segunda-feira, 16 de março de 2015

VITIMA DE ASSALTO

Morre dono de bar ferido em assalto

Gessi Leal Souto, 71, foi gravemente ferido na sexta-feira, 13, por um desconhecido que entrou em seu bar anunciando um assalto. Zico como era mais conhecido teria reagido e foi atingido por um disparo e várias facadas no corpo. A vitima vinha se recuperando no Hospital Regional em Redenção, mas devido a gravidade dos ferimentos não resistiu e morreu, na manhã desta segunda-feira, 16.

O episodio ocorreu dentro do bar localizado na rua Gorotire, setor Itamarati, por volta das 19h30. Zico teria travado luta corporal com seu algoz, mas fora dominado pelo bandido que após desferir os golpes e atirar no pé da vítima ganhou rumo ignorado.

Postador: Manancial de Carajás

domingo, 15 de março de 2015

PELA DEMOCRACIA

Porque pedir impeachement só para Dilma?

Estivemos diante de manifestações por todo o Brasil, contra a corrupção, impunidade e também pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Vimos manifestantes carregando faixas, cartazes e vestindo camisas com as cores da bandeira do Brasil, muitos se vestindo de preto, para simbolizar o luto. Foi o povo mostrando sua indignação e repúdio, acerca da crescente onda de corrupção e impunidade que vem acontecendo em nosso país.

Também já chega, pois é inadmissível para os homens de bem do meu país e para as instituições democráticas conviver com tal situação sem protestar contra essa baderna que envolve “os representantes do povo”, que na verdade estão destruindo as bases da sociedade democrática.

Vimos cartazes pedindo o fim da corrupção, pessoas gritando pela saída de Dilma Rousseff e pedindo seu impeachment. Mas esqueceram de pedir também a mesma punição para os políticos envolvidos nos escândalos. Na verdade as manifestações também deveriam cobrar mudanças nas leis que regem a nação brasileira, pois as atuais colaboram para a impunidade dos corruptos, bandidos e assassinos, que atormentam o povo dessa nação, sem temer as autoridades.

Por falta de leis rígidas é que aumentou a ladroagem e a corrupção de forma descarada. Enquanto eles [corruptos] vão ficando cada vez mais bilionários, o povo vai ficando cada vez mas sem os direitos constitucionais, principalmente nas áreas de educação, saúde e saneamento básico. E ainda querem falar de reforma política.

Então, somente com leis severas, se pode falar com responsabilidade sobre reforma política, pois o que adianta se discutir uma ampla reforma se os maiores corruptos não têm punição? 

Postador: Manancial de Carajás

BÍBLIA PROIBIDA

FG News : Procurador-geral da República pede fim de obrigatoriedade da Bíblia em escolas e bibliotecas públicas

Rodrigo Janot, procurador-geral da República, alega que leis estaduais do RJ, RN, AM e MS ofendem o princípio da laicidade, previsto na Constituição Federal
Em meio ao fogo cerrado da maior investigação sobre corrupção no País, em que mira 50 políticos, entre deputados, senadores, governadores sob suspeita de envolvimento com as propinas na Petrobrás, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, encontrou tempo e disposição para agir em outra área.

Perante o Supremo Tribunal Federal (STF) Janot ajuizou nesta quinta-feira, 12, quatro ações diretas de inconstitucionalidade que questionam leis estaduais do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, de Mato Grosso do Sul e do Amazonas sobre a inclusão obrigatória da bíblia no acervo das bibliotecas e escolas públicas. Janot também propôs uma ação contra legislação de Rondônia que oficializa no Estado o livro como publicação-base de ‘fonte doutrinária para fundamentar princípios, usos e costumes de comunidades, igrejas e grupos’.

“O Estado de Rondônia não se restringiu a reconhecer o exercício de direitos fundamentais a cidadãos religiosos, chegando ao ponto de oficializar naquele ente da federação livro religioso adotado por crenças específicas, especialmente as de origem cristã, em contrariedade ao seu dever de não adotar, não se identificar, não tornar oficial nem promover visões de mundo de ordem religiosa, moral, ética ou filosófica”, afirma Janot.

