terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Felipão diz que seleção 'deve ter 80% dos atletas que jogam na Europa'

Treinador faz seu primeiro jogo desde que voltou à seleção nesta quarta-feira, contra a Inglaterra
 
Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações do ESTADÃO
 
LONDRES - A voz rouca na coletiva de imprensa nesta manhã de terça-feira mostra que Felipão sentiu os efeitos do frio - temperatura média de 5 graus - em Londres. Com dificuldade para emendar uma frase a outra, o treinador da seleção brasileira falou por mais de 30 minutos sobre o que se pode esperar da sua volta ao comando do time do Brasil. E o seu primeiro recado ao torcedor foi:
 
"Podem me cobrar, quero receber críticas e a torcida pode ter alguma paciência comigo na seleção, alguma só. Não quero arrumar desculpa porque vou ter apenas um treino (nesta tarde de terça-feira) para montar a equipe que vai enfrentar a Inglaterra."

O treinador adiantou que deve iniciar o amistoso contra os ingleses com a maioria dos jogadores que atua no futebol europeu. "O time deve ter 70 a 80% dos atletas que jogam aqui na Europa. Eles estão em plena forma física. Os outros, que atuam no Brasil, disputaram no máximo três jogos. E nós vamos enfrentar uma seleção que está em plena atividade."

Felipão insinuou ainda, em cima dessa discrepância física entre os jogadores, que alguns nomes certos para começar jogando, caso de Ronaldinho Gaúcho, podem ficar no banco de reservas. Ronaldinho jogou apenas uma vez neste início de temporada - contra o Cruzeiro no clássico que marcou a inauguração do Mineirão, neste domingo.

"Vocês (jornalistas) vão se surpreender com alguns nomes na escalação. Alguns que vocês imaginam que vão sair jogando poderão entrar só no decorrer do jogo."

ONGs revelam a situação preocupante da Aids no Pará

Avanço da doença no estado e falta de medicamentos e leitos na rede pública são denunciados por organizações

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações do Diário do Pará

Avanço da doença no estado e falta de medicamentos e leitos na rede pública são denunciados por organizações
Avanço da doença no estado e falta de medicamentos e leitos na rede pública são denunciados por organizações

A Sociedade Civil Organizada está preocupada com o aumento do número de mortes por Aids no Estado. Pelos menos 1.426 pessoas morreram vítimas da doença, segundo aponta o último boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. Deste total de óbitos, 505 aconteceram somente em 2011, um dado preocupante que revela o Pará no topo da lista de mortes por Aids na região Norte.

Para piorar a situação, as Organizações Não Governamentais (ONGs) que trabalham na prevenção e combate à epidemia da enfermidade, além da assistência dos pacientes, denunciam que faltam medicamentos na rede pública de saúde para pessoas que vivem com o vírus HIV. A queixa também alerta para a pouca quantidade de leitos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS).

“O governo já fala em 84 óbitos no ano passado (2012), mas a gente sabe que esse número é maior”, colocou o presidente da ONG Fórum Paraense de Aids, Cledson Sampaio. O militante não apresentou nenhum documento que comprovasse os índices, mas ressaltou que, durante os fóruns de discussões das entidades, correm informações de que morrem, em média, de três a quatro pacientes de Aids por semana no Hospital Universitário João de Barros de Barreto (HUJBB), referência no tratamento da doença no Estado.

“Se é verdade que estas mortes estão acontecendo, temos uma faixa de 16 mortes por mês (seriam 192 mortes por ano, somente no HUJBB), e não 84, como o governo disse. Isto prova que o Estado não tem controle sobre o tratamento da doença ou alguma outra coisa está errada”, desabafou Cledson.

A assessoria do hospital não confirmou as informações e ressaltou que o Barros Barreto segue as regulações determinadas pelo Ministério da Saúde. Quando um paciente de Aids vai a óbito, os dados são repassados para o próprio Ministério da Saúde.

De acordo com o Boletim Epidemiológico, em 2009, 432 pacientes de Aids morreram em consequência da doença. Em 2010, o total de óbitos aumentou para 489 e, em 2011, atingiu a faixa de 505 mortes por Aids no Estado. Ou seja, a média de crescimento da mortalidade pela doença foi de 17% em três anos.

Na capital paraense, a situação ainda é mais alarmante, pois a taxa de mortalidade por HIV/Aids é quase o dobro da média nacional. Enquanto que no Brasil a média de morte é de 6,31 para cada 100 mil habitantes, em Belém os índices são de 13,71 casos por 100 mil habitantes.

