2013, já na quinta-feira (21), o Secretário de Obras do Governo, Joaquim Passarinho, acompanhado de áulicos, desembarcou em Marabá para avalizar os votos do dia seguinte.
   
Na sexta-feira (22), os prefeitos contabilizavam o que haviam conseguido para eleger Sancler Ferreira: como o governo não admitia ser derrotado pelo prefeito de Marabá, (que já foi aliado e é hoje um dos seus mais ferrenhos desafetos) a caneta do Passarinho foi bondosa.
    
Pelo que se ouviu, a conta ultrapassou os 200 km de asfalto, fazendo com que o preço da eleição da AMAT esse ano possa beirar os R$ 150 milhões.

    > Em 2011 a conta pode ter chegado a R$ 50 milhões

O deputado Parsifal Pontes, em seu blog faz um apanhado da farra com o dinheiro público.
Segundo ele, na última eleição da AMAT (2011), quando o governo elegeu o ex-prefeito de Tucumã, Celso Cardoso, a planilha das continências veio à tona: um manuscrito, de punho do próprio Celso, revelou que o prato de resistência foi a distribuição de 90 quilômetros de asfalto.

Só que o governo não cumpriu todo o compromisso, mas a parte liquidada pode ter beirado os R$ 50 milhões.

> Em 2013 a conta subiu

Nesta eleição de 2013, já na quinta-feira (21), o Secretário de Obras do Governo, Joaquim Passarinho, acompanhado de áulicos, desembarcou em Marabá para avalizar os votos do dia seguinte.

Na sexta-feira (22), os prefeitos contabilizavam o que haviam conseguido para eleger Sancler Ferreira: como o governo não admitia ser derrotado pelo prefeito de Marabá, (que já foi aliado e é hoje um dos seus mais ferrenhos desafetos) a caneta do Passarinho foi bondosa.

Pelo que se ouviu, diz o deputado a conta ultrapassou os 200 km de asfalto, fazendo com que o preço da eleição da AMAT esse ano possa beirar os R$ 150 milhões.

> Altaneira Polícia Militar

“Embora eu já tenha visto bois voarem, desta vez houve um compromisso inusitado: foi prometido a um prefeito, além do asfalto, a garantia de que a Polícia Militar vai retirar os invasores da sua fazenda. É a briosa prestando serviço eleitoral”.

> Cínicos, estoicos e epicuristas

Não há juízo moral na narrativa e a prática não é invenção dos tucanos. Como os governados querem mais que rezas, não é possível governar um Estado apenas com ave-marias: todos os governos se valem desses artifícios para conquistar e manter espaços de poder.

A diferença está apenas nos discursos: uns são cínicos, outros estoicos e há também os epicuristas. Os mais espertos, dependendo da ocasião, alinham-se com todas essas escolas no decorrer do dia: são os pragmáticos.

SANCLER FERREIRA É ELEITO PRESIDENTE DA AMAT

Por 25 votos a 11, o prefeito de Tucuruí se elegeu  o presidente da Associação dos Municípios do Araguaia Tocantins. 

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações do jornalista Evandro Correia (O Liberal)


O prefeito de Tucuruí, Sancler Ferreira, é o novo presidente da Associação dos Municípios do Araguaia Tocantins, Amat- Carajás. A eleição para a nova diretoria da entidade aconteceu na manhã de ontem no auditório do Hotel Itacaiunas, em Marabá. Este ano, apenas dois prefeitos inscreveram chapas para disputar o comando da entidade: Sancler Ferreira, de Tucuruí, e João Salame Neto, de Marabá. As chapas inscritas para participar do certame foram: “União e Diálogo”, tendo como candidato a presidente o prefeito de Tucuruí, Sancler Antonio Wanderlei Ferreira,  a chapa “Carajás Já”, tendo como candidato a presidência o prefeito de Marabá, João Salame Neto. 

