terça-feira, 8 de maio de 2012

Ministério da Defesa inicia Operação Ágata 4 com efetivo de 8,5 mil militares na região Norte



Ministério da Defesa inicia Operação Ágata 4 com efetivo de 8,5 mil militares na região Norte


Com a participação de 8,5 mil militares e uma centena de agentes civis, o Ministério da Defesa deu início na manhã desta quarta-feira à Operação Ágata 4 – a maior ação conjunta das Forças Armadas – na região Norte, na fronteira com Venezuela, Suriname, Guiana Francesa e Guiana. 
 
Nas próximas semanas, tropas da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, com a participação da Polícia Federal e da Força Nacional de Segurança Pública, entre outros, estarão patrulhando uma área de cinco mil quilômetros entre a foz do Rio Oiapoque ao município de Cucuí, no estado do Amazonas.

Desta vez, a Ágata será executada a partir do Comando Militar da Amazônia (CMA) e terá, como nas edições anteriores, ações de cunho social, uma vez que a população ribeirinha enfrenta problemas com as cheias do rio Negro e seus afluentes. 
 
Ontem (1º), um hospital de campanha da Força Aérea (foto acima) zarpou do 7º Comando Aéreo Regional (Comar) para prestar atendimento aos moradores do distrito de Moura e do município de Barcelos, na região metropolitana de Manaus. Montado numa balsa, o hospital tem capacidade de atender entre 350 e 400 pacientes por dia.

Sob a coordenação do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), a Operação Ágata integra o Plano Estratégico de Fronteiras (PEF), lançado em junho do ano passado pela presidenta Dilma Rousseff. Em 2012, a presidenta autorizou a realização de três edições da operação.

O vice-presidente da República, Michel Temer, e o ministro da Defesa, Celso Amorim, devem visitar pontos da Ágata dentro dos próximos dias. No âmbito do PEF, existem duas mobilizações de patrulhamento da fronteira: a Ágata, de caráter pontual, com data marcada para começo e término; e a Operação Sentinela, comandada pelo Ministério da Justiça, que constitui uma ação de caráter permanente nas divisas do Brasil com os países sul-americanos.

altÁgata 4

A partir de estudos detalhados, o EMCFA decidiu realizar a quarta edição da Operação Ágata numa área que abrange os estados do Amazonas, Pará, Amapá e Roraima. Militares e civis buscarão alvos como garimpos irregulares, pistas clandestinas, ações de madeireiros, tráficos de drogas e pessoas, bem como demais crimes contra o meio ambiente.

Ontem, as equipes que participam da missão se reuniram na sede do CMA. Coube ao general-de-brigada Franklimberg Ribeiro de Freitas, chefe do Centro de Operações do CMA, dar as diretrizes para o início da operação. Segundo relato do general, essa edição da Ágata vem sendo elaborada nos últimos meses com a participação de entidades militares e civis. No desenrolar da operação, oficiais da França, da Venezuela e dos demais países da região de fronteira atuarão como observadores das missões.

“Estamos efetivamente prontos para o início da operação. Atuaremos de forma integrada com as demais forças e entidades participantes”, anunciou Franklimberg.

Em seguida, foram repassadas instruções operacionais, bem como a divulgação do cronograma da missão. Depois, o chefe do Comando Militar da Amazônia, general-de-exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, deu ênfase à transparência da operação e afirmou que o comando da Ágata 4 vai privilegiar a divulgação das ações e seus resultados na mídia nacional, regional e local.

Outra ação do general Villas Bôas ocorre nesta quarta-feira, na sede do CMA, com a participação de entidades representativas da sociedade da região amazônica. Foram convidados o governador Omar Aziz; o prefeito de Manaus, Amazonino Mendes; parlamentares; empresários; e dirigentes sindicais para uma reunião que tem por objetivo apresentar a Operação Ágata 4.