Para a coordenadora estadual de DST/Aids, Débora Crespo, a atitude das lideranças das ONGs é de causar estranheza, uma vez que não se pode trabalhar com informações extraoficiais, pois ainda não foram levantadas as estatísticas de 2012 relacionadas aos casos e óbitos de HIV e Aids.

O Boletim Epidemiológico será concluído somente em dezembro. “Não é adequado eles discordarem, pois nem a gente tem algum dado oficial. O boletim que temos é o de 2011, do qual eles já têm conhecimento. Os dados de 2012 serão conhecidos somente no final do ano”, considerou Débora.

Ela desconhece o indicativo de 84 mortes por Aids no ano passado. “Não temos nenhum número sobre isso, então não podemos afirmar. O que sabemos é que em 2011 o número de óbitos foi de 505 e que 700 novos casos de HIV foram confirmados”, reiterou a coordenadora.

Medicamentos estão em falta na rede pública de saúde

O coordenador do Fórum Paraense de HIV/Aids, Cledson Sampaio, também denunciou a falta dos medicamentos Sulfadiazina e Ácido folínico, que são entregues gratuitamente aos pacientes de Aids, para combater a toxoplasmose (infecção oportunista que pode levar o paciente a óbito), uma vez que eles possuem a imunidade sensível. “Estes medicamentos estão em falta há alguns meses já na rede pública e isso é prejudicial aos pacientes”, frisou o militante.


O problema da falta de medicamentos foi levado pelas ONGs ao secretário de Estado de Saúde, Hélio Franco, que se comprometeu em verificar a situação e garantir que estes remédios básicos não faltem mais aos pacientes. A ausência desses medicamentos na rede pública não foi justificada.

Ausência de leitos e especialistas na lista de problemas

A pouca quantidade de leitos é outro problema apontado pelas ONGs de combate a Aids. Cledson acredita que está na hora do Estado reorganizar os leitos e reservar alguns também em hospitais regionais, assim diminui a fila de espera por uma vaga no Hospital Barros Barreto, que dispõe de apenas 30 leitos para atender a demanda.

Além desta unidade, Belém conta com outros quatro hospitais que oferecem leitos para pacientes, sendo o Hospital de Clinicas e Santa Casa, com quatro leitos cada um, e a Beneficente Portuguesa e Ordem Terceira, com dois leitos cada um.

De acordo com o acompanhante de S.S.C., o problema de conseguir internação nestes hospitais é que eles não teriam um infectologista de plantão os sete dias da semana. “Estes especialistas não estão nos hospitais aos finais de semana e os pacientes de Aids ficam assistidos apenas pelo clínico geral”, denunciou.

Débora ressaltou que as atenções do Ministério da Saúde e do Governo do Estado tendem a priorizar agora a assistência aos que já desenvolveram a doença. A rede hospitalar do tem leitos contratualizados para pacientes de Aids e o SUS repassa os gastos para aquele paciente”, frisou.

Pastor Malafaia quer chegar a 2 mil igrejas em 10 anos

Ele quer a sua alma. Em entrevista à GQ, o pastor fala sobre dízimo, política, aborto, suicídio e homofobia.

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações do GQ
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Pastor Malafaia quer chegar a 2 mil igrejas em 10 anos
Pastor Silas Malafaia
 

Brasil - “Mais de 30 mil pessoas concorreram a uma vaga e você chegou até aqui!” O rosto confiante do pastor Silas Malafaia é capturado pelas câmeras e projetado em tempo real em quatro telões espalhados por uma gigantesca tenda branca montada no centro da cidade de Águas de Lindoia (SP), estância turística localizada a 160 quilômetros da capital paulista.

Atrás do discreto púlpito de vidro colocado no meio do palco iluminado por 28 holofotes coloridos, Malafaia prega para milhares de crentes sentados e atentos, numa abafada noite de dezembro. “Eu sei que Deus está falando com as pessoas. Sei que aqui tem corações generosos e discernimento espiritual”, profetiza.

A sua semente vai multiplicar

“Eu não te chamei aqui para você pagar a conta. Você é meu convidado”, prossegue Malafaia. Mas existe um problema de ordem financeira nessa afirmação: os custos do evento ficaram em R$ 4 milhões. E, até aquele momento, o pastor só havia conseguido arrecadar R$ 1,25 milhão em “ofertas”, como ele prefere chamar as doações. Portanto, era preciso levantar o que falta.

