Alepa: Domingos Juvenil enfrenta outra ação
Acumulação ilegal de cargo de servidora que nunca
trabalhou na Alepa gerou novo processo
Moraes
Filho da redação do Manancial de Carajás,
com
informações do Jornal Amazônia
O promotor de justiça Nelson Medrado ingressou com mais uma ação
civil pública contra o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado
do Pará (Alepa), Domingos Juvenil (PMDB), e a servidora Madalena Maria
de Castro Ribeiro. Segundo concluíram as investigações do Minstério
Público do Estado (MPE), Madalena ingressou na Alepa em 1988, recebendo,
desde então, salários sem executar qualquer tarefa no Legislativo.
Ela é concursada do Estado desde 1988, atuando como fiscal de receitas estaduais da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), e acumula os cargos ilegalmente. Domingos Juvenil também foi acionado juridicamente por omissão no caso.
O valor da causa é de R$ 1,1 milhão, cifra que terá de ser devolvida ao erário pelos dois demandados, caso sejam condenados futuramente. Na ação, o promotor pede, em caráter liminar, o afastamento de Madalena do cargo na Assembleia Legislativa e a indisponibilidade de bens de ambos.
O procedimento administrativo que apurou a acumulação ilegal de cargos por parte da servidora teve início em 2011, após denúncias recebidas pelo MPE. Na Assembleia, ocupa o cargo de técnica legislativa desde 1988 e, segundo as informações do MPE, permanece vinculada ao Legislativo até hoje.
Já na Sefa, ela ocupa o cargo de fiscal de receitas estaduais, com data de nomeação de 24 de maio de 1990. ‘Há mais de 23 anos Madalena Maria de Castro Ribeiro acumula cargos ao arrepio da Lei e da moralidade administrativa’, diz o promotor na ação. Segundo o promotor, a acumulação remunerada de cargos públicos é vedada pela Constituição Federal em seu artigo 37.
Ela é concursada do Estado desde 1988, atuando como fiscal de receitas estaduais da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), e acumula os cargos ilegalmente. Domingos Juvenil também foi acionado juridicamente por omissão no caso.
O valor da causa é de R$ 1,1 milhão, cifra que terá de ser devolvida ao erário pelos dois demandados, caso sejam condenados futuramente. Na ação, o promotor pede, em caráter liminar, o afastamento de Madalena do cargo na Assembleia Legislativa e a indisponibilidade de bens de ambos.
O procedimento administrativo que apurou a acumulação ilegal de cargos por parte da servidora teve início em 2011, após denúncias recebidas pelo MPE. Na Assembleia, ocupa o cargo de técnica legislativa desde 1988 e, segundo as informações do MPE, permanece vinculada ao Legislativo até hoje.
Já na Sefa, ela ocupa o cargo de fiscal de receitas estaduais, com data de nomeação de 24 de maio de 1990. ‘Há mais de 23 anos Madalena Maria de Castro Ribeiro acumula cargos ao arrepio da Lei e da moralidade administrativa’, diz o promotor na ação. Segundo o promotor, a acumulação remunerada de cargos públicos é vedada pela Constituição Federal em seu artigo 37.