Por 25 votos a 11, a chapa “União e Diálogo”, encabeçada por Sancler Ferreira, sagrou-se vitoriosa no pleito. Logo após a eleição, o prefeito de Marabá deixou o local visivelmente contrariado, afirmando que a vitória, na verdade, foi do governador do Pará, Simão Jatene. “Em forma de protesto a prefeitura de Marabá vai sair da Amat”. Disse Salame. Em nota divulgada esta semana, a Amat Carajás ressalta que trabalha há 38 anos em busca de alternativas para o desenvolvimento regional sustentável da região Sul-Sudeste do Pará. “A entidade exerce um papel de fundamental importância para a consolidação de um processo de desenvolvimento, identificando a potencialidade de cada região”.  Ressalta a nota. 

Em contato com O Liberal, o novo presidente da entidade,  Sancler Ferreira, disse que durante cerca de um mês percorreu todos os municípios que compõe a AMAT. Conversei com os prefeitos, com representantes de algumas instituições desses municípios e conheci um pouco mais sobre a realidade da região do Araguaia- Tocantins”. Disse Sancler garantindo que tem bons projetos a serem colocados em prática a frente da AMAT. “Vamos inovar com seriedade, união e o dialogar com o governo federal, estadual e iniciativa privada. Assim iremos apoiar, fortalecer e desenvolver os municípios e toda região do Araguaia Tocantins”. Finalizou Sancler. 

Participaram  da votação os gestores de Abel Figueiredo, Água Azul do Norte, Bannach, Bom Jesus do Tocantins, Brejo Grande do Araguaia, Breu Branco, Canaã dos Carajás, Conceição do Araguaia, Cumaru do Norte, Curionópolis, Dom Eliseu, Eldorados dos Carajás, Floresta do Araguaia, Goianésia do Pará, Itupiranga, Jacundá, Marabá, Nova Ipixuna, Novo Repartimento, Ourilândia do Norte, Palestina do Pará, Parauapebas, Pau D’Arco, Piçarra, Redenção, Rio Maria, Rondon do Pará, Santa Maria das Barreiras, Santana do Araguaia, São Domingos do Araguaia, São Félix do Xingu, São Geraldo do Araguaia, São João do Araguaia, Sapucaia, Tucumã, Tucuruí, Ulianópolis, Xinguara.

Papa não sabia mais em quem confiar após escândalo, diz secretário do Vaticano

Fiéis chegam para última missa dominical celebrada pelo papa Bento 16, no Vaticano

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações da UOL

Vaticano
Vaticano

Após o escândalo do vazamento dos documentos confidenciais da Santa Sé, o papa Bento 16 tinha a impressão de não ter mais pessoas de confiança ao seu redor. Foi o que disse o  número dois da Secretaria de Estado do Vaticano, Angelo Becciu, ao jornal italiano “La Stampa” ao relembrar a gravidade do caso Vatileaks, que ganhou ainda mais notoriedade com o anúncio da renúncia do pontífice.

ENTENDA O PROCESSO SUCESSÓRIO DO PAPA
Quando o chefe da Igreja Católica renuncia a sua função ou morre, seu sucessor é eleito pelos cardeais reunidos em conclave na Capela Sistina, onde ficam isolados do mundo exterior.

Cinco cardeais brasileiros deverão participar do conclave que se reunirá para eleger o sucessor do papa Bento 16. Segundo a última lista do Vaticano, há um total de 116 cardeais aptos a votar no conclave.
Para poder votar na escolha do papa, o cardeal precisa ter menos de 80 anos. O Brasil tem um total de nove integrantes no Colégio Cardinalício do Vaticano, mas quatro deles já ultrapassaram a idade limite.
“Foi o momento mais difícil, as pessoas ficaram chocadas e indignadas com o vazamento que causou muita dor ao papa”, afirmou ele.
Um relatório de 300 páginas encomendado pelo pontífice com o detalhamento das investigações devem ser repassados aos cardeais antes do conclave, que vai eleger o novo papa.