Hospital de campanha

Além da presença militar nas fronteiras, a Operação Ágata 4 tem previstas ações sociais. Ontem, o hospital de campanha da Força Aérea Brasileira (FAB) deixou o píer do 7º Comar e se deslocou para o município de Barcelos, a 490 quilômetros de Manaus. Até 9 de maio, uma equipe de 38 profissionais do serviço médico atenderá moradores nas especialidades de clínica médica, ginecologia, geriatria, pediatria, odontologia, ortopedia e dermatologia. O hospital tem condições de realizar exames de raio-X, ultrassonografia e hemogramas. Os resultados são fornecidos de imediato.

“Caso sejam comprovadas doenças mais graves, os pacientes serão encaminhados a centros médicos de Manaus”, afirmou o tenente-coronel médico Roberto Thury, comandante do hospital de campanha. Ele informou que os equipamentos já foram usados em tragédias no Haiti e México, além do Paraná e Rio de Janeiro, nas enchentes mais recentes.

O comandante do 7º Comar, major-brigadeiro-do-ar Nilson Carminati, disse durante a solenidade de lançamento do navio-hospital que a integração do equipamento será de grande utilidade para as populações situadas nas regiões mais vulneráveis, onde predomina a ausência de assistência médica.

Além do hospital montado numa balsa, a Força Aérea Brasileira (FAB) emprega na Ágata 4 os seguintes equipamentos:


• aviões de alerta aéreo antecipado E-99, que utilizam radares para localizar voos clandestinos;
• caças A-29 Super Tucano capazes de perseguirem e interceptarem voos clandestinos e, desse modo, fazem com que as aeronaves pousem em locais determinados pela FAB;
• aviões de sensoriamento remoto R-99 que utilizam os modernos sensores para localizar pistas clandestinas utilizadas pelo narcotráfico;
• helicópteros H-60 Black Hawk podem decolar com equipe de medidas de controle de solo, especialmente treinada para deter tripulantes de voos ilícitos e preservar provas até a chegada da Polícia Federal;
• radares que se posicionam em pontos estratégicos na função de vasculhar os céus da fronteira em busca de aeronaves suspeitas.


Fotos: Felipe Barra Assessoria de Comunicação Ministério da Defesa
(61) 3312-4070    Postador:  manancial de carajas

SANTARÉM-PA

Grande Força Tarefa vai desembarcar em nossa região



Michel Temer














Quando estiver em exercício como presidente da República, Michel Temer e o ministro da Defesa, Celso Amorim, vêm acompanhar a Operação Ágata 4, nos próximos dias 14 e 15. 
Durante as próximas semanas, tropas militares, Ibama, DNPM, Polícia Federal, Força Nacional de Segurança e outros órgãos vão atuar no combate ao tráfico de drogas e de pessoas, descaminho e crimes ambientais na fronteira com a Venezuela, Suriname, Guiana e Guiana Francesa, na região Norte do País.

Ágata 4, coordenada pelo general-de-exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, comandante militar da Amazônia, integra o Plano Estratégico de Fronteiras e conta com a Operação Sentinela, do Ministério da Justiça. 
Pelo menos dez pistas clandestinas utilizadas para pousos e decolagens de aeronaves a serviço de garimpeiros já foram identificadas pela inteligência da FAB.
Foto:  Divulgação  Fonte: RG 15/O Impacto e Franssinete Florenzano   Postador:  manancial de carajas


Construção civil gera quase 15 mil vagas no Pará


Setor originou cerca de 70% dos empregos na região

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Construção civil gera quase 15 mil vagas no Pará
Crescimento do setor no Norte foi de 23,16%
 

Pará - Nos últimos 12 meses, 70% dos empregos gerados em toda a região Norte, no setor da construção civil, foram criados no Pará, segundo informações do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA).

O crescimento do setor no Norte foi de 23,16%. Foram feitas 187.659 contratações e 166.017 demissões, o que gerou um saldo positivo de 21.642 postos. Já no Pará, foram 79.691 admissões e 64.663 demissões, um saldo positivo de 15.028 postos.

A maioria dos Estados apresentou bons resultados. O destaque foi o Pará; seguido do Amazonas, com 5.107; e do Amapá, com 2.740. Na outra ponta o destaque negativo ficou com Rondônia, que teve a perda de 1.752 postos; seguido do Tocantins, com 542.


