quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Conselho Tutelar de Rio Maria quase imobilizado


Conselho Tutelar carece de apoio
Através de contato com várias pessoas do município, obtevemos informações dos diversos problemas enfrentados pelo Conselho Tutelar de Rio Maria.

A reportagem apurou que; o trabalho e as atividades do Conselho vêm sendo na prática inviabilizados, pois não dispõem de apoio e estrutura necessária para o bom desempenho de suas atividades.

A Secretaria de Ação Social, até onde sabemos, não tem se preocupado com recursos para implementação do trabalho necessário. O Conselho funciona em uma sala alugada pela prefeitura, em estado precário, precisando de reforma e o mobiliário dentre eles: “computadores e impressoras” doados por terceiros também necessitam de manutenção urgente.

O conselho possuía um carro próprio “objeto de doação” através de negociação de advogados com o judiciário, mas a administração atual teria vendido o veículo, alegando que seria providenciado um novo.

Mas após a ultima eleição que renovou quase toda a totalidade de seus membros, parece que não agradou o gestor municipal, que não providenciou o veiculo novo como havia prometido, providenciou sim um veiculo usado, mas retirou o motorista que ficava a disposição dos conselheiros, e o ‘carro” que também não ficava em tempo integral a disposição do Conselho, foi recolhido em dezembro de 2011, não retornando mais sob alegação de documentos irregulares e outros defeitos... A cota de petróleo (gasolina) era de apenas 75 litros por mês.

Se o veiculo se deslocasse para o interior ou para o município vizinho, ficava o resto do mês parado por falta de combustível e nos fins de semana em vez de ficar com os conselheiros de plantão, ficava com um motorista do prefeito.

O Conselho não dispõe de telefone fixo, e os celulares de plantão não são abastecidos com recarga (créditos) pelo Conselho de Direito e Assistencia social.

Para o Conselho Tutelar funcionar de acordo com a orientação do ECA, precisa urgente de: manutenção do prédio e dos equipamentos que já são velhos, veiculo próprio, motorista, digitador, material de expediente e etc.

Não se justifica esta falta de apoio material e estrutural, uma vez que os diretores do Conselho de Direito está em assessoria direta do executivo, embora procurado pela reportagem a presidente do Conselho de Direito LUZIA CANUTO, informou que a falta de apoio e de melhoria na estrutura de funcionamento do Conselho Tutelar e de responsabilidade da Secretaria de Assistência Social e que até o momento não recebeu nenhum documento reivindicatório do Conselho Tutelar de Rio Maria. 


Foto:  e  Fonte:    Isnaldo Alves    Postador:  manancial de carajas

Motoristas amargaram em atoleiro na Transamazônica



Os diversos atoleiros na rodovia Transamazônica (BR-230), durante este período chuvoso tem causado transtorno aos usuários da estrada. Semana passada por exemplo no trecho Marabá–Itupiranga, muitos tiveram seus negócios atrasados e demonstraram revolta. Motoristas e passageiros que trafegavam nos dois sentidos reclamavam da situação calamitosa e se queixavam da falta de atenção das autoridades competentes.

Para o motorista de van José Wilson de Oliveira, quando o carro atola, os passageiros começam a ficar estressados e passam a exigir que o motorista “se vire” para ultrapassar o atoleiro. “Eu fico até envergonhado nessas situações. É bastante constrangedor. O pior é saber que o passageiro tem razão, mas fazer o quê?”, declarou o vanzeiro, dizendo-se indignado com a situação “precária”, segundo ele, das estradas da região.

O agricultor Antônio Miranda da Silva, de 59 anos, disse que em toda campanha política é prometido o asfaltamento da rodovia. Mas, conforme Miranda, que ninguém se iluda. “É só conversa de palanque. Depois, quem paga o pato são os motoristas e passageiros, que precisam trafegar pelo inverno rigoroso da famosa Transamargura”, criticou o colono, de acordo com quem a situação da rodovia está mais apropriada para fazer filme de aventura, do tipo Tarzan.


Foto e reportagem:     Juscelino Ferreira, freelancer     Fonte:   Correio Tocantins    Postador:   manancial de carajas
Flexa comemora aprovação de projetos de sua autoria e cobra conclusão de obras no Pará 


[senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA)]
O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) comemorou, em discurso nesta terça-feira (14), a aprovação do PLS 153/10, que denomina a Usina Hidrelétrica de Tucuruí, no Pará, Usina Hidrelétrica Senador Gabriel Hermes Filho. Segundo o parlamentar, que é autor do projeto, Gabriel Hermes teve atuação destacada na defesa da construção da barragem e de suas eclusas, cujos primeiros estudos iniciaram-se por volta de 1957 e seguiram durante a década de 1960.