O staff de Malafaia rapidamente distribui para cada ouvinte um envelope com os seguintes dizeres: “A sua semente vai multiplicar (2 Coríntios 9.6b)”. Dentro dele é possível colocar dinheiro ou cheque para 30 dias. Ofertas acima de R$ 100 são facilitadas em até dez vezes no cartão. Malafaia, então, dá a sua cartada mais arrojada e pede que uma dezena de pessoas semeie R$ 100 mil.

A alta cifra não produz qualquer expressão de espanto ou desaprovação na plateia. Em seguida, ele convida mil participantes a contribuírem com R$ 1 mil. Malafaia não exige doações. O pastor apenas alerta que, se alguém hesitar em colaborar, “Deus vai fazer outro levantar e a benção que ia para você vai para outro”. Logo em seguida, contemporiza: “Se R$ 100 é tudo o que você precisa, é seu sonho, não dê! Se não for, é a sua semente”.

O raciocínio segue em progressão geométrica até a casa dos milhares de reais. Ele encerra o pedido com uma oração em forma de ditado, repetido em uníssono pela plateia. “A oferta é boa/ a terra é boa/ e haverá/ uma grande colheita”.

Uma igreja em cada cidade

Apesar de ser figura carimbada na mídia há décadas, seu “ministério” próprio – a Assembleia de Deus Vitória em Cristo – tem menos de três anos de existência. Nesse pouco tempo já contabiliza 130 igrejas e 40 mil fiéis, a maior parte no estado do Rio de Janeiro. Antes, Malafaia pregava no templo comandado pelo falecido sogro, o pastor José Santos, presidente da Assembléia de Deus da Penha, no Rio de Janeiro. Malafaia era o vice-presidente.

Com a morte de Santos, no começo de 2010, ele abriu sua própria congregação. Agora, seu sonho mais ambicioso é abrir uma igreja em cada uma das 5.568 cidades do país, arrebanhando assim milhões e milhões de almas. “Eu acredito que, em dez anos, eu possa ter duas mil igrejas”, ele me confidencia durante conversa realizada uma semana após o término do congresso em Águas de Lindóia.

"Eu não tenho uma igreja de babacas"

Malafaia afirma que rege seu ministério pela “lei da semeadura”, uma metáfora bíblica para o bom e velho “é dando que se recebe”. “E como você semeia na Teologia da Prosperidade? Você semeia ofertando”, analisa Figueredo. É difícil saber quando Malafaia está nervoso. Debatedor nato, ele é daqueles que raramente ouvem o que interlocutor está dizendo.

Mas sua voz atinge um volume irritado quando questionado sobre as ofertas que chegam até sua igreja, entidade isenta de imposto pela Constituição. “Minha igreja tem desembargador, tem procurador, tem mais de dez caras com doutorado, professores de universidade.

Eu não tenho uma igreja de babacas, que tem um malandro lá tomando deles”, rebate. “Como é que pode um cara passar 20 anos dando dinheiro? É um imbecil? 20 anos dando dinheiro e não aconteceu nada na vida dele?”, questiona.

Pastor fundamentalista

Malafaia jura que jamais vai se candidatar a um cargo eletivo, mas não nega que deseja ver sua igreja influenciando todos os ramos da sociedade, inclusive a política. Seu irmão, Samuel, já é deputado estadual no Rio de Janeiro. Nas últimas eleições municipais, em outubro do ano passado, o pastor apoiou 18 candidatos a vereador em todo o país e só dois perderam.

Na capital fluminense, turbinou a campanha de Alexandre Isquierdo (PMDB) – o terceiro mais votado – com R$ 80 mil do próprio bolso e outros R$ 194 mil de sua editora. Malafaia afirma que, nos debates de que participa, jamais apela para dogmas da Bíblia para embasar sua argumentação, mas somente à ciência.

Psicólogo de formação, garante que mulheres que abortam têm mais propensão a cometer suicídio e que é o bebê o agente ativo da gravidez, e não a mãe. Ele se opõe ao casamento entre pessoas do mesmo sexo porque “casamento é um homem, uma mulher para preservação da espécie, para procriação”. Quando questionado se esse conceito não é estritamente religioso, ele nega com ar de desdém: “É sociológico, é antropológico”. Entre seus gurus científicos, cita George Gilder, expoente da extrema-direita do Partido Republicano dos Estados Unidos.

