terça-feira, 21 de agosto de 2012

Pará lidera casos de Hanseníase no País

Segundo a Secretaria de Estado de Saúde Pública, até junho deste ano, foram 1.940 contaminados

Hanseníase..

‘Falta dar mais importância à hanseníase no Pará’, é o que diz o doutorando em Doenças Tropicais e professor da Universidade do Estado do Pará (Uepa), Rodrigo Ferreira, que trabalha na reabilitação de diversos pacientes com hanseníase em Santarém, Baixo Amazonas.

O Estado é o primeiro do País em novos casos da doença. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa), até junho deste ano, foram 1.940 contaminados. Em 2011, de janeiro a dezembro, foram 3.876 casos. Atrás do Pará, estão Maranhão, Pernambuco, Bahia, Mato Grosso e Goiás.

A hanseníase acomete principalmente pessoas da classe mais pobre, justamente pela falta de saneamento básico e acesso à Saúde. A questão geográfica é um dos pontos importantes a serem vencidos para o combate da doença. Geralmente os casos encontrados na região são de pessoas que moram em localidades mais distantes, zonas ribeirinhas e até de garimpos. Mas, talvez, o maior impedimento seja a falta de interesse em criar políticas públicas para a eliminação do mal.

‘O que dificulta é que faltam profissionais capacitados para identificar. Já ouvi muitas histórias de pacientes que passaram em vários profissionais da Saúde e não detectaram ou acharam que fosse outra doença. A hanseníase costuma ser confundida com outras doenças de pele’, diz Rodrigo Ferreira.

Ele acredita que o esforço feito para o combate da doença ainda é pequeno. Uma das saídas, na visão dele, é realizar mais campanhas informativas, principalmente nas regiões mais afetadas.

Tratamento – Hanseníase tem cura e o tratamento é inteiramente gratuito. No entanto, o grande risco são as sequelas. Por isso, se for constatada a hanseníase, o paciente deve iniciar o tratamento imediatamente. Ele passa a receber o remédio mês a mês e deverá tomá-lo todo dia.

O tratamento, dependendo de cada, varia de 6 meses a 1 ano. Paralelo a isso, o paciente faz outra avaliação para definir a gravidade da doença e ver se já tem sequelas. Se já as tiver, além do tratamento com remédio, ele iniciará um tratamento para amenizar os danos causados pela doença.

Nem sempre vai melhorar 100%, mas o tratamento vai impedir que as consequências avancem. ‘Não temos que pensar somente na cura, mas na qualidade de vida do paciente’, alerta Rodrigo.

Foto e Fonte: Jornal Amazônia   Postador:  Manancial de Carajás

domingo, 19 de agosto de 2012

NOSSA CAPA DA 26ª EDIÇÃO

OBS:  O Jornal Manancial ja está circulando em Pau D'arco e Rio Maria. Na terça-feira-feira (21), circulará também nas demais cidades da região.



Propaganda eleitoral no Rádio e TV começa na terça-feira

Candidatos terão rádio e tv para mostrar suas propostas de trabalho
AMARILDO / MOACIR / OSVALDINHO

Os candidatos a prefeito e vereador de Xinguara terão mais duas alternativas para mostrar suas propostas de trabalho à população. Na próxima terça-feira começa a propaganda eleitoral gratuita no rádio e televisão. Será exibida durante 45 dias e encerrada no dia 4 de outubro.

O horário ficou assim: candidatos a Prefeito: às segundas, quartas e sextas-feiras, das 7h às 7:30h e das 12h às 12:30h, no rádio; das 13h às 13:30h e das 20:30 às 21h, na TV. Candidatos a Vereador: às terças, quintas-feiras e sábados, das 7h às 7:30h e das 12h às 12:30h, no rádio; das 13h às 13:30h e das 20:30h às 21h, na TV.

As inserções, destinadas apenas às candidaturas a Prefeito, serão veiculadas entre 8 e 24 horas, de acordo com o plano de mídia já estabelecido, conforme as normas em vigor.

Em Xinguara a expectativa é grande para se saber as propostas de trabalho dos candidatos a Prefeito: Amarildo (PSDB), Osvaldinho (PMDB), Moacir  (PDT). 

Ete ano em Xinguara os partidos e suas coligações decidiram não utilizar a tv, por isso, vão utilizar o Rádio  ou ainda Jornal impresso. 

