quarta-feira, 29 de outubro de 2014

IMPEACHMENT

Manifestação pedindo impeachment de Dilma reúne 30 pessoas na Zona Oeste de SP
Ato na região do Largo da Batata teve a confirmação de 30 mil pessoas nas redes sociais
POR RENATO ONOFRE
Grupo protesta contra a reeleição da presidente Dilma Rousseff no Largo da Batata, em Pinheiros - Michel Filho / O Globo
SÃO PAULO - Cerca de 30 pessoas se reuniram na região do Largo da Batata, na Zona Oeste de São Paulo, no fim da tarde desta segunda-feira, para pedir o impeachment da presidente reeleita Dilma Rousseff (PT). O ato chegou a ter mais de 30 mil pessoas confirmadas pelas redes sociais. Do Largo da Batata, os manifestantes saíram em caminhada por ruas da região no início da noite.

Manifestantes vestindo preto e algumas mulheres com caras pintadas lembrando os protestos antes do impeachment do ex-presidente Fernando Collor defenderam a retirada da presidente e do PT do poder.

- O que ela fez pra gente? O que ela fez pros eleitores ricos? Não fez nada para mim. Por que eu tenho que apoiá-la - reclamou Marianna Domingues, de 22 anos.

Aos gritos de "Fora, Dilma" e "Fora, PT", os manifestantes pedem a investigação dos possíveis atos de corrupção na Petrobras. Os mais radicais exigem a extinção do Partido dos Trabalhadores.

Foto e Fonte: oglobo.Postador:Manancial de Carajás

OPOSIÇÃO

PANORAMA POLÍTICO
A POLÍTICA COMO ELA É: NUA E CRUA
Oposição pode apoiar PMDB
ILIMAR FRANCO

A prioridade da oposição na primeira batalha de 2015, a eleição para a presidência da Câmara, é derrotar o governo Dilma. Seus líderes se reuniram ontem e concordaram que isso é mais importante do que lançar um candidato para marcar posição. Os tucanos apostam na disputa entre o PT e o PMDB, e na voracidade petista. O candidato pode ser da base aliada do governo, desde que ele se comprometa a não ser subalterno ao Planalto.

O Nordeste é inocente
Os aliados nordestinos do tucano Aécio Neves reagem à acusação de que a região deu a vitória à presidente Dilma. “É uma simplificação. Tem que fazer uma reflexão mais profunda”, protesta o líder do DEM, Mendonça Filho (PE). Sua visão é a de que várias razões explicam: ausência de apoio político em determinada região, comunicação inadequada com os eleitores e a tática do medo, adotada pelo PT, que fulminou os tucanos país afora, entre beneficiários e simpatizantes dos programas sociais. “Não vou culpar o Nordeste nunca, a presidente venceu a eleição em Minas e no Rio”, completa. Os números o socorrem. A presidente fez 20.126.579 votos no Nordeste e 19.867.894 no Sudeste. Uma diferença de 258.685. (*)

“A campanha foi muito acirrada. Na cabeça dela não tem nada desenhado. A eleição foi no domingo. Os nomes na praça são chutes ou lançamento de candidaturas”

Ministro do Palácio do Planalto
Sobre as especulações para a reforma ministerial

Alinhamento
O PSOL pode atuar ao lado do PSB no Congresso se os socialistas fizerem oposição de esquerda. O deputado Chico Alencar (RJ) diz que há espaço para uma oposição que não seja a “conservadora e neoliberal, liderada pelo tucanato”.

Distribuindo afagos
A presidente Dilma está agradecendo a seus cabos eleitorais. Anteontem, ela recebeu o governador Jaques Wagner. Ela venceu na Bahia pela diferença de 2,9 milhões de votos. E ligou para Roseana Sarney (foto), governadora do Maranhão, onde venceu com 1,8 milhão de frente. “Ela disse que era agradecida pelo resto da vida”, conta Roseana.

O caminho das pedras
Os votos em branco caíram de 4,4 milhões para 1,9 milhão no segundo turno. E os nulos de 6,6 milhões para 5,2 milhões. No primeiro, o eleitor votou cinco vezes. No segundo, no máximo duas.

Bicho-papão
Analistas políticos que atuam no Congresso não acreditam na aprovação de nenhum projeto de regulamentação da mídia. Citam a Emenda 3, que permite trabalhadores receber salários como pessoa jurídica. Ela foi aprovada no Senado por unanimidade, e na Câmara por maioria, contra a vontade do governo Dilma e dos sindicatos.

Mistério
O empresário Jorge Gerdau, que já integrou o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, criado no governo Lula, perambulou ontem pelo Senado. Ele esteve com líderes e dirigentes do DEM e do PSDB. Os políticos não abriram o jogo.

