segunda-feira, 14 de maio de 2012

ITAITUBA-PA

Quadrilha de clonadores de cartão é presa em Itaituba

Pela primeira vez no estado as policias civil e Militar conseguem desbaratar uma quadrilha especializada em clonagem de cartões, com a prisão do “Chefão” que é procurado em vários estados brasileiros. 
Após receber várias denuncias do Bradesco sobre “sumiço de dinheiro” da conta de alguns correntistas entre eles a vitima mais recente, o empresário do Agronegócio Ireno Brito que havia perdido trinta mil reais num saque feito pela quadrilha em Itaituba. 
 
O serviço de inteligência do CPRX de Itaituba que tem no comando o Ten. Coronel Josafá após vários dias de monitoramento conseguiu efetuar a prisão de dois dos cinco elementos que formam a quadrilha. 
 
Equipamento usado pela quadrilha para clonar cartões 
Foram presos. Nilson Jacome Costa, de 58 anos e João Lima Furtado de 61 anos, natural de Bacabal no Maranhão. Com os estelionatários o Serviço de Inteligência do CPRM X encontrou a quantia de mil e trezentos e cinquenta e quatro reais, talões de cheques, e vários cartões. 
 Os estelionatários foram presos por volta das 21.h46 de Sábado dia 12 em nos hotel Santa Rita e Riozinho Hotel. De acordo com o Tem.Cel Josafá, os bandidos que aplicam esse tipo de golpe são ardilosos e usam vários estratagema para despitar ação da policia entre elas ficarem hospedados em hotéis diferentes. 
 
Nilson Jacome já foi identificado como sendo o chefe da quadrilha, o mentor intelctual a pessoa que articula o roubo. Já o outro seu comparsa João Lima Furtado era a incumbido de efetuar o saque, ganhando quarenta por cento de cada saque bem sucedido. 
 
O delegado Antônio Carlos por ocasião da apresentação dos dois acusados pesquisou a ficha criminal e constatou que a quadrilha aplicou golpes em São Paulo, Roraima(com saques em média entre cem a cento e cinqüenta mil reais). O flagrante já foi lavrado contra os estelionários.
Foto e Fonte:  blog garimpandonoticias   Postador:  manancial de carajas

MPE vai denunciar Megale por fraude na Alepa

Deputado José Megale e Daura Hage são acusados de apoiar processos licitatórios fraudulentos na ALEPA

José Megale

O líder do PSDB na Alepa, deputado José Megale e a ex diretora da comissão de licitação da Alepa, Daura Hage, vão ser denunciados pelo promotor de justiça da área criminal Arnaldo Azevedo, que em investigação descobriu diversos cheques da Alepa assinados apenas pelo parlamentar, quando vice-presidente da Casa, e pagos pelo Banpará que dizem respeito a processos licitatórios comprovadamente – segundo o promotor – fraudulentos, de obras, serviços e aquisição de bens, nunca realizados e entregues a Assembleia.

Outra questão descoberta pelo promotor é que uma pessoa de nome Marco Antonio Costa Martins, falecido no ano passado, continua como servidor do gabinete do deputado do PSDB.
Detalhe interessante; Marco António era proprietário da empresa MAC Martins, que tinha negócios com a Alepa justamente em serviços solicitados pelo deputado Megale.


Para finalizar, Marco António, segundo informações checadas junto a justiça eleitoral, foi doador de campanha de Megale.
Daura é da mesma região que Megale, Monte Alegre e Alenquer, e vem a ser parente do deputado Júnior Hage.


Fonte: RG 15/O Impacto Blog do Bacana  Postador:  manancial de carajas

Lei de Acesso à Informação entra em vigor nesta quarta-feira

A partir de quarta-feira entra em vigor a lei que promete abrir a caixa-preta da administração pública no Brasil.