No discurso, ele comemorou a construção das eclusas da usina, inauguradas em 2010, mas também cobrou agilidade na conclusão de outras obras consideradas importantes para o estado, como o desvio da rodovia Transamazônica e o Porto de Marabá. O projeto foi aprovado de forma terminativa na Comissão de Educação (CE). 

Flexa Ribeiro também celebrou a aprovação do PLS 492/07, também seu, que permite a compensação de créditos e débitos, sem burocracia, tanto de empresa quanto de contribuinte pessoa física, entre o Imposto de Renda e a Previdência Social. O projeto foi aprovado de forma terminativa na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e segue para a Câmara dos Deputados.

Foto:    e    Fonte:      Agência Senado     Postador:   manancial de carajas
 

Sindicato dos Jornalistas do Pará divulga nota em apoio a Lúcio Flavio Pinto


Em nota, o órgão de classe denuncia a inversão de valores por parte do Judiciário e considera que a perseguição ao jornalista paraense, incansável em sua luta em defesa da Amazônia, atinge a liberdade de expressão e de imprensa. Além do sindicato, jornalistas e redes sociais vêm manifestando solidariedade a Lúcio Flavio. Na internet, foi criada uma página de apoio a ele. Confira.


No último dia 7 de fevereiro, o Superior Tribunal de Justiça negou o recebimento de recurso especial impetrado pelo jornalista Lúcio Flavio Pinto, contra ação que lhe é movida desde 1999, pela construtora C. R. Almeida, alegando erros formais na formação do agravo, apontando falta de documentos. Ontem, dia 15 de fevereiro, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Pará divulgou nota em defesa de Lúcio Flavio.


Nota de apoio a Lúcio Flavio Pinto

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Pará, por intermédio de sua Diretoria e da Comissão de Ética e Liberdade de Imprensa, vem a público denunciar, de modo veemente, a gritante inversão de valores em que o autor de uma denúncia pública pela imprensa, devidamente comprovada, no caso o jornalista Lúcio Flávio Pinto, é condenado, e o denunciado, no caso a empresa C. R. Almeida, que não se defendeu perante a opinião pública, ainda é premiado com indenização determinada pelo judiciário paraense. O presente episódio é apenas um dos capítulos da longa batalha judicial travada por esse profissional do jornalismo paraense.


No caso presente, Lúcio Flávio teve negado, pelo Superior Tribunal de Justiça, pedido de revisão de condenação anterior, pelo Tribunal de Justiça do Pará, que determina que o jornalista indenize a empresa denunciada por grilagem, atestada por todos os órgãos públicos que lidam com as questões fundiária e ambiental. O dono da Construtora C. R. Almeida, uma das maiores empreiteiras do país, se disse ofendido porque Lúcio o chamou de “pirata fundiário”, embora ele tenha se apossado de uma área de quase cinco milhões de hectares no vale do rio Xingu, no Pará. 

A justiça federal de 1ª instância anulou os registros imobiliários dessas terras, por pertencerem ao patrimônio público. A denúncia dessa monumental grilagem em terras paraenses é que motivou a ação movida contra Lúcio, agora obrigado a uma indenização “por dano moral”.


O despacho foi publicado no Diário Oficial eletrônico do STJ no dia último dia 13. O presidente do STJ não recebeu o recurso de Lúcio Flávio “em razão da deficiente formação do instrumento; falta cópia do inteiro teor do acórdão recorrido, do inteiro teor do acórdão proferido nos embargos de declaração e do comprovante de pagamento das custas do recurso especial e do porte de remessa e retorno dos autos”. Ou seja: o agravo de instrumento não foi recebido na instância superior por falhas formais na juntada dos documentos que teriam que acompanhar o recurso especial.


O efeito dessa decisão é que o jornalista paraense vai deixar de ser réu primário, já que se recusou a utilizar a ação rescisória, que obrigaria à reapreciação da questão pelo TJE, tribunal por ele declarado suspeito e tendencioso para julgá-lo. Num país em que fichas de pessoas se tornam imundas pelo assalto aos cofres do erário, mas são limpas a muito poder e dinheiro, “serei ficha suja por defender o que temos de mais valioso em nosso país e em nossa região”, afirma Lúcio, em nota pública divulgada ontem em todo o País.

Diante desses fatos, aqui expostos de modo resumido, o Sindicato e sua Comissão de Ética e Liberdade de Imprensa consideram que:
1. A perseguição a Lúcio Flávio extrapola uma vindita individual para atingir a liberdade de expressão e de imprensa em nosso Estado, tendência desgraçadamente verificada em vários outros Estados, vitimando outros jornalistas e jornais;

2. O presente episódio, juntamente com os outros 12 processos a que responde o referido jornalista, objetivam intimidar a categoria dos jornalistas como um todo, a despeito de vivermos formalmente dentro de um regime democrático de direito, em que a liberdade expressão acha-se consagrada na Constituição;

3. As irregularidades verificadas neste e nos demais processos a que responde o jornalista depõem, lamentavelmente, contra o judiciário paraense, órgão que deveria agir como promotor da Justiça e não o seu contrário;

4. É uma vergonhosa inversão de valores da parte do judiciário dar razão a quem açambarca quase cinco milhões de hectares no vale do Xingu, de modo ilegal e altamente lesivo aos interesses do Pará e de seu povo, ao mesmo tempo em que condena quem se dispõe a prestar o serviço da denúncia desse esbulho à sociedade paraense e brasileira.


