sábado, 25 de agosto de 2012

Em Redenção casas populares são construídas com responsabilidade


Bem diferente das que existem em Pau D’arco e Bannach


Casas populares de Redenção
Casas populares de Pau D'arco
O prefeito Wagner Fontes de Redenção executa com muita responsabilidade o programa no seu município. A meta do gestor é reduzir o déficit de moradia em com vistas à implementação de uma política habitacional que garanta segurança domiciliar às famílias de baixa renda.

Além das casas já construídas, Wagner agora encara outro desafio: a viabilização junto à Caixa Econômica Federal, de mais mil casas populares nos próximos meses.
Bastou uma reunião na Superintendência da Caixa com o gerente regional de Habitação, João Hugo Barral Miranda, para que fosse encaminhando a proposta técnica e autorização para início das obras da segunda da etapa do programa Minha Casa Minha Vida no município. 

Casas populares em Bannach
No início do primeiro semestre de 2012, 500 famílias já receberam a casa própria no setor hoje conhecido como Vila Maria. 

No processo de parceria com o governo federal e a CEF, cabe à Prefeitura garantir a infraestrutura necessária à qualidade de vida dos novos moradores, a exemplo dos serviços públicos prioritários, como abastecimento de água, escola e saúde. 

PAU D'ARCO
Já em Pau D’arco, as casas parecem não ter a mesma finalidade, pois são cobertas com telhas brasilites e não foram entregues no prazo preliminarmente anunciado.

As casas em construção desde o ano passado seriam entregues em maio deste ano o Mesmo ainda não tendo sido entregue, já tem famílias morando nas casas.

BANNACH
Em Bannach foi liberado pelo governo R$ 390 mil, mas o  projeto está pela metade e também as casas não foram concluídas. Apesar disso já tem muitas famílias morando. 

Como se vê o projeto está funcionando mesmo só na cidade de Redenção.

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás
PMDB quer aumentar o numero de mulheres prefeitas em todo o Pará

Em Bannach o partido está de olho na esposa de Gê Fernandes

Lucinéia Fernandes  é uma 
das preferidas do PMDB em Bannach
Nos últimos 80 anos, desde que as mulheres conquistaram o direito ao voto, a classe feminina vêm crescendo dentro dentro de todos os seguimentos sociais e político do país. 

As brasileiras compreendem que as transformações sociais, políticas e econômicas em curso no Brasil, passam, necessariamente, pela efetiva participação e ampliação do poder político destas que são mais da metade da população brasileira. 
No Pará as mulheres vêm crescendo na politica a cada eleição.

Dos 143 municípios paraenses,  14 são administrados por mulheres. Todas desempenhando uma política transparente e voltada para o social e o desenvolvimento com geração de emprego e renda.

ABAETETUBA: Francinete Maria Rodrigues Carvalho
ACARÁ: Francisca Martins Oliveira e Silva
ALTAMIRA: Odileia Maria Souza Sampaio
BRASIL NOVO: Maria de Fátima Rocha Moreira
CAPITÃO POÇO: Antônia Diana Mota de Oliveira
IGARAPÉ-AÇU: Sandra Miki Uesugi Nogueira
NOVO PROGRESSO: Madalena Hoffman
PALESTINA DO PARÁ: Maria Ribeiro da Silva
PRIMAVERA: Cleuma Maria Bezerra de Oliveira
RONDON DO PARÁ: Shirley Cristina de Barros Malcher
SÃO JOÃO DO ARAGUAIA: Marlene Corrêa Martins
SANTA MARIA DO PARÁ: Marifrança do Socorro Souza de Oliveira
SANTARÉM: Maria do Carmo Martins Lima
SÃO MIGUEL DO GUAMÁ: Márcia Cavalcante

Entre os 41 deputados estaduais que foram eleitos no Pará, 7 são mulheres e 2 do PMDB

Simone Morgado – PMDB
Cilene Couto – PSDB
Ana Cunha - PSDB
Bernadete – PT
Luzineide – PR
Nilma Lima – PMDB
Josefina - PMDB


PMDB O MAIOR PARTIDO DO BRASIL.

O PMDB possui hoje 1.154 prefeituras em todo o país e pretende elevar esse número para 1.300 no pleito de outubro deste ano. Desse total, a meta é eleger pelo menos 115 prefeitos no Pará, mantendo a legenda no topo, como maior partido do Brasil e do Pará.

São 1.154 prefeitos, 900 vice-prefeitos e 8.500 vereadores, além de 170 deputados estaduais, 78 federais e 21 senadores. É disparadamente o maior partido do Brasil.