Ministro do CGU, Jorge Hage

Prepare-se. A partir de quarta-feira, após uma década de discussões, entra em vigor a lei que promete abrir a caixa-preta da administração pública no Brasil.
Com ela, você poderá saber, por exemplo, quanto de fato ganham os funcionários da prefeitura de sua cidade, quem são e o que fazem os servidores com cargos de confiança (CCs) e como ONGs gastam recursos recebidos do governo.

Para ajudá-lo a fazer valer esse direito e tirar a limpo suas dúvidas, Zero Hora apresenta um guia prático sobre a Lei de Acesso à Informação. O guia inclui os principais pontos da legislação, o passo a passo para a solicitação de dados, do pedido à resposta, e o que fazer se prazos e procedimentos forem ignorados.

Tudo indica que, no início, será preciso persistência. Os principais órgãos do Estado seguem alegando dificuldades para cumprir de imediato todas as exigências. A três dias do prazo, pedem paciência.

— Estamos capacitando 500 servidores, mas ainda não sabemos como vai ser. Não temos noção da demanda — diz a subchefe de Ética, Controle Público e Transparência da Casa Civil do governo estadual, Juliana Foernges.

População tem de cobrar, diz entidade
No Interior, a situação também é incerta. Ainda há prefeituras, segundo o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, que sequer contam com sistemas informatizados. Por conta disso, a adequação demorará mais do que o previsto inicialmente.
— Se a Inglaterra levou cinco anos para se adaptar (a uma lei semelhante), nós vamos levar 10 — calcula Ziulkoski.

O atraso tem origem na falta de planejamento e de investimentos e na cultura do sigilo. Isso não significa, porém, que a nova legislação está fadada ao fracasso. Especialistas acreditam que tudo dependerá da mobilização e do tamanho da pressão popular.

Um dos desafios, segundo a secretária-executiva do Fórum de Direito de Acesso a Informações Públicas, Marina Iemini Atoji, é fazer com que a população entenda a importância da novidade e saiba como usá-la para melhorar a vida da comunidade.

Um exemplo hipotético: se você se sente inseguro com a falta de policiais militares nas ruas de seu bairro, poderá saber — amparado na lei — quantos PMs efetivamente existem na cidade e onde atua cada um. Digamos que boa parte tenha sido deslocada de função, deixando o policiamento ostensivo. Com base nesse dado, você poderá exigir mudanças.

— Mesmo que, no início, a coisa ande devagar, a população precisa insistir, fazer pedidos, mostrar que há demanda e cobrar dos administradores. Essa é a melhor maneira de fazer a lei pegar — resume Marina.

Foto e Fonte: Zero Hora   Postador:  manancial de carajas

Pará registra seis casos de gripe A em 2012

Desses, cinco foram em mulheres grávidas. Uma delas, que também tinha leucemia, morreu

Mulheres são as mais afetadas

O Pará registrou, este ano, seis casos de gripe A (H1N1). Desses, cinco foram em mulheres grávidas. Uma delas, que também tinha leucemia, morreu. Foram registrados ainda 18 casos de Influenza A sazonal, sendo doze em mulheres grávidas, e a morte de um adolescente. A única maneira de evitar a doença com segurança é tomando a vacina contra a gripe na Campanha Nacional de Vacinação que acontece atualmente e se estende até 25 deste mês. Os dados são da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).

A vacina é trivalente, produzida a partir de vírus isolados nos hemisférios Norte e Sul, ou seja, similar ao Influenza A (H1N1), Influenza A (H3N2) e Influenza B. Até ontem à tarde, o Pará havia vacinado contra a gripe 253.013 pessoas, menos de 30% do total da população a ser vacinada, que é de 981.085 pessoas.

PROGRAMA
Pelo Sistema do Programa Nacional de Imunização, haviam sido vacinados 148.629 idosos, 61.191 crianças, 23.873 gestantes, 18.650 trabalhadores de saúde e 1.344 índios.
O resultado preocupa a coordenadora estadual de Imunização da Sespa, Jaíra Ataíde, porque faltam apenas duas semanas para o fim da campanha e muita gente ainda precisa ser vacinada. 

