quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013


Abaixo-assinado que pede saída de Renan Calheiros do Senado tem mais de 1,36 mi de assinaturas

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajas, com informações da CBN/Globo Rádio

• O abaixo assinado que pede o impeachment do presidente do Senado, Renan Calheiros, já foi assinado por mais de um milhão e 360 mil internautas. A mobilização começou assim que Renan foi eleito ao cargo mais alto do Legislativo, no início do mês. 

Dias antes, ele foi denunciado ao Supremo Tribunal Federal por desvio de dinheiro, falsidade ideológica e uso de documento falso. Segundo a Procuradoria Geral da República, o senador usou notas falsas para comprovar o pagamento de pensão ao filho.

• A Defesa Civil do Rio de Janeiro vai derrubar, nesta tarde, o que restou de um prédio de três andares que desabou em Bonsucesso, na Zona Norte da cidade. Três pessoas ficaram feridas. Uma casa que ficava ao lado do edifício ficou ameçada e também deve ser demolida.

• Prosseguem as buscas dos bombeiros e da Capitania dos Portos ao passageiro que caiu do navio MSC Fantasia, no Porto de Santos, no litoral paulista. Segundo a Marinha, Luciano de Lucca, de 30 anos, estava com outras três pessoas na cabine do décimo-segundo andar da embarcação. Uma perícia foi feita e um inquérito foi instaurado para apurar as causas da queda.

• Ao menos 11 pessoas morreram em decorrência da passagem de uma tempestade no Canadá e nos Estados Unidos. Connecticut foi o estado americano em que a tormenta causou mais estragos.

Segundo as autoridades, cinco pessoas morreram. Cerca de 650 mil casas ficara sem energia e os transportes foram interrompidos. A tempestade criou camadas de neve até três metros de altura em várias regiões da chamada Nova Inglaterra, incluindo Nova York e outros Estados ainda marcados pelo Furacão Sandy, em outubro passado. 

Dois cardeais portugueses e cinco brasileiros estão na linha de sucessão

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações da DN GLOBO

O cardeal Manuel Monteiro de Castro é um potencial 'papabile'. Fortografia REUTERS/Alessandro Bianchi
Cinco cardeais brasileiros e dois portugueses são os únicos lusófonos na linha de sucessão do papa Bento XVI, que hoje renunciou ao pontificado. Quer o arcebispo emérito de Luanda, Alexandre do Nascimento, quer o de Maputo, Alexandre Santos, têm ambos mais de 80 anos de idade, e os atuais arcebispos titulares, Damião António Franklin e Francisco Chimoio, não ascenderam a cardeais.

Considerado o país do mundo com mais católicos, o Brasil conta com cinco cardeais que podem ser considerados na eleição.

O auxiliar da arquidiocese de Aparecida, Darci Nicioli, afirmou ao portal brasileiro G1 que estão em condições de ser eleitos o presidente da Conferência Nacional de Bispos brasileira, Raymundo Damasceno, de 75 anos, bem como os arcebispos de São Paulo, Odilo Scherer, de 63 anos, e o emérito Claudio Hummes, de 78 anos.

Também em condições de suceder a Bento XVI estão João Braz de Aviz, de 65 anos e prefeito da congregação dos Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica, e o arcebispo de Salvador da Baía, Geraldo Majella Agnelo, de 66 anos.

Para o Brasil, a eleição do novo papa tem um interesse redobrado, uma vez que a cidade do Rio de Janeiro receberá em julho próximo a Jornada Mundial da Juventude, que deverá contar com a presença do novo chefe da Igreja católica.

O papa Bento XVI, 85 anos, anunciou hoje, durante um consistório no Vaticano, a sua resignação a partir de 28 de fevereiro devido "à idade avançada".

Um novo papa será escolhido até à Páscoa, a 31 de março, disse o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, anunciando que um conclave deve ser organizado entre 15 e 20 dias após a resignação do pontífice.

O último chefe da Igreja Católica a renunciar foi Gregório XII, no século XV (1406-1415).

No caso de Portugal, estão em condições de ser eleitos o Cardeal Patriarca de Lisboa, José Policarpo, e Manuel Monteiro de Castro, elevado a cardeal em fevereiro de 2012, com a função de Penitenciário-Mor do Vaticano.

Manuel Monteiro de Castro, 74 anos, é natural de Santa Eufémia de Prazins, Guimarães, tendo seguido a carreira diplomática no Vaticano, nomeado núncio em vários países, entre os quais Espanha, antes de ser chamado a Roma para assumir o cargo de secretário da Congregação para os Bispos, em 2009.