Sua guerra declarada aos ativistas do movimento LGBT mira o projeto de lei 122, que transforma a homofobia – assim como o preconceito por religião ou cor da pele – em crime. Apesar de haver um parágrafo no texto que diz claramente que, nos cultos religiosos, a condenação “pacífica” da homossexualidade é permitida, Malafaia argumenta que o PL é a tentativa de colocar uma mordaça nos cristãos e uma afronta à liberdade de expressão. “Quer dizer que se um cara se beijar (sic) no pátio da minha igreja e eu impedir eu vou pra cadeia? É isso que eles querem? Chegar no pátio da minha igreja para vir me afrontar?”, protesta.

“O Malafaia cresce na polêmica”, define o pastor batista Valdemar Figueredo. De fato, o pastor mais comentado do país gosta de comprar briga. E sequer se melindra em ser chamado de “fundamentalista”. “Fundamentalista? Obrigado. Significa que você é o quê? Superficial? Pelo menos, eu tenho fundamento. Pelo menos, eu tenho uma estrutura para defender minhas ideias. Eu encarno, eu levo na onda”, finaliza.

Coquetel marca posse do novo presidente da Faciapa

A posse oficial foi realizada no último dia 8 de janeiro.

Moraes Filho da redção d Manancial de Carajás, com informações do jornal Notapajos
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Coquetel marca posse do novo presidente da Faciapa
Presidente da Faciapa, Olavo das Neves
 

Pará - Um coquetel marcou a posse do novo presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Pará (Faciapa), Olavo das Neves, na noite desta segunda-feira (4), em Belém. A cerimônia foi realizada no salão nobre da Associação Comercial do Pará (ACP).

Neves ja havia tomado posse no ultimo dia 8 de janeiro para comandar a entidade no biênio 2013/2014. Ele recebeu o cargo de Reginaldo Ferreira.

A eleição para a nova diretoria da instituição foi realizada no dia 30 de outubro de 2012. Setenta e quatro associações de todo o Estado estão ligadas à Faciapa, entre elas a Associação Comercial e Empresarial de Santarém (Aces).

CBF divulga a tabela da Copa do Brasil; Flamengo e Internacional jogam no dia 3 de abril

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou, nesta segunda-feira, os horários dos jogos da primeira fase da Copa do Brasil.
 
Moraes Flho da redação do Manancial de Carajás, com informações do ESTADÃO
 
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou, nesta segunda-feira, os horários dos jogos da primeira fase da Copa do Brasil. Em 3 de abril, Flamengo e Inter farão suas estreias na competição contra Remo e Rio Branco-AC, respectivamente. Já o Santos joga na semana seguinte, em 10 de abril, contra o Flamengo-PI.

Nas primeira e segunda fases, o regulamento manteve a possibilidade de eliminação do jogo de volta, caso a equipe visitante vença o jogo de ida por dois gols de diferença.

A novidade da edição 2013 é a participação dos clubes brasileiros que participam da Copa Libertadores de América. Grêmio, Fluminense, Corinthians, Atlético-MG e Palmeiras entram direto nas oitavas de final (em agosto), com exceção do São Paulo, que disputa a Sul-americana.

O Vasco, que fez a melhor campanha no Campeonato Brasileiro do ano passado, depois dos classificados ao torneio continental, assume o posto.

Confira os principais confrontos da primeira fase da Copa do Brasil:

03 e 17/04 ­ Remo x Flamengo

03 e 17/04 ­ Rio Branco-AC x Internacional

03 e 17/04 ­ Noroeste-SP x Criciúma

03 e 17/04 ­ Brasil de Pelotas x Atlético-PR

04 e 18/04 ­ CSP-PB x Coritiba

04 e 25/04 ­ Itabaiana-SE x Ponte Preta

10 e 17/04 ­ Oratório-AP x Goiás

10 e 17/04 ­ Naviraiense-MS x Portuguesa

10 e 17/04 ­ Flamengo-PI x Santos

10 e 17/04 ­ MAC-MA x Bahia

10 e 18/04 ­ CRAC-GO x Náutico

10 e 25/04 ­ Sobradinho-DF x Botafogo

10 e 25/04 ­ CSA-AL x Cruzeiro

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Jatene e Dilma Roussef entregam mais de mil unidades habitacionais em Castanhal

Moraes Filho da redçõ do Manancial com informações da Ag. Pará com Texto de Elck Oliveira e Fotos de Antônio Silva
Simão Jatene (e), Dilma Rousseff e o ministro das Cidades, 
Aguinaldo Ribeiro, no descerramento da placa inaugural 
do residencial Jardim dos Ipês
No mês em que completou 81 anos de emancipação política, a cidade de Castanhal, na região nordeste do Pará, ganhou na manhã desta sexta-feira (1º) um presente dos governos federal, estadual e municipal: A entrega de 1.080 unidades habitacionais, entre casas e apartamentos, no residencial Jardim dos Ipês, obra do programa “Minha Casa, Minha Vida”.