São 386.506 idosos, 52.748 crianças, 83.066 gestantes, 77.959 profissionais de saúde e 27.119 índios que ainda não tomaram as doses. A preocupação maior é com as mulheres grávidas que, segundo a Vigilância Epidemiológica da Sespa, tem sido a população mais vulnerável às complicações da gripe causadas, e especialmente pelo vírus H1N1.

Os casos investigados com exame laboratorial são apenas os que apresentam síndrome respiratória aguda grave (Srag), que inclui a falta de ar entre os sintomas.

RISCO
Devido ao grande risco que o vírus representa para as gestantes, no entanto, algumas instituições hospitalares estão coletando amostras de todas as grávidas que apresentam síndrome gripal. “Por isso é muito importante que as gestantes procurem as unidades de saúde para se vacinar”, alerta a diretora do Departamento de Epidemiologia da Sespa, Ana Lúcia Ferreira.

A campanha, que dispõe de um milhão de doses de vacinas, tem como objetivo reduzir a mortalidade, as complicações e as internações decorrentes das infecções pelo vírus da Influenza nesses grupos populacionais. 

O Pará precisa vacinar um total de 981.085 pessoas, da quais 535.135 idosos com 60 anos ou mais, 106.939 gestantes, 213.939 crianças de seis meses a menores de dois anos, 28.463 indígenas e 96.609 profissionais de saúde.

A meta é vacinar pelos menos 80% desse total para manter uma boa cobertura vacinal, que corresponde a 784.868 pessoas. Segundo o secretário de Estado de Saúde Pública, Helio Franco, a vacina é comprovadamente o melhor de todos os remédios, e há uma série de doenças graves que podem ser evitadas com vacina como, é o caso da gripe causada pelo vírus H1N1.

Foto e Fonte: Agência Pará   Postador:  manancial de carajas
SANTARÉM-PARÁ

Agricultores e ribeirinhos na mira de pistoleiros

Agricultores ameaçados de morte pedem proteção das autoridades

Agricultores ameaçados de morte pedem proteção das autoridades

“As comunidades ribeirinhas estão em pânico porque a cada semana a violência e os roubos aumentam cada vez mais”, declarou a vereadora Ivete Bastos, ao jornal O Impacto. Como se não bastasse, os agricultores também estão sofrendo com as constantes ondas de violência. “Estão matando e roubando gado, levando a carne e ainda por cima escrevem bilhetes que deixam no local do crime debochando dos proprietários”, disse a Vereadora.

Na opinião da parlamentar municipal, isso é motivo de muita preocupação, pois todos que tem transporte de tração animal, como carroças, têm que ficar à noite quase que “acordados”, com medo de ser assaltados.

Como se não bastasse, ainda existe o problema das mortes no campo, motivo pelo qual a própria Vereadora durante muito tempo precisou de segurança pessoal em seus deslocamentos e até quando estava em plenário, na Câmara Municipal de Santarém. “Fazer ocorrência policial nem sempre adianta, pois a Polícia Civil nem sempre conta com efetivo e infra-estrutura suficiente”, declarou um agricultor que por motivos óbvios, e questões de segurança não quis se identificar. 

Pelo que se vê, esta é a realidade do homem do campo, que também sofre com a falta de segurança nos ramais e assentamentos onde antes vivia uma vida pacata e sem medo de acordar com a boca cheia de formigas.

