Tomate é o grande vilão da horta, segundo Dieese
Um fruto que é confundido com legume, colore a salada e tem alto poder de retardar o envelhecimento. O tomate é uma fonte de vitamina C e de potássio, mineral que controla a pressão arterial mas, mesmo com tantos pontos positivos, hoje, na cesta básica, ele é o grande vilão no encarecimento da contaSegundo uma pesquisa do Dieese no Pará (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), a alimentação dos paraenses continua entre as mais caras do país. Em julho, a cesta básica composta por 12 produtos custou R$ 233,14, comprometendo quase metade do salário mínimo de R$ 545. Entre os produtos básicos que contribuem para as altas nos preços está o tomate. Os principais motivos são ditados pelo tipo do produto, já que a maioria é oriunda de outros Estados, e a sazonalidade (período de safra ou de escassez do alimento).
Enquanto a inflação não chega a 4%, o tomate no acumulado do ano sofreu um reajuste que chega a mais de 50%, embora em julho, o tomate em feiras e supermercados da cidade tenha apresentado um pequeno recuo de 0,29%. Se comparado com os primeiros sete meses do ano, o tomate obteve o maior reajuste, acumulando 54,46%.
Em dezembro do ano passado, o quilo do tomate foi comercializado em média a R$ 2,24 o quilo. Em janeiro deste ano, disparou o preço e foi comercializado em média a R$ 2,70, porém o maior reajuste aconteceu em junho, quando o quilo chegou a custar R$ 3,47. Em julho, o preço do quilo custou R$ 3,46 e a pesquisa do Dieese no Pará, efetuada na primeira semana de agosto, não mostrou queda no preço do produto.
Redação Portal ORM
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