Nas ações do RJ, RN, AM e de MS, o procurador alega que as leis ofendem o princípio da laicidade estatal, previsto na Constituição Federal. A legislação prevê que é vedado à União, aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios estabelecer cultos religiosos ou igrejas, manter subsídios, atrapalhar o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, a colaboração de interesse público.

Segundo Janot, se por um lado os cidadãos detêm liberdades individuais que lhes asseguram o direito de divulgarem publicamente suas crenças religiosas, por outro, o Estado não pode adotar, manter nem fazer proselitismo de qualquer crença específica.

“O princípio da laicidade lhe impede de fazer, por atos administrativos, legislativos ou judiciais, juízos sobre o grau de correção e verdade de uma crença, ou de conceder tratamentos privilegiados de uma religiosidade em detrimento de outras”, alega o procurador.

Ele aponta que, além de impedido de adotar ou professar crenças, o Estado encontra-se impossibilitado de intervir sobre aspectos internos de doutrinas religiosas.

“Seu dever com relação aos cidadãos, nessa seara, é o de apenas garantir a todos, independentemente do credo, o exercício dos direitos à liberdade de expressão, de pensamento e de crença, de forma livre, igual e imparcial, sendo vedada, em razão da laicidade, que conceda privilégios ou prestígios injustificados a determinadas religiões”, argumenta.

Na avaliação de Rodrigo Janot, ao obrigar a inclusão da Bíblia em escolas ou bibliotecas públicas, os quatro estados fizeram juízo de valor sobre livro religioso adotado por crenças específicas, considerando fundamental, obrigatória e indispensável sua presença naqueles espaços. “Contudo, incumbe aos particulares, e não ao Estado, a promoção de livros adotados por religiões específicas”, sustenta.

O procurador-geral da República destaca que seu interesse é “unicamente proteger o princípio constitucional da laicidade estatal”, de modo a impedir que os estados promovam ou incentivem crenças religiosas específicas em detrimento de outras, sempre se resguardando, por outro lado, os direitos dos cidadãos de assim procederem, em decorrência do exercício das liberdades de expressão, de consciência e de crença.

VEJA AS LEIS DE CADA ESTADO

Rio de Janeiro

A Lei fluminense 5.998/2011 torna obrigatória a manutenção de exemplares da Bíblia nas bibliotecas situadas no estado, impondo multa em caso de descumprimento, é o alvo da ADI 5248.

Rio Grande do Norte

Na ADI 5255, Rodrigo Janot pede a declaração de inconstitucionalidade da Lei potiguar 8.415/2003, a qual determina a inclusão no acervo de todas as bibliotecas públicas do estado de, pelo menos, dez exemplares da Bíblia Sagrada, sendo quatro delas em linguagem braile.

Mato Grosso do Sul

Os artigos 1º, 2º e 4º da Lei sul-mato-grossense 2.902/2004, que tornam obrigatória a manutenção, mediante custeio pelos cofres públicos, de ao menos um exemplar da Bíblia Sagrada nas unidades escolares e nas bibliotecas públicas estaduais, são o alvo da ADI 5256.

Amazonas

Na ADI 5258, o procurador-geral da República requer a inconstitucionalidade dos artigos 1º, 2º e 4º da Lei Promulgada amazonense 74/2010, os quais obrigam a manutenção de ao menos um exemplar da Bíblia Sagrada nas escolas e bibliotecas públicas estaduais.

Rondônia

Os artigos 1º e 2º da Lei rondoniense 1.864/2008 são questionados na ADI 5257. O primeiro oficializa no estado a Bíblia Sagrada como livro-base de fonte doutrinária para fundamentar princípios, usos e costumes de comunidades, igrejas e grupos. Já o segundo estabelece que essas sociedades poderão utilizar a Bíblia como base de suas decisões e atividades afins (sociais, morais e espirituais), com pleno reconhecimento no Estado de Rondônia, aplicadas aos seus membros e a quem requerer usar os seus serviços ou vincular-se de alguma forma às referidas instituições.