Foto e Fonte:  O Impacto com reportagem de Carlos Cruz   Postador:  manancial de carajás

Após empate, Cametá é o novo campeão do Parazão 2012


Mapará entre no hall da fama e se torna o sexto clube a levantar a taça no estado. Leão agora torce por desistência para disputar Série D

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Após empate, Cametá é o novo campeão do Parazão 2012
Cametá conquistou o título do Campeonato Paraense 


Pará - Com um Mangueirão praticamente lotado, Remo e Cametá fizeram uma final digna do Campeonato Paraense. O Remo, que tinha a maioria dos torcedores, chegou a fazer dois a zero, mas o Cametá mostrou sua força e nos 15 minutos finais garantiu o empate, que assegurou o título.

Com o resultado, o Cametá ficou com a vaga para a Série D do Campeonato Brasileiro. O Mapará entrou para o hall da fama dos campeões do estado do Pará. Antes dele, apenas Remo, Paysandu, Tuna, União Esportivo e Independente haviam conseguido levantar a taça.

Já o Remo agora vai ter que torcer para que alguma equipe desista de disputar a Série D. Caso contrário, o Leão vai ficar pelo teceiro ano sem calendário. Além de 2012, os remistas já passaram por isso ano passado e em 2009.

A conquista do título também colocou o treinador Sinomar Naves na história do Campeonato Paraense, pois agora ele soma três troféus. Pelo Paysandu (2005), Independente (2011) e Cametá (2012).
 

Os gols da paertida foram marcados por Juan Sosa e Fábio Oliveira , mpara o para o Remo.

Garrinchinha  aos 40 minutos e  Soares aos 44 do segundo tempo  para o Cametá.

Foto e Fonte: G1   Postador:  manancial de carajas

domingo, 13 de maio de 2012

XINGUARA-PA

Jornal Manancial é impedido de circular no distrito São Francisco

Pela primeira vez em aproximados três anos o periódico teve sua liberdade de imprensa tolhida em relação ao seu compromisso de fazer chegar suas edições até o leitor


O pior é que no distrito  estavam secretários de governo, pré-candidatos e o próprio prefeito Davi Passos. Não sabemos por qual razão, mas nosso humilde companheiro designado para fazer a entrega do jornal no distrito São Francisco, foi praticamente forçado a deixar o local por não poder executar a tarefa que lhe foi confiada. 

Talvez tenha sido pelo fato da edição 24 trazer fatos que contrariam os interesses daqueles que estão no poder público e que se sentiram ameaçados pelas denuncias constantes nas paginas do jornal.

Apesar de ser um fato particular de nosso projeto, implica questões que tocam toda a sociedade. Levado ao extremo, pode-se dizer que sofremos censura, por outro lado, e esse ponto é o mais importante, o ocorrido sinaliza o pensamento de alguns [  ] correligionários do atual governo de Xinguara. 

São pessoas sem o mínimo de sensibilidade humana que partem para destilar seu veneno contra aqueles que defendem uma política transparente onde realmente cada centavo seja aplicado em benefício da população.

Em sua política de alcançar o leitor dos distritos e vilarejos, o Jornal Manancial de Carajás, iniciou por São José do Araguaia. Agora chegou a Rio Vermelho e também em São Francisco.

É com muita dificuldade, sobretudo pela falta de dinheiro e colaboradores, que imprimimos nosso jornal. Por isso deixamos de circular nos dois últimos meses. 

A distribuição fica por minha conta e amigos mototaxistas, que são remunerados para executar várias tarefas como a di distrito São Francisco. Para tanto, deixamos os exemplares, gratuitamente, no centro comercial de nossa cidade, igrejas evangélicas, sindicatos e feira livre. 

Com dificuldades investimos para contribuir com nossa democracia. Pois não existe democracia sem a circulação de ideias, e os jornalistas têm grande responsabilidade nesse sentido.

Por isso, ninguém tem o direito de tolir os direitos de quem trabalha na imprensa para informar à comunidade. 

Agora venhamos e convenhamos, pois entendo que as denuncias feitas contra a maquina pública deva ter contribuído para tal façanha no distrito São Francisco. 

Moraes Filho, é diretor do  Jornal Manancial de Carajás.

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