Par alguns analistas o fato dos candidatos deixarem a tv de lado, pode significar cautela. Primeiro: isso poderia vir beneficiar o candidato da situação. Segundo: a tv viria mostrar obras do atual prefeito pela metade ou mal feitas. Terceiro: isso poderia acarretar uma série de denuncias da população contra o atual prefeito para atingir diretamente seu candidato. 

Medo ou cautela, o certo é que nenhum dos candidatos quis saber da tv.

Moraes Filho da redação do Manancial de Carajás 

Paralização de Belo Monte atingirá também condicionantes, diz Norte Energia 

BRASÍLIA – As condicionantes previstas para compensar os impactos negativos causados pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte também deverão ser paralisadas a partir do momento em que a Norte Energia, empresa responsável pela obra e operação da usina, for notificada oficialmente da decisão da Justiça.

Este é o entendimento da empresa, segundo o presidente, Duílio Diniz de Figueiredo. De acordo com ele, a situação é “preocupante”, já que para a obra ser retomada será necessário, além de ações do Legislativo, a aprovação da plenária do Supremo Tribunal Federal (STF), que está envolvido, pelo menos até meados de setembro com o julgamento do mensalão.

“Ainda não fomos notificados pela Justiça, mas pelo colocado, a paralisação [da obra] não é parcial, e abrangerá também as condicionantes que estão sendo cumpridas”, disse Figueiredo. Segundo ele, para cumprir o que foi determinado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) – e não ter de pagar os R$ 500 mil de multa diária, caso a obra não seja paralisada – a empresa não poderá dar sequência às obras de infraestrutura, como o lixão que está sendo construído em Altamira (PA) e as obras de saneamento na cidade.

“Além disso, teremos de fechar os refeitórios onde entre 12 e 13 mil funcionários se alimentam. O problema é que Altamira não terá a menor condição de receber esse pessoal”, disse o presidente da empresa. “Essa decisão do TRF1 não é contra a Norte Energia, mas contra a Eletrobras, Eletronorte, Funai [Fundação Nacional do Índio] e Ibama [ Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis]. É o reflexo dela que recai sobre a Norte Energia”, acrescentou.

A empresa não tem, até o momento, nenhuma estimativa sobre o prejuízo diário provocado pela paralisação. “O que podemos dizer é que cada dia paralisado representará um dia a menos de energia para 27 empresas em 17 estados, mas até o momento estamos dentro do cronograma previsto.”

Segundo ele, não há ainda uma definição sobre a quem caberá arcar com o prejuízo – se será a própria Norte Energia, o Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM) ou qualquer parte que, por ventura, venha a ser considerada a causadora do prejuízo. “Aguardamos a notificação e os documentos para, em um segundo momento, fazermos um plano de desmobilização, que detalhará o tamanho do prejuízo, e, então, estabelecer nossa estratégia [jurídica]. Há, sim, a possibilidade de jogarmos o prejuízo para aquele que o causou.”

Figueiredo garante que, ao contrário do que foi argumentado pelo TRF1, a empresa cumpriu todos os requisitos para dar início às obras. “Estamos legais, constitucionais e fazendo tudo o que se estabelece dentro da legislação brasileira. Durante dois anos, fizemos 38 reuniões com índios de 24 terras indígenas. Foram feitas, ainda, quatro audiências públicas [nas cidades paraenses de Belém, Altamira, Brasil Novo e Vitória do Xingu] que ouviram 8 mil pessoas. Só em Altamira participaram 5 mil pessoas. Entre elas, 200 lideranças indígenas”, argumentou o presidente da empresa.

“O problema é que esse é um projeto que tem uma áurea bonita [atraente] para algumas organizações não governamentais que acabam plantando notícias na imprensa. Até hoje, elas insistem que a obra vai atingir terras indígenas. Isso é falso. Já deixamos bem claro que, ao contrário do que é divulgado por essas entidades, o empreendimento não afetará sequer 1 metro quadrado de terra indígena.”

Figueiredo, no entanto, admite que o embarramento da usina causará impactos negativos para a mobilidade dos índios no Rio Xingu. “Por isso, estamos dando atenção especial à questão da transposição de embarcações [já que a vazão do rio será diminuída com a obra]. Esse problema será solucionado com um sistema de elevação de pequenos e médios barcos, de até 30 passageiros, que é o tipo de embarcação que circula por lá, uma vez que o Rio Xingu não é um rio 100% navegável.”