Ficou devendo
O prefeito de Queimados, Max Lemos, um dos coordenadores do “Aezão”, não fez o serviço de casa. No domingo, a presidente Dilma recebeu 71,98% dos votos do município. O candidato de Max, Aécio Neves, obteve 28,2% dos votos.

Os parlamentares não aceitam delegar poderes para que terceiros façam a reforma política. Eles não querem plebiscito, Constituinte e nem referendo.
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(*) Abaixo reproduzimos mapa eleitoral ponderado produzido por Thomas Victor Conti e que está publicado no Blog Thomas Conti e reproduzido na Folha de São Paulo.


Foto e Fonte: globo.com.Postador:Manancial de Carajás

DERROTA

Câmara impõe derrota ao governo dois dias após reeleição
Governo tentou obstruir votação, mas não conseguiu. Proposta ainda precisa ser aprovada no Senado
Deputados da oposição comemoram a derrubada de decreto presidencial - André Coelho/O Globo
BRASÍLIA — A Câmara aprovou na noite desta terça-feira a proposta que susta o decreto da presidente Dilma Rousseff que regulamenta os conselhos populares. Tendo em mãos a promessa da oposição de obstrução das votações da Câmara enquanto não fosse votada a matéria, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), convocou a sessão extraordinária para votá-la, contrariando o governo federal. Tentando evitar o pior, o governo obstruiu o processo de votação para tentar inviabilizar derrubada, mas não conseguiu.

Nos bastidores, líderes aliados atribuíram a atitude do presidente da Câmara à derrota sofrida no último domingo, quando perdeu a eleição para o governo do Rio Grande do Norte com a ajuda dada pelo PT e pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a seu adversário, Robinson Faria (PSD).

Henrique negou que tenha agido em retaliação ao que aconteceu na eleição. Disse que há três meses ele tinha avisado que a votação do decreto era uma de suas prioridades e apenas estava cumprindo a promessa. Ele sustentou que a oposição deixou claro que não votaria nada antes da votação do decreto.

Foto e Fonte: O globo.com. Postador: Manancial de Carajás

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

REELEIÇÃO

“Divisão” pode ter levado Simão Jatene à reeleição
No sul do Pará, Simão Jatene volta a perder, agora por diferença menor
Foto: Divulgação
     Helder – 108.820   Jatene – 69.464   Diferença  -  39.356 Votos

O candidato derrotado Helder Barbalho continuou vencendo de Simão Jatene no sul do Pará, dessa vez, com vantagem bem menor. Das 15 cidades, Helder perdeu só e m Rio Maria. No primeiro turno Helder venceu com diferença de 41.738 votos. No segundo a diferença caiu para 39.356 votos. Nos 15 municípios o total de votos apurados somou 178.284, com Helder obtendo 108.820 e Jatene 69.464 votos. Considerando o total de votante do primeiro turno, (182.976), 4.692 eleitores deixaram de votar neste segundo turno.
Foto: Igor Mota (O Liberal)
Para alguns políticos da região sul do Pará, o resultado das urnas não foi porque Jatene deixou de investir na região, pois mais de 98% dos municípios receberam programas e incentivos do atual governo. O que se mostrou nas urnas aqui foi uma conversa de bastidores, onde os cabos eleitorais de Helder diziam “se votar no Helder ele nos ajudará a dividir o Pará”. De outro modo “diziam para voltar em Helder pelo simples motivo de que ele [Helder], não havia se posicionado durante o plebiscito”, ou ainda, “Simão Jatene foi contra a divisão do Estado, vamos dá o troco”. Com esse discurso de porta em porta, além de outros artifícios, fizeram com que milhares de votos fossem elevados à campanha de Helder.

Mas, por outro lado, a equipe de marketing do governador Simão Jatene, utilizou a mesma estratégia nas redes sociais, no jornalismo, nos debates e nos programas eleitorais, objetivando que no norte e nordeste do Estado do Pará ressurgissem a mesma campanha pela divisão. E foi justamente aí que Simão Jatene conquistou a maioria dos eleitores dessas regiões, abateu a diferença e venceu as eleições no ultimo domingo 26.