Postador: Manancial de Carajás, com informações da Folha Gospel /Estadão

FAFÁ DE BELÉM

‘Estamos nas ruas desde 1984′

Foto: Ayrton Vignola/Estadão
Fafá de Belém foi convidada a cantar o Hino Nacional, domingo, em um carro de som na Avenida Paulista, na abertura da manifestação contra a presidente Dilma. Mas a cantora, voz das Diretas Já, recusou. Ela embarca hoje para uma turnê em Portugal e avisa que, mesmo que estivesse no Brasil, não aceitaria o convite. “Carro de som não é o lugar. Ou você está no chão ou está de fora, observando.”

O que não quer dizer que Fafá – que fez campanha para Aécio na eleição de 2014 – seja contra o movimento. Pelo contrário: “Estamos nas ruas desde 1984 tentando acabar com a corrupção, pedindo que esse verme, esse vírus maldito, seja eliminado. E não é um movimento contra Dilma ou contra esse ou aquele partido, é contra os desmandos da política”. E foi adiante: “Agora, são os filhos das Diretas, reivindicando tudo aquilo que lá Atrás prometemos a eles. Onde está a educação, o transporte, a saúde? Não podemos esquecer que a caminhada democrática é delicada, longa e diária”.

Para a cantora, a manifestação não deve ser personalizada. “Se gritam ‘Fora, Dilma’, é porque é ela quem está à frente do País. Mas poderia ser ‘Fora, Collor’; ‘Fora, FHC’; ‘Fora, Sarney’. O que estamos pedindo é que se acabe com essa barbárie, com a banalização dessa roubalheira. Não podemos aceitar como resposta que a corrupção faz parte dos brasileiros”.

Ela também rechaça as afirmações de dirigentes do PT de que os movimentos contra a presidente sejam “da burguesia e da classe média alta”. “Quem está na rua não é a elite, é o povo. Rico, pobre, intermediário”, afirma. “O panelaço de domingo me fez lembrar, com muita emoção, os dias que antecederam a votação da emenda das Diretas no Congresso. Lembrei daquela música do Chico Buarque (e emenda com os versos de Pelas Tabelas): ‘A cidade de noite batendo as panelas/Eu pensei que era ela voltando pra mim’. Foi emocionante ver a sinfonia popular em SP.”

Defende o impeachment? “É delicado falar em impeachment, porque não há liderança nesse movimento. Eu, por exemplo, recebi convites de vários grupos, dos coxinhas, hambúrgueres (risos), da esquerda radical, de velhos companheiros de Diretas. Todo mundo vai.” /THAIS ARBEX

Foto e Fonte: Blogs Sonia Racy/ESTADÃO. Postador: Manancial de Carajás

ONDE ESTÁ O DINHEIRO?

Fraudes já chegam a R$ 100 milhões

 Prefeito Walmir da Integral (PSD) foi afastado do cargo por falta de prestação de contas e é acusado de superfaturamento, fraude e peculato (Foto: Divulgação)
O prefeito de Parauapebas, Walmir Mariano, o “Walmir da Integral” (PSD), foi afastado do cargo por oito dos quinze vereadores da Câmara Municipal. A acusação contra ele é de não ter prestado contas dos exercícios de 2013 e 2014.

Mas o que está causando furor no município são outras acusações, já em poder do Ministério Público, que envolvem superfaturamento na compra, pelo Município, de terrenos particulares de empresários que o ajudaram a se eleger, financiando a campanha eleitoral de 2012.
Prefeito, Walmir da Integral, afastado
As denúncias misturam fraude em documentos públicos com peculato – crime que incorre servidor público na obtenção de vantagem para si ou para outrem. Os valores dessas negociações, na avaliação dos opositores do prefeito, alcançam R$ 100 milhões.

Documentos a que o Diário teve acesso, além dos negócios com terrenos, apontam irregularidades nas licitações do município, onde geralmente uma única e mesma empresa ganham.