José Policarpo, de 76 anos, nasceu em Alvorninha, Caldas da Rainha, e sucedeu a António Ribeiro como patriarca de Lisboa, um lugar que o elevou automaticamente à condição de cardeal, em 1998.

Há um ano, José Policarpo solicitou a renúncia do cargo de patriarca de Lisboa, um pedido que ainda não foi atendido por Bento XVI.

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Imperatriz homenageia o Pará no Marquês de Sapucaí

Com o tema> "Pará – Muiraquitã do Brasil", foi a quinta escola a desfilar.

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações da Globo.com. Imagem: Reprodução/G1

A escola de samba Imperatriz Leopoldinense homenageou o estado do Pará na Marquês de Sapucaí na madrugada desta terça-feira (12), no Rio de Janeiro. Oito vezes campeã do Carnaval carioca, a escola que levou para avenida o tema: "Pará – Muiraquitã do Brasil" foi a quinta a desfilar.

Várias personalidades do estado participaram do desfile, entre elas Gaby Amarantos, Dira Paes e Fafá de Belém.

O primeiro setor a escola mostrou como as tribos indígenas ajudaram a construir a história do estado. Em seguida, uma alegoria trouxe a união dos nativos com elementos da natureza. A terceira alegoria apresentou o legado que o ciclo do ouro e da borracha deixou para o Pará.

A apresentação da Imperatriz durou exatamente 1 hora e 19 minutos e teve o grande destaque da cantora Fafá de Belém que entrou no carro abre-alas e no carro que fechou o desfile.

A Imperatriz Leopoldinense levou à Sapucaí 3,2 mil componentes, espalhados por 31 alas e sete carros alegóricos. Já conhecida por seus desfiles técnicos, a bateria seguiu a harmonia da escola, mas se conteve quando utilizou as 'paradinhas'.

TRF1 decide que ação contra mineradora da Vale será julgada no Pará

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações da Agencia Brasil

Brasília - O Tribunal Regional Federal da 1ª Região  (TRF1) decidiu que será julgado pela Justiça Federal em Redenção, no sudeste do Pará, o processo que apura irregularidades no licenciamento ambiental de atividades do projeto Onça-Puma, da mineradora Vale.

No final ano passado, o juiz federal Adelmar Aires Pimenta da Silva, que atua em Redenção, havia determinado o envio do caso ao Superior Tribunal Federal (STF) argumentando que a Justiça Federal não tinha competência para julgar o caso.

O Ministério Público Federal (MPF) recorreu da decisão e obteve decisão favorável no TRF1. Na decisão, o juiz federal Carlos Eduardo Castro Martins entendeu que o caso não apresenta conflito federativo.

O processo contra a mineradora Vale começou em maio de 2012, quando o MPF ajuizou uma ação pedindo a suspensão imediata das atividades da mineração Onça-Puma, empreendimento de extração de níquel da Vale em Ourilândia do Norte, no sudeste do Pará, até que sejam cumpridas as medidas  de compensação e redução dos impactos sobre os índios das etnias Xikrin e Kayapó. Nas terras em questão, vivem cerca de 5,5 mil índios.

Também são réus no processo a Secretaria de Meio Ambiente do Pará e a Fundação Nacional do Índio (Funai), por ter demorado quase cinco anos para emitir um parecer sobre os estudos de impacto, documento necessário para dar andamento aos programas de compensação ambiental.

O MPF também quer a condenação da Vale ao pagamento de todos os danos materiais e morais causados aos índios desde maio de 2010, prazo em que o empreendimento funcionou, segundo o órgão, sem cumprir as medidas compensatórias. Cálculo do Ministério Público aponta que as indenizações devem ultrapassar R$ 1 milhão por mês para cada comunidade afetada.

Questionada sobre o assunto, a Vale disse em nota que o empreendimento Onça Puma está regularmente licenciado, “vem cumprindo com as condicionantes estabelecidas e aguardará ser intimada pelo TRF1 quanto à decisão sobre o conflito federativo”.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Polícia revela nome de quem matou  ex-vereador Biro-biro

O autor do disparo está sendo procurado em toda a região

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações do blog Edmar Brito

Acusado do crime em foto de documento
Em entrevista coletiva concedida à imprensa da cidade, na manhã desta terça-feira (12/02/13), o delegado José Orimaldo da Silva, da Delegacia de Polícia de Xinguara, detalhou os fatos sobre as investigações que culminaram com a elucidação do assassinato do ex-vereador Elpidio Pereira da Silva, o “Biro Biro”, na data de 06 de fevereiro de 2013, às 12 horas, dentro de sua caminhonete, na rodovia PA 279, às proximidades de Xinguara.