Dilma também pediu a ajuda de Estados e municípios 
para o avanço de programas como o “Bolsa Família”
A solenidade teve as presenças da presidente da República, Dilma Rousseff, em sua primeira visita oficial ao Pará como chefe do Executivo federal, e do governador Simão Jatene, que recepcionou a presidente em Belém e a acompanhou até Castanhal, a cerca de 65 km da capital.

Juntos, eles entregaram os empreendimentos, nos quais foram investidos cerca de R$ 60 milhões, sendo R$ 1,8 milhão pelo governo do Estado, excluindo-se o valor pago pelo terreno.

Simão Jatene recebe os agradecimentos de uma 
moradora do residencial Jardim dos Ipês, obra 
entregue em Castanhal
Durante a cerimônia, acompanhada pelo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, e por cerca de 4 mil pessoas, incluindo representantes de 19 municípios da região, Simão Jatene ressaltou as memórias afetivas que o ligam à Castanhal, onde viveu quando criança. “Esta cidade me viu criança e, nela, aprendi os meus primeiros valores e a enfrentar meus primeiros desafios.

Aqui aprendi algo que me marcou profundamente, e que me vem à mente no dia de hoje: O fato de não podermos aceitar e ver a pobreza e a desigualdade como imposições divinas. Elas são criações do homem e, como tais, devemos enfrentá-las”, afirmou. 

Parceria - A presidente parabenizou o município de Castanhal pelo aniversário de 81 anos, e se disse honrada em ser a primeira presidente do Brasil a visitar a cidade. Ela também agradeceu pela parceria estabelecida com o governo do Estado e o município. “Tenho certeza, governador Simão Jatene, de que este país só será do tamanho dos sonhos que nós temos para ele quando nós todos tivermos, juntos, a capacidade de empurrá-lo para a frente, na mesma direção, a despeito dos desafios gigantescos”, frisou.

A chefe do Executivo ainda destacou a importância do “Minha Casa, Minha Vida”, que tornou mais acessível a concretização do sonho da casa própria para uma grande parcela dos brasileiros, e o papel da mulher nesse programa. Segundo ela, em caso de separação e de permanência da guarda dos filhos, é com a mãe que o imóvel do “Minha Casa, Minha Vida” deverá ficar. 
Márcio Miranda é eleito novo presidente da Alepa

Base governista mostra força e conduz deputado do DEM à presidência por 26 votos a 15

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás, com informações do Jornal Amazônia e G1

Márcio Miranda, presidente da Alepa 
(foto Cristiano Martins-O Liberal)
Por 26 votos a 15, o deputado Márcio Miranda (DEM) foi eleito o novo presidente da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa). A grande surpresa da votação foram os dois votos que em tese deveriam ter ido para o candidato Martinho Carmona (PMDB), mas acabaram indo para o candidato da base aliada do governo.

O comentário nos bastidores do Legislativo dava conta de que esses dois votos teriam vindo do próprio PMDB, partido de Carmona, o que evidencia não apenas a força da base governista, mas também que o cacique peemedebista não manda mais no partido. Ou, se manda, ninguém mais obedece, demonstrando, portanto a fragilidade do bloco de oposição, formado pela coligação PMDB-PT-PSOL.

O novo presidente, Márcio Miranda, irá administrar, em 2013, mais de R$ 297,9 milhões, fatia do orçamento destinado ao Parlamento. 

"Claro que sempre fica a expectativa, mas me orgulho de ter sido uma eleição tranquila e calma. É um sonho da maioria dos parlamentares se tornar um dia presidente desta Casa e agora pretendo construir junto com todos os deputados um Parlamento melhor", afirmou o deputado vitorioso, após o anúncio do resultado oficial da eleição.

Além de Miranda, a Alepa será administrada pelos próximos dois anos pelo 1º vice-presidente, Junior Ferrari (PTB); o 2º vice-presidente, Cássio Andrade (PSB); o 1º secretário, Eliel Faustino (PR); o 2º secretário, Tião Miranda (PTB); a 3ª secretária, Ana Cunha (PSDB); e pela 4ª secretária, Tetê Santos (PSDB).

Idoso toma xixi há 30 anos e diz que líquido “trata tudo”, inclusive câncer

O idoso promete ajudar as pessoas a desvendar os segredos por trás da própria urina, e até sugere que o produto pode ser usado para tratar t...