O senador Jader Barbalho, presidente do diretório estadual do PMDB, lembra que o partido está pronto e organizado em todo o Estado para a disputa e para vencer. Ele ressalta a união e demonstração de entusiasmo das lideranças peemedebistas.

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás

REDENÇÃO-PA

Cadáver é encontrado na colônia guarantã


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Já se encontra em Redenção o corpo de um homem não identificado,encontrado na colônia garantã dentro de uma rede já em avançado estado de decomposição.

A policia recebeu a informação através do senhor Edilson santos costa ,que compareceu ao sétimo BPM já que o corpo se encontrava dentro das mediações de sua propriedade.

No mesmo instante foi montada uma operação para checar a veracidade da denuncia, que foi confirmada pelo delegado superintendente José Carlos e equipe.

Segundo informações a vitima seria um caseiro de uma propriedade rural na mesma colônia ,o ex patrão não foi encontrado para prestar esclarecimentos,informações preliminares dão conta que o trabalhador pode ter sido assassinado. 

O corpo foi encaminhado para marabá onde sera constatada a verdadeira causa da morte .

Foto e Fonte:  redenção 190   Postasdor:  Manancial de Carajás

CPI acompanha resgate de trabalhadores no Pará

Representantes da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Trabalho Escravo acompanharam nesta quarta-feira (22) a operação de resgate do Ministério do Trabalho e da Polícia Federal no interior do Pará.
Durante a diligência, foi confirmada a exploração de trabalhadores na forma análoga ao escravo em uma propriedade na Vila Capistrano de Abreu, a 170 Km do município de Marabá.

O presidente da CPI, deputado Cláudio Puty (PT-PA), relatou que viram oito pessoas, inclusive um idoso, que desde junho trabalham sem receber, bebendo água fétida e comendo carne com moscas. “Este caso é mais uma prova evidente de que esta triste realidade tem que mudar no país”.

Segundo o Ministério Público do Trabalho (MPT), a escravidão moderna ainda recruta 20 mil vítimas por ano em todo o território nacional, sendo o Pará o líder do ranking.

Para Cláudio Puty, a apuração feita no Pará não termina ali. “Temos a responsabilidade de contribuir para a erradicação do trabalho escravo no Brasil. Este empregador autuado certamente será convocado para depor na Câmara e explicar o que vimos”, afirmou Puty.
Segundo o deputado, a CPI vai propor medidas para avançar nas formas de fiscalização e normatizações do trabalho no país.

A Diligência
Depois de comprovado flagrante da prática criminosa na Vila Capistrano de Abreu, município de Marabá, os auditores do Ministério do Trabalho, que dirigiam a operação, determinaram o fim imediato da execução do trabalho na propriedade.

A precariedade das condições sanitárias, insalubridade nos dormitórios, falta de segurança e de equipamentos de trabalho e, principalmente, as irregularidades trabalhistas como a não remuneração regular foram as evidências que levaram o empregador autuado se responsabilizar pelas infrações trabalhistas, danos morais e desrespeito à dignidade e direitos humanos.

Além do deputado Cláudio Puty, acompanharam a operação de resgate do Ministério do Trabalho os deputados Walter Feldman (PSDB-SP), relator; Giovanni Queiroz (PDT-PA) e Ivan Valente (Psol-SP).

Fonte: Sonda Brasil  Postador:  Manancial de Carajás

Educação do faz de conta, por Jader Barbalho



Os últimos números do resultado da prova do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) no Brasil são um desastre. Um desastre que já faz parte da rotina do Ministério da Educação toda vez em que são contabilizadas as perdas e os danos de um sistema incompreensível de ensino, no qual o cidadão vai à escola e pode sair com um de diploma de “analfabeto funcional”. Ou seja, o aluno compreende, mas não entende. 

A Unesco define esse tipo de analfabetismo como a incapacidade dos que sabem ler e escrever mas não têm habilidade para interpretar e usar na sua vida aquilo que aprenderam.

A estratégia usada pelo poder público para divulgar o resultado pífio apontado pelo Ideb foi a de que teríamos superado as médias estabelecidas . No Brasil, a meta projetada para o ensino médio foi de 3,9. Os estudantes conseguiram 4,1, bem distante da média dos países desenvolvidos que é de 6 pontos. Então, comemoram-se as médias vermelhas abaixo de 5 pontos na escala de 1 a 10. É melhor do que nada, dizem os estrategistas do governo.

Quando a rota do Ideb alcança o Pará, mais notícias ruins. Somos um dos estados com os piores resultados na educação pública e privada. A escola Rego Barros continua sendo a nossa melhor vitrine: conseguiu destaque nacional com a média de 5,6. 