Há denúncia de que outros concorrentes são convidados a se retirar do processo de licitação sob ameaças de morte. O prefeito também tem seu nome citado entre os que teriam interesse na morte do advogado Souza, assassinado em Manaus, no final do ano passado. O advogado, presidia a OAB de Parauapebas, tinha feito várias denúncias contra a gestão de Walmir da Integral.

O caso mais escabroso, porém, com provas já à disposição do Ministério Público – que deve abrir processo por improbidade administrativa e consequente perda do mandato -, envolve a venda de um terreno, conhecido por Residencial Vila Rica, em março de 2013, por R$ 100 mil.

O mesmo terreno foi revendido cinco meses depois por R$ 800 mil e, passados mais quatro meses, vendido novamente, desta vez à prefeitura de Parauapebas, por inacreditáveis R$ 15,4 milhões.

Foi um negócio da China entre velhos amigos bancado com recursos do município. O esquema teve a participação da secretária de Habitação da prefeitura, Maquivalda Aguiar Barros, que assina a liberação do dinheiro.

Ela é mulher do presidente da Câmara Municipal de Parauapebas, Ivanaldo Braz, cujo papel na trama, segundo opositores, seria segurar a barra do prefeito no parlamento caso o escândalo estourasse. O tiro, ao que parece, saiu pela culatra.

Um dos vereadores, para provar sua fidelidade ao prefeito, no dia da sessão em que a Câmara Municipal iria debater e votar um pedido de afastamento de Walmir da Integral do cargo, encerrou subitamente a sessão, trancou a sala de áudio da casa e sumiu com as chaves. Um chaveiro foi contratado às pressas para abrir a sala e dar prosseguimento à sessão.

Como havia quorum, o caso do afastamento foi discutido e votado. O prefeito foi afastado por oito votos. Os vereadores governistas haviam abandonado o plenário e não votaram.

“O prefeito ficará afastado do cargo até que o Judiciário diga se houve ou não irregularidades na prefeitura”, afirmou o procurador de Justiça, Nelson Medrado, que recebeu no MP um calhamaço de denúncias contra a gestão de Walmir da Integral. Segundo Medrado, as investigações continuam e serão intensificadas para apurar cada uma das irregularidades que recaem sobre o prefeito.

“Os documentos obtidos pelo Ministério Público demonstram que ele (prefeito) comprou um terreno por R$ 100 mil, mas nove meses depois vendeu o mesmo terreno por R$ 15 milhões. Há crimes de peculato, fraude em licitações, tem tudo nesses documentos”, comentou o procurador. Há o caso ainda de irregularidades na construção de um hospital público.

Medrado informou que o grupo de combate ao crime organizado, o Geproc, teve acesso aos documentos dos cartórios e escrituras públicas, referindo-se especificamente ao terreno adquirido junto ao empresário Hamilton Ribeiro. O terreno comprado por R$ 100 mil tem área total de 46 hectares, mas a prefeitura desapropriou apenas 15 hectares, pagando R$ 15, 47 milhões, disse Medrado.

Foto e Fonte: Diario do Pará. Postador: Manancial de Carajás

PROTESTOS EM PARAUAPEBAS

Imagens do protesto “anti-Dilma” em Parauapebas

Um ato inédito foi realizado na manhã deste domingo (15), em Parauapebas. Mais de 100 manifestantes munidos de cartazes, faixas e vestidos de verde e amarelo, saíram pelas ruas da cidade e se manifestaram contra o Governo da Presidente do Brasil, Dilma (PT);


A concentração se iniciou nas proximidades da Portaria que dá acesso ao Núcleo Urbano e Minas de carajás, e a manifestação percorreu as principais ruas da cidade.



Postador: Manancial de Carajás, com informações do Portal Pebinha

PROTESTOS CONTRA DILMA

BRASIL
Atos anti-Dilma ocorrem em 22 estados; 1 milhão vai às ruas em SP

Estimativa foi feita pela Polícia Militar. No Rio, participaram 25 mil manifestantes na orla de Copacabana. Organizadores falam em 40 mil.






Fonte: O Globo. Postador: Manancial de Carajas

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