De acordo com o delegado, quem matou o ex-vereador foi o vaqueiro Manoel Pereira Oliveira, 39 anos, casado, natural de Arapoema (TO), residente no setor Mariazinha, em Xinguara, incentivado por Kátia Dias Ribeiro, de 49 anos, ex-cunhada de  “Biro Biro”.

O crime teria sido primeiramente arquitetado pelo próprio criminoso, com a alegação de que Elpidio teria assediado sua mulher quando esta trabalhava para ele. E que ao saber da intenção do vaqueiro, Katia teria o instigado para que ele cometesse o crime e  ainda teria lhe ofertado certa quantia em dinheiro pelo serviço.
Delegado Orimaldo durante a coletiva à imprensa

Que conforme o combinado, o vaqueiro Manoel se passando por fazendeiro, e usando o nome fictício de “Carlos”, telefonou para a vítima com a desculpa de contratar seus servidos para fazer a medição de uma terra, já que “Biro Biro” trabalhava como consultor em georreferenciamento de terras em propriedades rurais da região.

Sem imaginar que se tratava de uma emboscada, “Biro Biro” foi ao encontro do tal fazendeiro que o aguardava às margens da rodovia PA 279, e quando chegou lá, que abriu o vidro da caminhonete para conversar com ele, recebeu um tiro a queima roupa, morrendo instantaneamente dentro do carro.  

Ainda conforme o delegado Orimaldo, foi durante as investigações que a polícia chegou a duas testemunhas chaves do crime. Foram elas que disseram o nome do criminoso e a onde à moto usada no crime estava escondida. 

Já a testemunha que delineou a participação de Kátia no crime, foi à mulher do homicida, Luzenir. Foi ela quem contou todos os detalhes do crime ao delegado, onde acusou a participação de Katia. Durante acareação feita entre as duas, Luzenir manteve todas as acusações. Por sua vez, Katia negou veementemente sua participação na morte do ex-cunhado.

Kátia foi presa nesta segunda-feira (11), a mando da justiça. Ela será transferida para a penitenciaria de Redenção. A reportagem tentou falar com ela, com o objetivo de ouvir sua versão sobre os fatos, mas seu advogado negou o pedido, informando que só depois que a verdade aparecer é que ela irá se pronunciar.

O motivo da participação de Kátia no episodio ainda não está bem esclarecido. Segundo o delegado Orimaldo, “Biro Biro” e Carla (irmã de Katia) estavam em litígio devido à separação, e que no dia 14 de fevereiro aconteceria a segunda audiência de conciliação sobre a divisão do patrimônio do casal. Por causa dessa situação, Carla estava sofrendo muito e a irmã vendo seu sofrimento, pode ter se doído por ela.

Agora a polícia está tentando prender o acusado do crime, que se encontrada foragido. A polícia divulgou a foto dele na esperança de alguém informar seu paradeiro.

Além da equipe do delegado José Orimaldo da Silva, participam das investigações o delegado Lenoir Alves Campos Cunha, da Divisão de Homicídio de Belém, e sua equipe de investigadores.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Polícia já sabe quem mandou e quem matou o ex-vereador "Biro Biro"

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás

Delegado José Orimaldo
O Delegado de Polícia Civil de Xinguara, José Orimaldo da Silva, disse no final da tarde desta segunda-feira 11, que após cinco dias de investigação, a polícia desvendou o crime do ex-vereador de Xinguara, Elpidio Pereira da Silva, o “Biro Biro”, de 55 anos, assassinado com um tiro no peito na quarta-feira (6), dentro de sua caminhonete, na rodovia PA 279, às proximidades de Xinguara.

Orimaldo informou que amanhã (terça-feira), os delegados que cuidam do caso vão convocar a imprensa local para explicar como as investigações chegaram aos acusados e quem são essas pessoas, e por quais motivos o vereador foi assassinado.

“Por enquanto, o que eu posso adiantar é que a acusada de ser a mandante do crime, é uma mulher,  inclusive ela foi presa hoje à tarde por determinação da justiça, mas conforme as investigações avançam, não está descartada a prisão de outros acusados”, disse o delegado.

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajas, com informações do ESTADÃO

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