Apesar de o conteúdo do relatório ser secreto, o jornal “La Repubblica” revelou que o documento descreve as lutas internas pelo poder e pelo dinheiro, assim como o sistema de chantagens internas baseadas em fraquezas sexuais, o chamado “lobby gay” do Vaticano.

Sob o título “Não fornicarás, nem roubarás, os mandamentos violados no relatório que sacudiu o Papa”, o jornal italiano informou ainda que o relatório relata a existência de uma “rede transversal unida pela orientação sexual”. “Pela primeira vez, a palavra homossexualidade foi pronunciada no apartamento papal”, afirma o jornal.

Durante oito meses, conforme o “La Repubblica”, os cardeais interrogaram diversos religiosos, dividindo-os por congregação e nacionalidade, e estabeleceram que existem vários grupos de pressão dentro do Vaticano, entre eles um sujeito a chantagem, a “impropriam influenciam” por sua homossexualidade.

Outro grupo se especializava em montar e desmontar carreiras dentro da hierarquia vaticana. Já o terceiro e último aproveitava para utilizar recursos multimilionários para seus próprios interesses à sombra da cúpula de São Pedro através do banco do Vaticano, de acordo com a publicação.

O jornal chegou inclusive a relacionar a existência do documento com à renuncia de Bento 16, que se convenceu de que um sucessor mais jovem, forte e enérgico era o melhor indicado para fazer a limpeza na milenar instituição.

A previsão é que Bento 16 encontre um espaço em sua agenda nos próximos seis dias para se reunir com os cardeais para comunicá-los sobre o conteúdo do relatório antes mesmo do conclave, que vai eleger o novo papa. Ainda não se sabe quando a reunião de cardeais eleitores terá início. Mas espera-se que o próximo pontífice seja conhecido até a Páscoa, no final de março.

Médicos vêem crise global de falsificação de remédios

A estimativa é de que esse mercado movimenta US$ 75 bilhões de dólares por ano

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações da Folha de São Paulo

Quando a multinacional Pfizer contratou John Clark, um ex-funcionário de alto escalão da Alfândega dos Estados Unidos, para coordenar sua divisão de segurança e propriedade intelectual em 2008, a empresa colecionava relatos de casos de falsificação de 20 de suas drogas, incluindo o Viagra, a droga mais visada no mundo por esse tipo de crime.

Cinco anos depois, 60 drogas do laboratório estão sendo alvo do mesmo crime. Não existe um levantamento preciso sobre o mercado de medicamentos falsos, mas a opinião de sanitaristas, laboratórios e agências de fiscalização é que há uma crise.

“O problema está crescendo exponencialmente agora”, afirma Clark. “A estimativa geral é de que esse mercado movimenta US$ 75 bilhões de dólares por ano.”

Clark foi um dos palestrantes num seminário promovido, no último domingo, pela AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência), que reuniu cientistas e juristas em Boston.

Um relatório do Instituto de Medicina, a divisão de saúde da Academia Nacional de Ciências dos EUA, pede à Organização Mundial da Saúde que lidere a produção de um tratado internacional para combater o problema.
                        
O documento foi preparado na esteira dos casos de falsificação do medicamente oncológico Avastin nos EUA, mas reconhece que as regiões mais afetadas são as mais pobres. Na África já foram achadas fraudes das 20 drogas mais usadas contra pneumonia, diarreia e malária, as três principais causas de mortalidade infantil no continente.

No Sudeste Asiático, onde a malária também é endêmica, 36% das drogas contra a doença são falsas, estima um estudo do sanitarista Paul Newton, da Universidade de Oxford, que coordenou o seminário em Boston.

O Brasil também é bastante afetado: é o décimo país com maior número de detenções ou prisões por falsificações e o quarto no ranking de incidentes mantido pelo Pharmaceutical Security Institute, conselho de combate a danos de propriedade intelectual que reúne as 25 maiores farmacêuticas do mundo.