A média dos alunos paraenses nas séries finais do ensino fundamental foi de 3,1. No ensino médio 2,8. É o caos. Ninguém mais acredita em nada. De nada adianta o orgulho de ter a maior mina de ferro do mundo, as maiores fontes de riquezas naturais, as mais belas praias etc. e tal. Vamos continuar a mandar para o exterior as nossas riquezas, porque somos incapazes de transformar o material bruto em chips ou instrumentos do mundo moderno que valem mais. 

E, se no feijão com arroz já estamos ruins, imagine como estamos em setores indispensáveis da tecnologia, química, física, eletrônica, robótica e outras mais. Não dá para competir. Nós temos o que se chama de educação do faz de conta. Ainda estamos na era da lousa, do quadro negro, e ainda usamos o giz (causador de doenças aos professores). 

Vivemos ainda o tempo do “decoreba”de coisas inúteis e sem sentido para nossas crianças e jovens, só porque “vão cair na prova”. Enquanto isso, nos países desenvolvidos que não têm um grama de minério de ferro, nem florestas, nem abundância em água doce, professores e alunos utilizam a tecnologia táctil e conseguem uma informação em segundos. Nossos filhos, entretanto, ainda atravessam noites para conseguir fazer o dever de casa.

O Brasil precisa acabar com esse ciclo inútil e investir em educação comprometida com a vida contemporânea. Vi outro dia uma reportagem sobre seleção de empregados pelo Sine, o Sistema Nacional de Empregos, que há menos de duas décadas, em cada três ou quatro entrevistados, um estava capacitado para a vaga. Hoje são necessárias mais de cinquenta entrevistas para se achar um profissional qualificado. 

No Brasil, quase todo o investimento vai para o setor das ciências humanas e o governo se esquece das ciências exatas. Tem que haver, pelo menos, um equilíbrio. E o governo patrocina isso ao subsidiar faculdades que oferecem cursos e diplomas que não vão contribuir com futuro dos nossos jovens. Para que tanto diploma? Não é melhor investir em qualidade?

O atestado ou aviso de que as coisas estão mal são as greves nas quais os professores têm reiterado a lastimável situação educacional. Os resultados da Ordem dos Advogados do Brasil também são uma prova disso. Aqui no Pará, dos 2,4 mil bacharéis submetidos ao exame, apenas 306 conseguiram aprovação. 

Ou seja, menos de 13%. No País, a situação não foi tão diferente: a OAB aprovou apenas 15% de um total de 109.649 inscritos. Se a moda pega e os conselhos de engenharia, medicina, farmácia, economia e todos os outros resolvem aplicar o teste de aptidão profissional, o país entra num colapso total.

(*) Senador pelo PMDB do Pará e presidente do diretório estadual.
Artigo publicado no Diário do Pará, em 19 de agosto de 2012

Postador:  Manancial de Carajás

MP pede a prisão de secretário e prefeito de Marabá

Maurino Magalhães é acusado de usar indevidamente o Fundo Municipal de Saúde

Maurino Magalhães

Desde a semana passada, o Ministério Público pediu a prisão do secretário municipal de Saúde, Nilson Piedade, e também do prefeito Maurino Magalhães, por causa do caos que se instalou na saúde municipal em Marabá.

De acordo com o pedido de prisão, endereçado à 3ª Vara Cível de Marabá, a prisão do secretário foi pedida por causa do uso indevido do Fundo Municipal de Saúde, que é um recurso do governo federal repassado à prefeitura.

Outro motivo é que o secretário não prestou contas dos recursos do setor para o Conselho Municipal de Saúde; e por fim a Secretaria está deixando de repassar medicamentos de uso contínuo e obrigatório para pacientes cadastrados, muitos deles cadeirantes.

O pedido de prisão do secretário está na mesa do juiz Celso Quim Filho, que é o substituto da 3ª Vara Cível em Marabá. Durante todo o dia de ontem foi grande a expectativa em torno de uma possível decisão do juiz.Foi ventilada a informação de que o juiz teria indeferido o pedido de prisão, mas nem mesmo servidores que trabalham próximo do juiz sabiam informar se ele havia dado alguma sentença.

PREFEITO
No caso do prefeito Maurino Magalhães, o pedido deve subir para o procurador geral de Justiça no Estado, que encaminha para o Tribunal de Justiça do Estado (TJ-PA).O pedido de prisão dele foi motivado porque a prefeitura estaria deixando de repassar os 15% da saúde, previstos no orçamento do município.