Veja os números da eleição do primeiro e segundo turnos nos 15 municípios da região

Postador: Manancial de Carajás

domingo, 26 de outubro de 2014

REELEITO

Simão Jatene é reeleito governador do Pará com 51,92%

'Foi a vitória da decência sobre a velha política', disse o governador do Pará após a vitória

Por: Heloá Canali (ORM News)
Atualizada às 21h51
Após um pouco mais de três meses de campanha política e dois turnos de eleição, a população paraense optou pela continuidade do governo do PSDB. Simão Jatene é novamente o escolhido para governar o segundo maior estado brasileiro em extensão.
Durante coletiva à imprensa realizada na noite deste domingo (26) em seu comitê de campanha, Simão Jatene agradeceu muito ao povo do Pará pela vitória. 'Nesse segundo turno as pessoas entenderam e perceberam com quem estava a verdade, principalmente por ser apenas dois candidatos e não ter mais como mentir. Foi a vitória da decência sobre a velha política', disse o governador do Pará ao som de muitos aplausos.
Ainda de acordo com ele, a população pode esperar um governo ainda melhor e garantiu que o Estado ficará cada vez mais unido. Vamos dar continuidade a todas as obras, ampliar ainda mais o número de hospitais e os serviços que eles prestam a população, além de construir os centros de integração de governo, que atuarão como subsedes do governo em todas as regiões do Pará, unindo cada vez mais o Estado. 'O outro candidato quis criar um sentimento de ódio entre as regiões durante sua campanha, mas neste segundo turno a população mostrou que isso nunca aconteceu', disse Simão Jatene.
Números - De acordo com os dados da apuração, divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral, Jatene foi a opção de mais da metade da população paraense, atingindo cerca de 51,92% dos votos válidos, contra 48,08% obtidos pelo candidato Helder Barbalho (PMDB), que havia vencido no primeiro turno. O número de abstenções chegou a 25,22%, cerca de 4% a mais que o registrado no 1º turno, o que representa mais de 1 milhão e 300 mil eleitores.
As eleições no Estado foram acirradas. No primeiro turno, a diferença de votos entre os candidatos foi de um pouco mais de 50 mil votos. Helder Barbalho encerrou o turno em primeiro, seguido por Simão Jatene (PSDB) e Marco Carrera (PSOL). 
A totalização dos votos no Pará ocorreu por volta das 21h30 (horário local). Simão Jatene obteve 1.858.869 milhão de votos contra 1.721.479, uma diferença de 137.390 mil votos, mais que o dobro da diferença entre os dois candidatos no primeiro turno.
Dos mais de 5 milhões de eleitores aptos ao voto, 1.308.042 milhão não compareceram para votar, abstenção equivalente a cerca de 25%, número considerado altíssimo pelo TRE-Pará. 'Consideramos que pelo menos dois fatores possam ter contribuído para este número alto de abstenções no Pará. O primeiro pelo feriado prolongado, já que nesta segunda-feira é Recírio, e pelo desgaste normal que há em relação às eleições quando é necessária a realização do segundo turno', comentou Leonardo Tavares, desembargador do TRE Pará.
Biografia - Filho de imigrante libanês, Simão Robson Oliveira Jatene nasceu em 1949 em Belém, capital do Pará. Formado em Economia pela Universidade Federal do Pará, também tem mestrado pela Universidade Estadual de Campinas e, antes de entrar para a política, trabalhou como diretor musical e servidor público estadual.
Participou da fundação do PSDB em 1988 e antes de concorrer a um cargo eletivo foi Secretário de Estado de Planejamento pela primeira vez de 1983 a 1985 e entre 1995 e 1998. Sua primeira disputa a um cargo eletivo foi para o Governador do Pará em 2002, quando obteve uma vitória no segundo turno com 51,72% dos votos válidos e reeleito em 2010, quando disputou a preferência com Ana Júlia Carepa (PT).
Foto e Fonte: ORM. Postador: Manancialal de Carajás

NOVOS ELEITOS

JA ELEITOS NO BRASIL











































Foto e Fonte: UOL. Postador: Manancial de Carajás

SEM MOVIMENTAÇÃO

Zonas eleitorais têm pouca procura em São Felix

Em São Felix do Xingu, no sudeste paraense, as eleições seguem com pouca procura pelos locais de votação, assim como ocorre na maioria das zonas eleitorais da região. 

Durante a tarde, uma forte chuva caiu e deixou vários locais de votação praticamente vazios.
Neste sábado (25), houve uma denúncia de compra de votos realizada através da 53ª Zona Eleitoral e fiscalizada em conjunto com a Polícia Militar, em uma vila localizada próximo à sede do município. O Juiz Eleitoral, Pedro Enrico de Oliveira, foi até o local junto com policiais, mas nada foi constatado.
Bebida
Desde a tarde do sábado, houve a suspensão da venda de bebidas alcoólicas no município, em obediência à Lei Seca, sendo liberada apenas a partir de 20h deste domingo (26). Durante a madrugada, equipes das policias Civil e Militar foram atrás de prováveis locais de venda de bebida, mas também nada foi encontrado.
São Felix do Xingu possui 33.895 eleitores aptos a votar, sendo o 34º maior colégio eleitoral.
(DOL, com informações do repórter Paulo Francis/Diário do Pará)

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Foto e Fonte: Diario do Pará. Postador: Manancial de Carajás

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