Março

Durante o mês de março foram feitas, em todo o Pará, 6.494 admissões e 5.420 desligamentos, gerando um saldo positivo de 1.074 postos de trabalhos e um crescimento de 1,37%. No mesmo período do ano passado, a situação foi bem diferente, com 4.052 contratações e 4.766 demissões, um saldo negativo de 714 postos.

Também no mês de março, a maioria dos Estados da Região Norte apresentou saldos positivos. O Pará teve a maior geração de empregos, com 1.074 postos; seguido de Rondônia, com 663; e Roraima, com 171. Já o Amazonas apresentou a maior perda, com 140 postos de trabalhos; seguido do Amapá, com 103. Em toda a região Norte foram feitas 12.670 admissões e 10.911 desligamentos, gerando um saldo positivo de 1.759 postos de trabalho. Cerca de 61% foram apenas no Pará.
Trimestre

No primeiro trimestre de 2012 o crescimento foi de 2,54%. No Pará foram 18.325 contratações e 16.348 demissões, com saldo positivo de 1.977 postos. No mesmo período do ano passado, a situação foi bem diferente: foram 14.032 admissões e 14.432 desligamentos, o que gerou um saldo negativo de 400 postos.

Neste período, todos os Estado da região Norte apresentaram saldos positivos. O destaque foi para Rondônia, com 2.858 postos; seguido do Pará, com 1.977; de Roraima, com 395; e do Tocantins, com 306. Neste período foram feitas 41.468 admissões e 35.775 desligamentos, gerando 5.693 novos postos.


Foto:  Fonte: DOL   Postador:  manancial de carajas

Prazo para regularizar título eleitoral termina nesta quarta


Se título for cancelado, eleitor pode ficar proibido de obter passaporte

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O prazo para os eleitores fazerem inscrição no cadastro eleitoral, pedirem mudança de domicílio e regularizarem seus títulos termina nesta quarta-feira (9).

Segundo a legislação, pode se inscrever no cadastro e receber o título pela primeira vez quem já completou 16 anos, ou completa até o fim do ano. É preciso levar carteira de identidade, certificado de quitação com o serviço militar (para homens com mais de 18 anos) e comprovante de residência.

Também é possível, até a quarta-feira, pedir a transferência de domicílio eleitoral ou mudança de zona eleitoral dentro da mesma cidade. Eleitores com deficiência ou dificuldades de mobilidade podem pedir a transferência para a zona eleitoral especial.

O prazo marca a conclusão do cadastro eleitoral, ou seja, também é a última data para quem precisa regularizar o título. É o caso de eleitores que não votaram nem justificaram nas últimas três eleições – lembrando que cada turno conta como uma.

Quem não regularizar a própria situação terá o título cancelado, ficando proibido, por exemplo, de obter passaporte e renovar matrícula em estabelecimentos de ensino oficiais. Caso seja funcionário público, fica sem receber salário até a regularização da situação.


Foto:  Fonte: G1   Postador:  manancial de carajas

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Caso Eldorado: coronel já está em penitenciária


Por volta das 15h desta segunda-feira (7), o Coronel Mário Pantoja, acusado de comandar o massacre em Eldorado dos Carajás, se entregou no Centro de Recuperação Especial Coronel Anastácio das Neves, em Santa Isabel, prisão destinada a policiais e ex-policiais. A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação da Susipe (Superintendência do Sistema Penitenciário) do Pará.

Hoje, o juiz Edmar Pereira, titular da 1ª Vara do Tribunal do Júri da capital, expediu mandado de prisão contra Pantoja e contra o major José Maria de Oliveira, ambos acusados de ordenar o massacre de trabalhadores rurais sem terra, em abril de 1996, no município de Eldorado dos Carajás, no sudeste paraense.



Dos 155 policiais que participaram do confronto, apenas os dois foram condenados. Porém, recursos na Justiça impediram que os dois fossem presos. No mês passado, o Superior Tribunal de Justiça negou o pedido para que permaneçam em liberdade e determinou que a Justiça do Pará cumpra as sentenças. Nesse sentido, o juiz determinou, hoje, a prisão dos acusados.