VENENO
Os medicamentos falsificados afetam a saúde pública não só por serem inócuos, pois muitos deles são deliberadamente nocivos. Alguns contêm de tijolo e gesso a tinta com metais pesados, pesticidas e veneno de rato.

Ao analisar um lote de drogas anti-HIV, o bioquímico Facundo Fernandez, do Instituto de Tecnologia da Georgia, descobriu que a pílula tinha um antibiótico que nada tem a ver com prevenção da Aids. Por que usar um ingrediente ativo alterado, se é mais barato não usar nada?

“Se você toma um remédio e ele não tem gosto de remédio nem efeitos colaterais, você começa a desconfiar muito rápido.”

O bioquímico desenvolve métodos para analisar drogas, um dos principais gargalos para a fiscalização. Os equipamentos que revelam rapidamente a composição de uma droga são grandes máquinas de laboratório, e investigações de campo têm de usar aparelhos menores.

O principal problema para detectar drogas falsas hoje é a alta qualidade das cópias das embalagens.

“Os inspetores de remédio na maior parte do mundo não carregam nenhuma ferramenta a não ser seus próprios olhos”, diz Newton, de Oxford.

ELEIÇÕES DA AMAT: DEU TUCURUÍ NA CABEÇA

Sancler Ferreira, prefeito de Tucuruí, é o mais novo presidente da Associação dos Município do Araguaia-Tocantins (AMAT).

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações do jornalista Nilson Santos
  
A eleição aconteceu na manhã desta sexta-feira (22), no auditório do Itacaiúnas Hotel.
    
O resultado final das eleições magoou profundamente o concorrente de Sancler, o prefeito de Marabá João Salame Neto. Em nota enviada à Imprensa Salame expõe os motivos de seu descontentamento.

Confira:
Eleições na Amat: “Não podia me omitir”

João Salame Neto

Prefeito de Marabá

Nesta sexta-feira aconteceu a eleição para a presidência da Associação dos Municípios do Araguaia e Tocantins (Amat).  Essa entidade surgiu com forte compromisso com a criação do Estado de Carajás.

Não era minha intenção participar desta eleição, pois tenho grandes desafios a enfrentar diante do caos que recebi a prefeitura de Marabá. No entanto, participar passou a ser importante diante da conformação da única chapa que existia, encabeçada pelo prefeito de Tucuruí, Sancler Ferreira.

Decidi apresentar meu nome para que uma verdadeira farsa não fosse consumada sem nenhuma reação.

O prefeito de Tucuruí não moveu uma palha na luta pela criação do Estado de Carajás.
Não participou de um comício, de uma reunião sequer.
Nem mesmo no seu município.
Não por acaso foi justamente em Tucuruí que tivemos a menor votação no plebiscito.
Cerca de 66% dos votos, contra mais de 95% na maioria dos municípios da região.

Não seria justo que exatamente esse prefeito se tornasse presidente da Amat, que tem no seu estatuto a luta pela criação do Estado de Carajás como prioridade.

Mais grave ainda é que sua candidatura passou a ser articulada diretamente pelo governo do Estado, que liberou secretários para montar acampamento em Marabá oferecendo asfalto para os prefeitos votarem na sua chapa. Vários prefeitos confessaram este fato.

Um outro chegou a dizer que sua fazenda foi invadida e se não votasse no candidato do Governo, a polícia não iria retirar os ocupantes de sua propriedade. Esses fatos revelam que a Amat perdeu importância.

Deixou de unir os prefeitos para lutar pelo Carajás, pela hidrovia do Araguaia Tocantins, pela pavimentação de nossas estradas, pra se impor diante do Governo do Estado e exigir tratamento igual ao que é dado à prefeitura de Belém.

Só na data da eleição da Amat ela volta a ter alguma importância como moeda de troca para migalhas, para promessas na maioria das vezes não cumpridas.