A 5ª Turma do TRF1 determinou, no início da semana, a paralisação das obras de Belo Monte, ao identificar ilegalidades em duas etapas do processo de autorização da obra, uma no STF e outra no Congresso Nacional.

Foto e Fonte: Panorama Brasil   Postador:  Manancial de Carajás
MILAGRE

Operário sobrevive após ter cérebro atravessado por vergalhão de 2m.  

Um operário da construção civil de 24 anos foi atingido nesta quarta-feira por um vergalhão numa obra em Botafogo, Zona Sul do Rio, e sobreviveu.


O pedaço de ferro, de dois metros de comprimento, atravessou o capacete do rapaz, perfurou seu cérebro e saiu pela região entre os olhos. Os bombeiros cortaram uma parte do vergalhão no local do acidente e levaram o ferido para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea.

A equipe cirúrgica operou a vítima ainda na quarta-feira, durante cinco horas. Segundo os médicos, o operário - cujo nome não foi divulgado - chegou ao hospital falando e consciente. Três médicos participaram da cirurgia, que reconstruiu o cérebro do rapaz, que, aparentemente, não apresenta sequelas. Entre eles o neurocirurgião Ivan Sant'Ana Doria. Ele disse que não é comum um paciente sobreviver sem sequelas a um acidente como aquele.

- Fui para o local e entramos logo em cirurgia. A cena era impressionante. Você viu as imagens da tomografia? O ferro atravessou uma parte importante do cérebro e saiu entre os olhos. O paciente estava lúcido, conversando. Conseguiu dizer o nome, que era casado, informou o endereço.
Ivan disse que não ficou nervoso com o tamanho da responsabilidade:

Segundo os médicos, a área afetada do cérebro é responsável pela parte das emoções. A vítima poderia ficar desorientada ou ter perda de memória, o que não aconteceu. Ele ainda deu mais sorte: se o vergalhão tivesse entrado três centímetros mais para o lado, teria atingido a parte do cérebro responsável pela coordenação motora. A vítima não estaria conseguindo mexer pernas e braços. Se tudo der certo, o paciente terá alta em uma semana.

Foto e Fonte: G-1   Postador:  Manancial de Carajás

Empresa de filho de Lula deve R$ 6,1 mi

Empresa Gamecorp, de propriedade de Fábio Luís Lula da Silva, vive situação de "incerteza" sobre sua sobrevivência

Fábio Luís Silva

A Gamecorp, empresa criada por um dos filhos do ex-presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, e alvo de diversas polêmicas durante o mandato do petista, vive uma situação de “incerteza” sobre sua sobrevivência.
A avaliação é da Peppe Associados, uma firma de auditoria contratada pela própria Gamecorp para verificar suas contas em 2011.

A Peppe fez um diagnóstico pouco favorável para o futuro da empresa de Lulinha, como Fábio é conhecido, e ainda lançou dúvidas sobre a confiabilidade dos números do balanço da empresa.
Segundo o relatório da auditoria, a administração da Gamecorp não divulgou “de forma adequada” a razão de números possivelmente incompatíveis nas contas. Também não foi possível, escreve a Peppe, ter idéia do valor dos bens da empresa.

A Gamecorp surgiu em 2004, recebeu um aporte de R$ 5 milhões da Telemar (hoje Oi). Como a empresa de telefonia tem participação do BNDES, o aporte passou a ser investigado pelo Ministério Público por suspeita de tráfico de influência.

Em 2006, quando a associação com a Telemar tornou-se pública, o então presidente Lula disse à Folha que seu filho era o “Ronaldinho” dos negócios, em alusão ao jogador de futebol, tido como um dos melhores em atividade no Brasil naquela época.

Desde então, a empresa acumulou sucessivos prejuízos. Apesar do lucro de R$ 384 mil no ano passado, as perdas acumuladas chegam a R$ 8,6 milhões.

Além disso, há uma diferença de R$ 2,2 milhões entre a soma dos bens e dos valores que a empresa tem a receber e as obrigações que contraiu, o que pode configurar risco de insolvência. O único alívio é a retaguarda da multinacional.

A dívida de curto prazo, de até 12 meses, subiu de R$ 2,03 milhões, em 2010, para R$ 2,89 milhões no fim do ano passado. A de longo prazo, acima de um ano, saltou de R$ 3 milhões para R$ 3,3 milhões. O total dessas obrigações atinge R$ 6,1 milhões.