Entenda - O assassinato dos 19 trabalhadores rurais que interditavam um trecho da PA-150 para exigir a desapropriação da fazenda Macaxeira ocorreu no dia 17 de abril de 1996. Os sem terra bloquearam uma rodovia no sul do Pará para agilizar a reforma agrária e pedir cestas básicas às famílias acampadas. 

De acordo com processo, eles foram cercados por policias militares que teriam atirado à queima-roupa nos manifestantes, deixando - além dos 19 mortos - quase 70 feridos. Ainda segundo consta no processo, o coronel Mário Pantoja comandou a tropa envolvida na morte dos trabalhadores rurais e o major José Maria de Oliveira também fazia parte da equipe.


Foto: Cristino Martins.  Fonte:  ORM   Postador:  manancial de carajas

Justiça manda prender PMs condenados no espisódio de Eldorado do Carajás


O coronel da PM Mário Colares Pantoja, um dos dois condenados pelo massacre em Eldorado do Carajás (PA), em abril de 1996, foi preso na tarde desta segunda-feira (7) e já está em uma penitenciária em Santa Isabel do Pará (a 47 km de Belém). 

A Justiça do Pará expediu hoje mandados de prisão contra os dois policiais militares condenados pelo massacre, que resultou em 21 sem-terra mortos (19 no conflito e dois feridos que morreram posteriormente).
Eles recorriam da condenação em liberdade, graças a um recurso no STF (Supremo Tribunal Federal). 

As possibilidades de recorrer em liberdade se esgotaram e o processo foi devolvido à Justiça do Pará, que determinou a prisão.
O coronel Manoel Colares Pantoja e o major José Maria Pereira de Oliveira foram condenados a, respectivamente, 228 anos de prisão e 158 anos e quatro meses.
A prisão deles era uma reivindicação dos movimentos de trabalhadores sem-terra. 

O massacre de Eldorado do Carajás (a 770 km de Belém) é lembrado todos os anos por esses movimentos por meio do "Abril Vermelho".
A defesa de Oliveira afirmou que ele deverá se entregar amanhã.
Os advogados afirmam que eles não foram responsáveis por ordenar o massacre e que as investigações sobre o caso não foram aprofundadas. 

O massacre ocorreu quando manifestantes sem-terra faziam um protesto pela desapropriação de uma fazenda no sudeste do Pará. 

Foto:  Fonte:  www1.folha.uol.com.br  Postador:  manancial de carajas

domingo, 6 de maio de 2012

Mototaxista morre em acidente de trânsito

Batida no muro destruiu a frente do Gol
Um acidente entre a moto Honda Fan, cor vinho, placa GFS 0081, e um carro Gol, cor preta, placa NTC 2136, ocorrido no cruzamento da Rua Brasil com a Rua Paraná, região central de Xinguara, no final da tarde deste sábado (5), por volta das 17h, deixou uma vítima fatal, o condutor da moto Ademir Santana Aragão, 45 anos, casado, pai de três filhos.
 Muro atingido pelo Gol
A vítima teria sido socorrida pelo o motorista de prenome Fenelon, que dirigia o carro, mas não resistiu e veio a óbito antes mesmo de chegar ao hospital.  A polícia está apurando o motivo do acidente. Em consequência do choque, o carro Gol atingiu o muro de uma residência, próxima ao local onde ocorreu o acidente.      
Conforme relato preliminar feito pela polícia, o Gol trafega pela Rua Brasil, sentido centro, enquanto a moto seguia pela Rua Paraná, em direção à Avenida Antonio Pedroso, quando aconteceu a batida.  
Foto e Fonte:  blog do edmar brito  Postador:  manancial de carajas 

Idoso toma xixi há 30 anos e diz que líquido “trata tudo”, inclusive câncer

O idoso promete ajudar as pessoas a desvendar os segredos por trás da própria urina, e até sugere que o produto pode ser usado para tratar t...