Outro caso preocupante na saúde do município que levou o MP a pedir a prisão do prefeito e do secretário de Saúde é o caos que assola o Hospital Municipal (HMM), com falta de medicamentos, insumos e que levou os médicos e demais servidores a paralisar o atendimento nos ambulatórios e a não realizar mais cirurgias eletivas.

O Ministério Público também ingressou com ação contra o município pela paralisação, há mais de um ano, do atendimento odontológico nos centros de saúde, fazendo com que os profissionais desta área parem de trabalhar por absoluta falta de material.

Diante disso, o Ministério Público vai pedir também uma auditoria da CGU (Controladoria Geral da União) nas contas do município, por considerar que há indícios para uma ação por uso indevido de recursos públicos.

Médicos querem solução até o dia 29Profissionais médicos que atuam no Hospital Municipal de Marabá (HMM) protocolaram documento na Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Ministério Público (MP) e no Conselho Regional de Medicina (CRM), dando até o próximo dia 29 para que os problemas de estrutura da saúde em Marabá sejam resolvidos.

Do contrário, o atendimento será limitado apenas aos pacientes em estado grave, deixando todo atendimento ambulatorial paralisado.

Quem repassou a informação foi o médico Marcos Jová, representante da categoria. Segundo ele, até o dia 29 é um prazo razoável para que a SMS proporcione as condições de trabalho sem as quais os profissionais não conseguem atuar. “Não estamos nem brigando por salários atrasados, mas por condições de trabalho”, disse. “Infelizmente não temos aparelho para aferir a pressão ou seringa para aplicar as vacinas de crianças e adultos. São insumos básicos que têm faltado com frequência”.

Ainda de acordo com Marcos Jová, ao registrarem ocorrência policial, como já fizeram, e ao encaminharem ofícios exigindo condições de trabalho, os médicos estão tomando as providências previstas no Conselho de Ética da categoria, para que depois não respondam a processo por omissão.

O jornal tentou contactar o secretário municipal de Saúde, Nilson Piedade, mas o contato não foi estabelecido.Foram feitas quatro tentativas, via telefone. Em cada um delas, o jornal telefonou para os cinco números da SMS que constam no site oficial da prefeitura, mas todos sem resposta. Os telefones discados foram (94) 3324 -2449/4269/7244/3549/2383.

Foto e Fonte: Diário do Pará   Postador:  Manancial de Carajás

Medicilândia promove a festa do cacau

Município é o maior produtor de cacau do Pará e safra para 2012 é de 30 mil toneladas

Produção de cacau

Com previsão de safra para este ano de 30 mil toneladas, Medicilândia, o maior produtor de cacau do Estado, realiza, a partir de segunda-feira (27), o Cacau Fest, que vai até o dia 2 de setembro. A Festa do Cacau de Medicilândia é realizada todos os anos com o apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri) e da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac).

O Cacau Fest começa com a programação técnica do evento, que inclui um dia de campo e 21 cursos técnicos e palestras com engenheiros agrônomos, técnicos da Ceplac, Emater, destinados aos produtores, voltados para a melhoria da qualidade do cacau.

Os cursos serão realizados até o dia 30, quando se inicia o festival propriamente, com exposições de produtos agrícolas para venda e outros materiais referentes ao cultivo do cacau, além de shows com artistas da região e bandas musicais.

Com manchas de terra roxa que ocupam cerca de 7% de seu território, Medicilândia é o maior produtor isolado de cacau do Brasil e o de maior produtividade do mundo com média entre 800 a 1.200 kg/ha. O município tem 1.940 produtores de cacau e uma área plantada de 29,3 mil hectares (ha) e possui o cacau de melhor qualidade do mundo.

De acordo com dados da Sagri, o Pará produz cerca de 70 mil toneladas de sementes de cacau/ano o que faz do Estado o segundo maior produtor de cacau do Brasil, atrás apenas da Bahia.A maior parte da produção de cacau de Medicilândia é vendida in natura para a Bahia, o grande mercado comprador do Brasil.

O governo estadual quer reverter esse quadro e criou o Programa de Aceleração da Cacauicultura, que estabelece o estímulo à produção cacaueira, fortalecendo o potencial econômico do Estado.

ALEPA
Foi criado um fundo de fomento, o Funcacau, aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado (Alepa), que prevê a redução da alíquota do Imposto Sobre Circulação de Mercadoria e Serviço (ICMS) do cacau. O fundo financia o fortalecimento da atividade prevendo sua expansão e verticalização. A meta do Pará é tornar-se o primeiro produtor de cacau do país.

Foto e Fonte: Diário do Pará   Postador:  Manancial de Carajás

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