A avaliação da empresa de Lulinha só foi possível porque hoje, como subsidiária da Oi, a Gamecorp adota critérios internacionais de contabilidade. A Oi não quis comentar os resultados.

DINHEIRO PÚBLICO

No início, segundo o próprio Lulinha, a Gamecorp evitava receber dinheiro de fontes públicas para não gerar eventuais dúvidas sobre favorecimento político. No fim do ano passado, porém, a postura mudou: a empresa recebeu R$ 190 mil por anúncios do Banco do Brasil.

De acordo com um diretor do banco que pediu para não ter o nome publicado, o pedido partiu do pecuarista José Carlos Bumlai, que é amigo de Lula. A reportagem tentou ouvir de Bumlai a razão do empenho pela Gamecorp, mas não conseguiu contato.

Lulinha também não respondeu ao e-mail encaminhado, nem ao recado deixado na Gamecorp.
Na sede da empresa, a informação é que ele aparece por lá duas vezes na semana e que não tem secretária ou alguém designado para dar informações à imprensa.

A assessoria de imprensa do Banco do Brasil informou que o diretor de marketing da instituição na época do repasse à Gamecorp era Armando Medeiros, que não está mais no banco.
Segundo a instituição, em 2011, o BB veiculou filmes da campanha publicitária “BB Universitários/Fies”, destinada ao público jovem na PlayTV, uma emissora da Gamecorp.

Foram seis meses de veiculações na PlayTV e em alguns outros canais de TV fechada e aberta, como MTV, Multishow, VH1, Universal, MixTV e Woohoo.
O BB disse que não poderia dar informações sobre o valor repassado. O banco negou que tenha havia ingerência política.

“Todas as campanhas publicitárias do Banco do Brasil envolvem planejamentos de mídia realizados pelas agências de publicidade. Os veículos e canais selecionados atendem a critérios como target (público a que se destina a campanha), aderência da programação aos objetivos da campanha, circulação, audiência e outros”, diz a assessoria de imprensa do BB.

Foto e Fonte: Folha de São Paulo  Postador: Manancial de Carajás

Botos tucuxi e cor de rosa ameaçam boicotar Sairé

A festa do Sairé, uma as mais tradicionais da região Oeste do Pará, realizada no mês de setembro na Vila balneária de Alter do Chão, em Santarém

Marlisson Soares faz a advertência

A festa do Sairé, uma as mais tradicionais da região Oeste do Pará, realizada no mês de setembro na Vila balneária de Alter do Chão, em Santarém, corre risco de não ter a participação dos Botos Tucuxi e Cor de Rosa, atrações principais da Festa.

O coordenador da festa tradicional turística, Marlisson Soares, esclareceu que os dirigentes dos botos Tucuxi e Cor de Rosa ameaçam não participar, pois segundo eles, falta menos de um mês para o evento, e a ajuda financeira por parte da Prefeitura e do governo do Estado, ainda não foi repassada. “Até agora a gente não tem recurso nenhum, os Botos não tem ainda nenhuma posição de repasse e esse é um problema que a gente está enfrentando hoje”, desabafou Marlisson Soares.

Outro impasse é em relação ao espaço onde é feita a tradicional disputa dos botos. Na Praça do Sairódromo ainda é possível encontrar restos de alegorias enferrujadas do ano passado. Um verdadeiro absurdo. Para que se tenha uma ideia do extremo da situação, desde o Sairé do ano passado não foi realizada nenhuma atividade ou limpeza no lugar.

Estruturas e restos de alegorias do ano passado ainda estão no Sairódromo

Moradores reclamam que todo ano é assim, e que já foram feitas promessas de construção de um local definitivo para o evento, porém até agora só promessas. Pior é que quando chega próximo ao dia da festa do Sairé, em um instante eles montam o palco, e fazem a Festa.

Sairé 2012: O evento, que há muito integra o calendário folclórico nacional, reúne milhares de visitantes e turistas, e sempre é organizado pela Prefeitura de Santarém e comunitários de Alter do Chão. Este ano, o Sairé está previsto para ser realizado no período de 13 a 17 de setembro. 

O único problema é que os coordenadores dos Botos ainda não viram a cor do dinheiro, que pode estar encantado em baixo de uma pedra, no fundo do rio. Mas desta vez, tudo indica que em local onde nem os Botos estão conseguindo encontrar.

Foto e Fonte:  o impacto/ Por: Carlos Cruz   Postador: Manancial de Carajás

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