Tinha a obrigação de trazer esses fatos ao povo de Marabá, pois a Amat recebe quase R$ 20 mil por mês do nosso município. Ou quase R$ 1 milhão de reais em quatro anos de governo. Dinheiro que faz falta na solução dos graves problemas por que passa Marabá.

Sobretudo para alimentar uma entidade cuja maioria dos seus membros perdeu qualquer perspectiva de ação coletiva, abandonou qualquer compromisso com a luta maior do povo de Carajás.

Disputei para não compactuar com isso.

Infelizmente, como a votação é secreta, não temos como revelar os nomes dos 10 prefeitos que nos prestigiaram com o seu voto. Que resistiram a todo tipo de pressão. A esses meu mais profundo agradecimento.

Ao povo de Marabá, a quem verdadeiramente devo obrigações, a certeza de que valorizaremos cada centavo que entra nos cofres da prefeitura, impedindo que esse dinheiro seja usado para financiar atividades que vão contra a luta histórica de nosso povo pela criação do estado de Carajás.

     Marabá, 22 de fevereiro de 2013.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Juventude faz cobrança e da sugestões durante audiência pública

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás

A juventude de Xinguara representada pela Pastoral da Juventude e outros seguimentos cobraram políticas públicas e deram sugestões aos políticos locais para a construção de perspectivas no campo de trabalho. O Poder Legislativo esteve representado pelos vereadores Claudio Marques (PT), Elieth Alves (PMDB), Luiz da Saúde (PC do B) e Antônio Benígno (PSDB). Dr. João Batista Guimarães, chefe de Gabinete, representou o prefeito Osvaldo Assunção (PMDB). 

Dos convidados para o evento não compareceram as agências bancárias como Brasil, Banco da Amazônia, Caixa Econômica, Banco do Pará, além do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Esses convidados seriam importantes para contribuir na construção de perspectivas, porque são os agentes financiadores que têm linhas de créditos de baixos juros e que poderiam ter levado suas informações para a construção de possibilidades de organização dos jovens na linha do empreendedorismo.

O idealizador do evento vereador Claudio Marques (PT), afirmou que os debates realizados com conjunto de ideias vindo, principalmente da liderança da juventude são importantes.
 
De posse do material sugestivo, disse ele “vamos sistematizar e termos uma orientação sobre o que fazer em termo de Projeto de Leis e de articulação com o Executivo, para continuar com politicas como o Fundo Sal, Fundo de Economia Solidária”.

Com a ideia de criação do Conselho Municipal da Juventude, prosseguiu o vereador, que esses instrumentos possam ser criados ou dados continuidades para que essas construções de propostas sejam efetivadas na pratica.

O vereador entende que para sua efetivação as propostas serão em longo prazo, mas lembrou que o Fundo Sal que já é uma politica existente, abasta só a prefeitura reconstituir sua equipe e de imediato poder articular financiamentos junto com o Credito Cidadão que é um programa do governo do Estado e junto com os agentes financeiros responder as demandas propostas pela juventude como a criação de uma cooperativa para asa atividades de serigrafias, artesanato e outras. 
Vereadores Luiz da Saude, Antônio Benígno e Elieth

Dr. João Batista representou o Poder Executivo
Pastoral da Juventude - Membros da Pastoral da Juventude (PJ) elogiaram a iniciativa e disseram ser esta a primeira vez que a juventude é chamada para discutir politicas públicas. “A audiência é um instrumento importante e nós enquanto PJ deixamos nosso recado. 

Foi proveitoso porque reuniu aqui a juventude e autoridades de outros seguimentos, portanto, foi um momento impar para a historia de Xinguara”, explica José Neto, estudante de Filosofia. 

A juventude orientou as autoridades de que os recursos para chegar de Brasília até aqui precisam da implementação de estruturas como a criação do Conselho Municipal e do Fundo Municipal de Juventude.

Idoso toma xixi há 30 anos e diz que líquido “trata tudo”, inclusive câncer

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