Em vista disso, o Sindicato dos Jornalistas do Estado do Pará envidará todos os esforços, dentro do que lhe é possível, no sentido de contribuir financeiramente para a consecução do montante de R$ 8 mil (em valores de 2006, sujeitos a atualização), que Lúcio Flávio terá que entregar a quem tanto mal faz ao Pará e a seu povo. 

Ao mesmo tempo motivar a todos os jornalistas e a todas as pessoas que admiram o trabalho de Lúcio a contribuírem financeiramente, com depósitos na conta-poupança: 22.108-2, agência 3024-4 do Banco do Brasil, em nome de Pedro Carlos de Faria Pinto, irmão de Lúcio, que administrará o fundo proveniente das doações.

Belém, 15 de fevereiro de 2012
Sheila Faro, presidente do Sindicato
Manuel Dutra, presidente da Comissão de Ética e Liberdade de Imprensa

Definido tema do Congresso Brasileiro de Magistrados


 Definido tema do Congresso Brasileiro de Magistrados

“O Magistrado no século XXI: agente de transformação social” é o tema do XXI Congresso Brasileiro de Magistrados da AMB, que acontece entre os dias 21 e 24 de novembro, em Belém (PA). A escolha do tema foi decidida durante a reunião das Comissões Organizadora e Central do XXI Congresso Brasileiro de Magistrados, realizada, nesta terça-feira (15), na sede da AMB. O encontro contou com a presença do Presidente da AMB, Nelson Calandra, e do Presidente da Associação dos Magistrados do Pará e Presidente da Comissão Organizadora, Heyder Ferreira.

“Ao levar esse evento para o Pará, ele permite que, nós, Magistrados mostremos para o Brasil que temos a nossa cultura, a nossa culinária, e o nosso atrativo principal que é a receptividade carinhosa com que o povo paraense vai receber os colegas”, disse Heyder.
Na reunião, também foi decidido que o Presidente da AMB e membros das Comissões vão se reunir com o Governador do Pará, Simão Jatene, no próximo dia 23, em Belém.

Participaram também da reunião, o Secretário-Geral Adjunto, Thiago Massad, o Presidente da Associação dos Magistrados da Justiça Militar Federal (Amajum), José Barroso Filho, e os Magistrados Luiz Fernando Thomazi Keppen (PR) e Priscylla da Silva Peixoto (AP).


Foto    e    Fonte: Assessoria de imprensa AMB     Postador:   manancial de carajas

Desde 2009, 210 prefeitos foram cassados; 48 por fraudes eleitorais


Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) mostra que, dos 5.563 prefeitos eleitos em 2008, 383 não estão mais no cargo. Desses, 210 foram cassados, 48 por fraudes na campanha eleitoral. Em 56 municípios, a troca ocorreu por morte do titular, sendo que oito prefeitos foram assassinados ou se suicidaram. Os ex-prefeitos ainda saíram para concorrer a outros cargos (29), por doença (18) e por motivos como renúncia e acordos entre partidos (70). 

As cassações por infração à lei eleitoral representaram 22,8% dos casos de afastamento dos prefeitos. Os casos mais comuns incluem a tentativa de compra de voto, uso de materiais e serviços custeados pelo governo na campanha e irregularidade na propaganda eleitoral. Já os atos de improbidade administrativa motivaram 36,6% das trocas. Além disso, 4,76% dos prefeitos deixaram seus cargos por causa de crime de responsabilidade, 17,62% por infração político-administrativa e 2,86% por crime comum. 

Os Estados de Minas Gerais e do Piauí apresentam o maior número absoluto de prefeitos cassados: 29. Em segundo lugar vem o Paraná, onde 14 prefeitos foram cassados, e os Estados de Ceará, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que tiveram 12 prefeitos cassados.
A pesquisa foi feita a partir do cruzamento de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), das federações regionais de municípios e da própria CNM, com o objetivo de detectar onde houve mudança de prefeito desde 2009. Depois, os pesquisadores entraram em contado com os municípios onde as mudanças ocorreram para saber dos motivos que levaram às trocas.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

No Pará

Pantanal Uruaraense- Começou as chuvas e as lagoas voltam a encher.

 

Idoso toma xixi há 30 anos e diz que líquido “trata tudo”, inclusive câncer

O idoso promete ajudar as pessoas a desvendar os segredos por trás da própria urina, e até sugere que o produto pode ser usado para tratar t...